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Zero a 300

A morte de Charles Whiting da F1, Ferrari diz que irá manter V12 aspirado sem eletrificação, Nissan Kicks ganha versão boleira no Brasil e mais!

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Morreu aos 66 anos Charlie Whiting, diretor de provas da Fórmula 1

Faltando três dias para a primeira corrida de Fórmula 1 da temporada 2019, o mundo do automobilismo recebeu uma notícia triste: Charlie Whiting, diretor de provas da categoria, morreu nas primeiras horas da manhã desta quinta-feira (14).

Whiting foi encontrado sem vida em no quarto do hotel onde estava hospedado, em Melbourne, na Austrália. Mais tarde, foi comunicado que Whiting sofreu uma embolia pulmonar – o bloqueio de uma das artérias dos pulmões. Ele tinha 66 anos de idade.

Whiting estreou na Fórmula 1 em 1977, como mecânico da Hesketh, antes de migrar para a Brabham na década de 1980, a convite de Bernie Ecclestone. Whiting participou dos melhores anos da Brabham, sendo o mecânico-chefe da equipe quando Nelson Piquet conquistou os títulos de 1981 e 1983.

Em 1988, Whiting assumiu o cargo de delegado técnico da Fórmula 1 junto à FIA, e em 1997 passou a diretor técnico. Como tal, Whiting era responsável pelos itens de segurança das pistas e dos carros, além de supervisionar o regulamento e todos os procedimentos técnicos das corridas. (DH)

 

Nissan Kicks ganha versão especial UEFA Champions League por R$ 95.290

A Nissan apresentou oficialmente o Kicks UEFA Champions League no Brasil. O modelo, inspirado na Liga dos Campeões da Europa, já era oferecido na Argentina, e agora está disponível em nosso mercado por R$ 95.290.

A versão é baseada no Kicks SV Pack Plus, que custa R$ 93.490 e vem de série com airbags frontais, laterais e de cortina; direção elétrica; assistente de partida em rampa; e ar-condicionado; e central multimídia com tela sensíve ao toque. Na edição UEFA Champions League, as diferenças são a pintura em vermelho “Malbec”, os emblemas do campeonato europeu de futebol e o revestimento interno em couro preto, com detalhes vermelhos no painel. Além disso, o SUV compacto recebe novos spoilers frontal e traseiro e novas saias laterais.

O motor é o mesmo 1.6 16v de 114 cv das outras versões, acoplado a um câmbio CVT com simulação de marchas. O Kicks UEFA Champions League será numerado, e a Nissan pretende fabricar entre 500 e 600 unidades – o número vai depender da demanda pelo modelo. (DH)

 

Ferrari diz que não pretende usar um V12 híbrido ou turbo

Enquanto a Lamborghini já antecipou com naturalidade que a condição para manter seus V12 aspirados é a adoção de motores elétricos complementares, a Ferrari decidiu criar polêmica e deixou claro que não pretende usar motores V12 híbridos, turbo ou downsized em seus futuros carros e que irá “lutar para manter o V12 como ele é hoje porque ele é a essência da Ferrari”.

A declaração foi dada pelo diretor técnico da Ferrari, Michael Leiters, em uma entrevista à revista Road & Track. Na entrevista, ele disse que as Ferrari V12 permanecerão aspiradas, com deslocamento alto e que os V6 e V8 serão destinados a melhorar as emissões da marca para adequação à legislação vigente.

“Vamos lutar pelo V12, para mantê-lo como é hoje, porque ele é a essência da Ferrari. É importante diferenciar qual carro eu quero com um sistema híbrido. Se estamos fazendo um V12, não estou falando de hibridização. É uma contradição. Talvez seja possível conseguir uma redução no consumo de combustível, mas não faz sentido. Para obter o máximo potencial de um híbrido precisamos fazer downsizing. Com um V12 aspirado não precisamos do downsizing”, disse à revista.

Antes de comemorar a permanência dos V12 aspirados nas Ferrari, lembre-se que a marca também disse que nunca faria um SUV e agora está preparando um modelo que tem todas as características de um SUV menos o nome SUV. Além disso, a declaração de Leiters é contraditória com a história da Ferrari e, de certa forma, ingrata com sua própria equipe. Ou ele esqueceu que a La Ferrari usava um V12 híbrido?

O caminho para a hibridização dos V12 é inevitável se a legislação ambiental continuar no ritmo atual. Primeiro porque o V12 se tornou um motor mais passional do que racional — tem muito mais a ver com a experiência aural do que com o desempenho em si. A Mercedes-AMG, por exemplo, já desistiu dos V12 biturbo em favor dos V8 biturbo eletrificados, e a Lamborghini, como dito mais acima, admitiu que os V12 precisarão de hibridização.

Diante disso a Ferrari terá três opções: compensar os V12 com modelos 100% elétricos e mais modelos híbridos (além daquele que está atualmente em desenvolvimento para se encaixar entre a F8 Tributo e a 812 Superfast), deixar de produzir modelos V12 ou simplesmente evoluir o sistema da LaFerrari e seguir em frente como todas as outras marcas. Qual você acha mais provável?

Foi exatamente este o maior objetivo da LaFerrari: tornar aceitável uma Ferrari híbrida. Além disso, a Ferrari é uma marca nascida nas pistas e, se há algo mais tradicional que um motor V12 dianteiro para a marca, é a transferência de tecnologia das pistas para as ruas. Se os carros de F1 usam powertrain híbridos, espera-se que seus carros de rua tenham as mesmas tecnologias. Como a Ferrari pretende fazer a sucessora da LaFerrari sem nenhuma tecnologia moderna? Ela pode até usar um V6 de Fórmula 1 como a AMG, mas nesse caso, onde está “a alma da Ferrari” que é o V12, como disse o próprio Leiters? (LC)

 

Mercedes-AMG terá opção híbrida para todos os seus futuros modelos

A AMG confirmou nesta semana que todos os seus modelos serão oferecidos com powertrain híbrido no futuro. A marca atualmente já oferece os modelos CLS 53, E53, GLE53 e AMG GT E53 com um seis-em-linha biturbo combinado a um motor elétrico de 48 volts — os chamados “híbridos leves” ou “mild hybrids”, mas eles não fazem parte dos planos de longo prazo da divisão esportiva.

Segundo o diretor de controle de emissões da Mercedes, Frank Overmeyer, eles proporcionam uma redução muito pequena nas emissões e, por isso, serão substituídos futuramente por modelos híbridos plug-in, que podem ser recarregados em uma tomada. De acordo com a revista britânica Autocar, os modelos terão a terceira geração do sistema PHEV, baseada em um motor elétrico de 122 cv e 44,8 kgfm. As baterias serão as mesmas já usadas em outros modelos da Mercedes atualmente, porém a AMG decidiu abrir mão da autonomia em favor do desempenho. “Em um SUV elas oferecem 100 km. Em um AMG teremos 60 ou 70 km, mas a experiência será melhor”, disse Overmeyer.

A adoção do sistema híbrido plug-in corrobora a hipótese de que o S65 AMG V12 biturbo será substituído por um S73 AMG híbrido. Com o V8 biturbo da AMG já na casa dos 640 cv (e com potencial para chegar aos 700 cv, segundo o chefe da AMG Tobias Moers) e os 120 cv do sistema híbrido, estamos falando de entre 760 e 820 cv para o sucessor do S65. Infelizmente, Overmeyer não disse quando é esse “futuro” dos modelos AMG híbridos. (LC)

 

FCA convoca seis modelos para recall

A FCA anunciou recall de seis modelos nos EUA, os Dodge Caliber, Avenger e Journey, o Chrysler 200 e os Jeep Patriot e Compass de primeira geração, fabricados entre 2011 e 2016. 862.520 veículos foram envolvidos por não estarem de acordo com as normas da Agencia de Proteção Ambiental (EPA). O excesso de emissões foi descoberto em testes de uso feitos pela FCA e depois informados à agencia.

O recall será voluntário e feito em fases durante o ano, os carros terão apenas o conversor catalítico trocado. Ele faz parte de um protocolo novo da EPA, que obriga os fabricantes a realizarem teste de emissão fora de laboratórios em carros fabricados nos últimos quatro anos e enviarem os resultados para a agencia. Ainda não foi informado se os Journey e Compass vendidos no Brasil estão envolvidos nesse recall. (ER)

 

Yamaha MT-09 2020 é lançada por R$ 43.690

A Yamaha acaba de apresentar a linha 2020 da MT-09, sua naked de topo. A moto passou por uma reestilização bem abrangente, com novos faróis duplos na dianteira e uma nova rabeta, que não tem mais o suporte da placa – este agora é fixado no cubo da roda traseira.

Também houve algumas melhorias técnicas. A MT-09 agora vem com o sistema quick-shift, que permite trocar marchas sem usar a embreagem com a moto em movimento, e controle eletrônico de tração. A naked também traz freios ABS de série nos freios dianteiro e traseiro – estes, com discos de 298 mm e 245 mm, respectivamente. Outra mudança aconteceu na suspensão dianteira, que adotou amortecedores ajustáveis em carga, compressão e retorno.

Por outro lado, o motor permanece o mesmo: um três-cilindros em linha de 847 cm³ com comando duplo no cabeçote, quatro válvulas por cilindro e 115 cv a 10.000 rpm, além de 8,9 kgfm de torque a 8.500 rpm. Com o câmbio de seis marchas, o conjunto é suficiente para levar a MT-09 de zero a 100 km/h na casa dos três segundos baixos, com velocidade máxima de 210 km/h. Através de um seletor, é possível alternar entre diferentes modos de condução – Standard, A e B – que modificam as respostas do acelerador eletrônico.

As novidades aumentaram o preço da MT-09 de R$ 39.990 para R$ 43.690. (DH)

 

Ducati anuncia recall para Monster 1200 S e Supersport S por problemas no câmbio

Ainda sobre as duas rodas: a Ducati anunciou nesta semana um recall para dois modelos no Brasil: a Monster 1200 S e a SuperSport S. A fabricante comunica que detectou um possível problema no câmbio das duas superesportivas, que pode levar à soltura da alavanca. Caso isto ocorra, os engates das marchas ficam comprometidos, o que pode causar acidentes com danos físicos e materiais, e até mesmo a morte dos ocupantes do veículo.

A Ducati afirma que o recall afeta exemplares da Monster fabricados em 2017 e 2018, e da SuperSport fabricados em 2018. De acordo com a companhia, a verificação das motos leva cerca de dez minutos e, caso o defeito seja encontrado, a troca da alavanca leva por volta de 20 minutos.

Para obter mais informações, os clientes podem entrar em contato com o SAC da Ducati pelo número 0800 738 2284, de segunda a sexta-feira, das 8:00 às 18:00. A ligação é gratuita. (DH)

 

Carros de Dale Earnhardt e coleção da família serão leiloados nessa semana

A Mecum Auctions vai leiloar entre os dias 14 e 17 de março 20 carros da coleção de Dale Earnhardt, incluindo três carros de Nascar do Dale pai e dois do filho Dale Jr. O carro mais valioso da coleção é um Lumina de corrida que Dale Earnhardt usou quando foi campeão da Winston Cup em 1994, com valor estimado entre US$ 200.000 e US$ 300.000.

Além dos carros de corrida tem seis Corvette pace car, sendo apenas um com câmbio manual; sete Camaro preparados pela concessionária da família Earnhardt na Carolina do Norte, todos com cambio manual exceto um; e dois Hummer H1 Alpha, a edição final do famoso SUV militar, ambos sem alusões ao piloto. (ER)

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