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Zero a 300

Alfa Romeo GTA pode chegar neste ano com 620 cv, novo Mercedes SL flagrado em testes, novo Tracker pode chegar por R$ 80.000 e mais!

Bom dia, caros leitores! Bem-vindos ao Zero a 300, a nossa rica mistura das principais notícias automotivas do Brasil e de todo o mundo. Assim, você não fica destracionando por aí atrás do que é importante. Gire a chave, aperte o cinto e acelere conosco.

O Zero a 300 é um oferecimento do Autoline, o site de compra e venda de veículos do Bradesco Financiamentos. Nesta parceria, o FlatOut também apresentará avaliações de diversos carros no canal de YouTube do Autoline – então, clique aqui e se inscreva agora mesmo (e não esqueça de ativar o sininho)!

 

Este é o novo Mercedes SL

Ele poderia muito bem ser o novo AMG GT, mas este carro meio coberto e camuflado é um protótipo da nova geração do Mercedes-Benz SL. Na verdade, existe uma possibilidade de dele ser realmente o novo AMG GT. A divisão esportiva da Mercedes anunciou no ano passado que o próximo SL voltaria às suas origens, e que seria “relacionado” ao GT, uma solução lógica para uma classe tão emblemática na história da Mercedes.

A classe SL foi criada originalmente em 1954, quando o 300SL “Gullwing” foi lançado a pedido do representante Max Hoffman, e se tornou a linhagem esportiva da Mercedes. Duas gerações depois ela passou a atuar, na prática, como a versão conversível da Classe S e depois da Classe CL (que era o cupê de luxo da Mercedes). Com o relançamento do Classe S conversível depois de 50 anos, o SL acabou se tornando um carro perdido na linha da Mercedes, que passou a contar com conversíveis das classes C, E e S, além do pequeno SLC e do AMG GT Roadster.

Qual a função do SL nesse cenário? Daí a “solução lógica” para o modelo: devolvê-lo às suas origens. Se o AMG GT é um sucessor de fato do 300SL, por que não tornar o próximo SL a versão conversível da nova geração do AMG GT? Contudo, ainda não ficou claro se o SL será o novo roadster do AMG GT, se a Mercedes pretende transformar o AMG GT no AMG SL, ou se o SL irá continuar isolado como o CLS e será apenas baseado na plataforma modular esportiva do AMG GT, tornando-se uma opção mais luxuosa ao AMG GT Roadster. Segundo os britânicos da Autocar, a AMG pretende dar ao SL o arranjo 2+2, o que poderia fazer dele uma terceira variante do AMG GT.

O que sabemos é que ele ficará mais compacto, e irá receber o V8 4.0 biturbo, possivelmente combinado a um motor elétrico de 48 volts em uma das futuras versões. Ainda não há data para o lançamento do novo SL, mas espera-se que ele seja lançado ainda neste ano. (Leo Contesini)

 

Alfa Romeo Giulia pode ganhar versão GTA

A Alfa Romeo nos privou de um novo GTV, porém isso não significa que ela não esteja planejando uma versão hardcore do Giulia. Ele só não terá duas portas como a proposta anterior. Segundo a imprensa europeia, a Alfa está preparando um Giulia GTA, que honrará a sigla com uma versão de 620 cv do V6 biturbo de 2,9 litros — um aumento de 110 cv em relação ao Giulia Quadrifoglio.

Só há um problema nessa história. As fontes que reverberam este rumor dizem que o modelo pode ser apresentado em junho, quando a Alfa Romeo completa 110 anos, contudo, o site Motor1 entrou em contato com a Alfa Romeo e a empresa negou que tenha planos de lançar uma versão de alto desempenho do Giulia  em junho. Isso descarta a existência de um futuro Alfa GTA? Não. Primeiro porque a resposta é ambígua — você precisa fazer as perguntas certas… — e pode significar que o carro não será lançado em junho, o que o carro não será lançado. Depois, porque a Alfa Romeo é italiana e, como Richard Hammond já nos ensinou em Top Gear, italianos mentem.

Caso seja mesmo lançado, o Alfa Romeo Giulia GTA tem potencial para recuperar o título de sedã mais rápido em Nürburgring e terá como único rival um outro sedã médio esportivo “alternativo”, o Jaguar Project 8, baseado no XE. (Leo Contesini)

 

Chevrolet Tracker deve ser lançado em março por R$ 80.000

A Chevrolet está preparando o lançamento do Tracker de nova geração para breve, de acordo com o jornalista Jorge Moraes. Segundo ele, o SUV será apresentado aos jornalistas e ao público em março, mas chegará antes ao estoque das concessionárias – em fevereiro, logo depois do Carnaval.

Segundo a apuração do Uol, o novo Tracker partirá de R$ 79.990 na versão básica, chegando ao patamar dos R$ 110.000 na variante mais cara. Fabricado em São Caetano do Sul (SP), o utilitário deve oferecer versões com motor 1.0 turbo de 116 cv e 16,8 kgfm de torque e com motor de 1,2 litro, também turbo, com potência na casa dos 130 cv.

A princípio o único câmbio disponível será o automático de seis marchas já presente na linha da Chevrolet, embora uma opção manual para as versões de entrada ainda não possa ser descartada. (Dalmo Hernandes)

 

Desenvolvido na China, SUV híbrido Honda Breeze é registrado no Brasil

A Honda registrou junto ao INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial) o SUV híbrido Breeze. Desenvolvido e fabricado na China, o utilitário é derivado do conhecido CR-V – o que fica bem evidente pela silhueta e pelo formato da área envidraçada –, mas possui uma inspiração mais forte no Honda Civic, em especial na face dianteira. O interior, por sua vez, traz um design mais minimalista e limpo.

O que interessa é o conjunto motriz: o Honda Breeze pode ter um motor 1.5 turbo ou um 2.0 turbo, em ambos os casos associado a um motor elétrico. No primeiro caso, falamos de 193 cv e 24,8 kgfm de torque; no segundo, de 215 cv e 32 kgfm de torque.

Embora o simples registro de um novo modelo no Brasil não signifique que o mesmo está com o passaporte carimbado, não devemos descartar a possibilidade – depois do Honda Accord híbrido, previsto para chegar nos próximos meses, a fabricante planeja lançar outros três modelos. Considerando os incentivos fiscais e a aposta cada vez maior das marcas atuantes em nosso País nos utilitários, o Honda Breeze pode ser uma alternativa interessante no segmento. (Dalmo Hernandes)

 

Toyota Tacoma vira monstro de drift com motor V8 da Nascar

A Toyota tem se mostrado uma das fabricantes mais entusiastas dos últimos anos – basta lembrar de sua brilhante campanha nos ralis, da criação do Toyota 86 em parceria com a Subaru, da volta do Supra e do belíssimo Yaris GR. E agora, eles acabam de aprontar mais uma: o mais recente projeto interno da Toyota Racing Developments é uma absurdamente insana Toyota Tacoma de drift com um V8 da Nascar. Mais de 900 cv andando de lado – em um carro feito com apoio da fabricante. Vamos reclamar? Não mesmo!

A inspiração para o projeto veio de uma projeção virtual publicada no Instagram pelo designer John Sibal. Ao que parece, o pessoal da TRD viu as imagens, curtiu e resolveu transformar a picape em realidade. E não dá para culpá-los: olha isso!

Segundo a TRD, o projeto partiu de uma Tacoma totalmente stock e levou apenas 90 dias para ficar pronto. Além de ficar bastante parecida com a projeção, a picape (batizada simplesmente “The Performance Truck” pela preparadora in-house da Toyota) recebeu um V8 da Nascar calibrado para entregar aproximadamente 900 cv, suspensão ajustável e pneus BF Goodrich.

Saberemos mais detalhes a respeito do processo de montagem em breve, pois o mesmo será tema de um episódio do programa Twin Turbo, no Discovery Channel, nas próximas semanas. Além disso, há rumores de que a picape será incluída em uma atualização de Forza Horizon 4 muito em breve. (Dalmo Hernandes)

 

Ferrari ganha pela segunda vez consecutiva o premio de marca mais forte

A Ferrari ganha pela segunda vez consecutiva o posto de marca mais forte do mundo segundo a pesquisa anual da organização Brand Finance. Esse reconhecimento indica que a Ferrari como empresa é um bom investimento no ponto de vista financeiro. O fabricante italiano foi classificado com 94,1 pontos de um total de 100 no índice de de força de marca da organização, ficando na frente da Disney e da empresa chinesa WeChat. A Ferrari é a única empresa automotiva nessa classificação.

O principal motivo para essa força de Ferrari é o reconhecimento universal da marca pelos seus esportivos, que muitas pessoas desejam e tentam comprar algum produto que leve a logo da marca. Durante o ano de 2019 da Ferrari lançou cinco modelos novos inclusive em novos seguimentos, como é o caso da Roma. A Ferrari também fez um acordo com o grupo Giorgio Armani para elevar o nível das coleções de vestuário e acessórios da marca. (Eduardo Rodrigues)

 

Versão mais potente do Cadillac CT5 não usará o V8 Blackwing por falta de espaço

Em 2019 a Cadillac apresentou o novo CT5, sedã que sucede o CTS como carro médio de luxo da marca que concorre com os tradicionais BMW Série 5 e Mercedes-Benz Classe E. Junto da apresentação foi mostrado um decepcionante CT5-V, com motor V6 biturbo de 360 cv, potência bastante inferior aos 649 cv do finado CTS-V. Logo em seguida a Cadillac anunciou que modelos mais potente virão com outro nome, a sigla V passou a ser usada e, versões esportivas intermediárias.

A expectativa era de que essa versão mais esportiva do CT5 usasse o novo motor V8 Blackwing, um moderno V8 4.2 biturbo com 32 válvulas e que usa o conceito “hot V” — que coloca o escapamento no centro do “V” do bloco do motor junto das turbinas. Segundo fontes da revista Car and Driver o CT5 esportivo não usará esse motor por ele não caber no cofre. Segundo essa fonte o carro virá com o mesmo V8 LT4 do CTS-V, que é mais compacto, menos refinado, porém produz 649 cv.

Essa decisão é no mínimo estranha, pois o V8 Blackwing é um projeto completamente novo e é usado apenas em duas versões do sedã grande CT6, que teve o fim de sua produção confirmado para o início de 2020. O CT6 continuará em produção na China, mas sem o V8, o que deixa esse motor órfão. Para completar, fontes da revista Motor Trend afirmam que o motor Blackwing será cancelado assim que a produção do CT6 terminar nos EUA, negando os boatos de que seria usado pelo SUV Escalade.

De certo ponto é bom ver que a Cadillac não desistiu dos sedãs esportivos, além do CT5 com o LT4 virá um CT4 mais potente usando um V6 bitrubo de mais de 400 cv para suceder o ATS-V e competir com o BMW M3. A Cadillac já havia confirmado anteriormente que não vai acabar com o cambio manual em seus esportivos. Mas não deixa de ser confusa a história do V8 Blackwing, que nasceu como parte de aproximar a Cadillac de fabricantes europeus com um V8 mais refinado que o tradicional small block. Agora falta saber se esse motor terá uma segunda vida com o novo Corvette, sua produção é na mesma linha de produção do esportivo da Chevrolet. (Eduardo Rodrigues)

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