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Zero a 300

As versões da nova Fiat Strada, Ranger Storm chega por R$ 150.000, Suzuki Jimny com quatro portas e mais!

Bom dia, caros leitores! Bem-vindos ao Zero a 300, a nossa rica mistura das principais notícias automotivas do Brasil e de todo o mundo. Assim, você não fica destracionando por aí atrás do que é importante. Gire a chave, aperte o cinto e acelere conosco.

O Zero a 300 é um oferecimento do Autoline, o site de compra e venda de veículos do Bradesco Financiamentos. Nesta parceria, o FlatOut também apresentará avaliações de diversos carros no canal de YouTube do Autoline – então, clique aqui e se inscreva agora mesmo (e não esqueça de ativar o sininho)!

 

As versões da nova Fiat Strada

A Fiat Strada já deveria estar por aí, mas teve seu lançamento adiado graças ao maldito vírus e tudo o que temos até agora são aquelas fotos oficiais lançadas pela Fiat e uns poucos flagras da picape na fábrica.

Contudo, a revista do Instituto Nacional de Propriedade Industrial, o INPI, publicou imagens de registro da picape em todas as versões de cabine dupla — Working, Endurance, Freedom e Volcano — antes do lançamento, que talvez aconteça no segundo semestre se o mundo decidir como devemos lidar com a pandemia.

O modelo Working, como esperado, será o burro de carga da linha, com para-choques, retrovisores e maçanetas de plástico preto, rodas de aço estampado e acabamento interno espartano. De acordo com o camarada Marlos Ney Vidal, do Autos Segredos, o motor também será o mais simples da linha: o antigo 1.4 Fire EVO, de 85/88 cv e 12,5 kgfm combinado ao câmbio manual de cinco marchas.

 

Acima da Working está a versão Endurance, que ainda mantém o motor 1.4 Fire EVO, e substitui a antiga Strada Hard Working. Esta versão tem parte do para-choque dianteiro pintada na cor da carroceria, já vem equipada com calotas e deverá ser equipada com ar-condicionado, direção hidráulica, preparação para rádio e protetor de caçamba de série. Note também que ela está equipada com faróis de neblina na imagem de registro, embora o item provavelmente seja um opcional.

Logo acima está a Strada Freedom, a primeira versão equipada com o motor 1.3 FireFly de 101/109 cv e 13,7/14,2 kgfm. Também é a primeira versão com maçanetas e retrovisores na cor do carro e com rodas de liga leve. O pacote básico deverá incluir, além do ar-condicionado e direção hidráulica, vidros elétricos, rádio e capota para a caçamba.

Aqui é importante notar que, apesar de parecer uma lista de equipamentos dos anos 1990, estamos falando de um carro voltado para o uso comercial/utilitário, que tende a ser naturalmente mais espartano. Os itens mais desejáveis em um carro de passeio estarão na versão Volcano, o topo da linha. Ela terá santantônio, borrachão nas laterais, faróis auxiliares, sistema multimídia e banco de couro sintético ao menos parcialmente. O motor também será o 1.3 FireFly combinado ao câmbio manual de cinco marchas.

O câmbio automático ainda não será oferecido neste primeiro momento porque, também de acordo com o Autos Segredos, a fornecedora da FCA será a Aisin, que está desenvolvendo uma versão do CVT direct shift usado pela Toyota — com a primeira marcha com engrenagem em vez de polia e correia. Isso deverá permitir à Toro e à Strada o uso de uma CVT sem riscos de superaquecimento.

Infelizmente ainda não há confirmação dos preços, mas considerando que a Fiat supostamente irá manter a geração atual como modelo de entrada por R$ 49.000 e que a atual Strada cabine dupla esbarra nos R$ 85.000, diríamos que a nova Strada custará entre  R$ 55.000 e R$ 90.000. (Leo Contesini)

 

Suzuki Jimny pode ganhar versão de quatro portas

Parece que a Suzuki encontrou uma forma de multiplicar seus ganhos com o sucesso do novo Jimny. Segundo o site Autocar India, a fabricante está desenvolvendo uma versão alongada de quatro portas do jipinho (ele vai ser o jipãozinho?) para o mercado indiano e leste asiático — o menos em um primeiro momento.

O modelo será produzido pela Maruti Suzuki na Índia — daí a baixa probabilidade de ele ser vendido na Europa — e, como será mais longo que o atual Jimny de duas portas, também não se enquadrará na lei japonesa dos kei cars. O motor será o mesmo 1.5 K15B de 102 cv e 14 kgfm e os preços deverão partir de US$ 14.000. (Leo Contesini)

 

BMW M8 será lançado no Brasil neste ano

A BMW prevê o lançamento do novo M8 Gran Coupe no Brasil para entre julho e agosto, caso as restrições da pandemia permitam, claro. O modelo será oferecido inicialmente n versão First Edition limitada a 400 unidades em todo o mundo — o que significa que teremos um número bem limitado dela por aqui.

Ele é oferecido somente com a cor verde metálica, grade, rodas e frisos com detalhes dourados/bronzeados, todos inspirados no conceito do M8 Gran Coupé apresentado há dois anos. O motor será o V8 biturbo de 4,4 litros, com 608 cv e 76,5 kgfm conectado às quatro rodas pela transmissão de oito marchas. Com esse conjunto, o modelo vai de zero a 100 km/h em 3,3 segundos.

Mais adiante, entre agosto e setembro , virá a versão Competition, com 625 cv e um mapeamento próprio para a suspensão, direção e diferenciais. Ele será o principal rival do Porsche Panamera e do Mercedes-AMG GT 63S. Embora a BMW não tenha mencionado preços, a alta do dólar e o preço base do carro no exterior certamente o colocarão na casa do R$ 1,2 milhão. (Leo Contesini)

 

Ford Ranger Storm é apresentada com 200 cv e decoração off road por R$ 151.000

Apresentada no Salão do Automóvel de 2018 como conceito, a Ford Ranger Storm finalmente foi lançada em sua versão de produção – com um visual mais discreto, naturalmente, mas ainda assim bem interessante para quem quer uma picape mais adequada para uso fora-de-estrada.

A decoração off-road inclui adesivos específicos da versão, santo-antônio na caçamba, acabamentos em preto fosco no lugar dos cromados, molduras pretas nos para-lamas e grade exclusiva, com o enorme letreiro “STORM” abaixo do emblema da Ford – assim como o EcoSport Storm.

No caso da Ranger, porém, o visual é acompanhado de uma vocação off road mais genuína graças pneus de uso misto Pirelli Scorpion All Terrain Plus (60% offroad e 40% on road, de acordo coma Ford), também específicos da versão. Isto posto, não há alterações na suspensão e os ângulos de ataque e saída são exatamente os mesmos das outras versões: 28° e 27°, respectivamente. O vão livre do solo é de 232 mm.

O motor é o mesmo da Ranger XLT – o cinco-cilindros turbodiesel de 3,2 litros com 200 cv e 47,9 kgfm de torque, acoplado a uma caixa automática de seis marchas. O sistema de tração 4×4 tem reduzida e diferencial com autoblocante.

Em termos de equipamentos, a Ranger Storm conta com os mesmos equipamentos da Ranger XLS 2.2: sete airbags (frontais, laterais, de cortina e de joelho para o motorista), controles eletrônicos de estabilidade e tração, hill-holder, sistema anticapotamento, protetor de cárter, protetor de tanque de combustível, ar-condicionado dual zone, direção com assistência elétrica, central multimídia com tela de oito polegadas e sistema Ford SYNC 3, câmera de ré e sensor de estacionamento traseiro.

Considerando tudo isto, a Ranger Storm pode ser uma proposta mais interessante que a XLS 2.2, por conter os mesmos equipamentos, motor mais potente (a XLS tem 160 cv e 39,3 kgfm de torque) e um visual mais descolado – e ainda custar R$ 150.990, quase R$ 10.000 a menos que a XLS. Os opcionais são o snorkel e a capota marítima, por R$ 3.060 e R$ 2.600 respectivamente – importante mencionar que eles serão gratuitos para os 60 primeiros compradores. (Dalmo Hernandes)

 

Nissan X-Trail 2021 é registrado no Brasil

Fala-se na chegada do Nissan X-Trail ao Brasil desde meados de 2019. Na época, porém, o diretor de marketing da Nissan no Brasil, Humberto Gómez, declarou que a fabricante esperaria a troca de geração do modelo para lançá-lo aqui.

Pois agora não deve demorar: a Nissan deve trazer a nova geração do SUV X-Trail para o Brasil em 2021, e o modelo até já foi registrado junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI). Sua apresentação deve acontecer ainda neste ano, no segundo semestre.

O novo X-Trail ainda não foi revelado oficialmente, mas as imagens de registro dão alguns detalhes sobre seu visual. A silhueta da carroceria será muito parecida com a atual, enquanto a dianteira ganhará um visual mais imponente com grade maior, faróis em dois níveis e capô aparentemente mais alto.

Ainda não se fala em motorização, mas acredita-se que o novo Nissan X-Trail adotará o sistema híbrido e-Power da Nissan, que utiliza um motor a combustão como gerador de energia e um motor elétrico para a propulsão do veículo. É de se pensar: o sistema não seria inovador demais para o mercado brasileiro?

Sendo assim, não duvidamos que a Nissan aposte em um conjunto mais convencional para nosso mercado. (Dalmo Hernandes)

 

Alfa Romeo Giulia GTe: um clássico elétrico com 525 cv e carroceria de fibra de carbono

Restomods são projetos controversos – pegar um clássico, muitas vezes desejável, e trazê-lo para os dias atuais pode gerar reações negativas dos entusiastas mais tradicionalistas. E, no caso de alguns modelos icônicos, o crime é ainda mais grave. Ainda mais se estivermos falando de um Alfa Romeo Giulia elétrico, afinal o carro é conhecido por ser leve e aproveitar ao máximo a força do belíssimo motor Twin Cam da Alfa Romeo. É uma receita consagrada, perfeita, que não precisa melhorar.

Por sorte, o projeto da preparadora italiana Totem Automobili ao menos não usa a carroceria de um Alfa Romeo Giulia letígimo como base, e sim uma recriação de fibra de carbono do clássico italiano. Seu nome é Alfa Romeo Giulia GTe – e, como o nome dá a pista, ele é um carro elétrico.

A carroceria é feita de fibra de carbono (não fica claro se é uma carroceira da Alfaholics ou uma criação própria), seguindo as linhas e proporções gerais do Giulia, e é montada sobre um chassi quase todo feito sob medida com suspensão MacPherson na dianteira e multilink na traseira. O motor elétrico fica montado no eixo traseiro – e é capaz de produzir 525 cv e 95,8 kgfm de torque. De acordo com a Totem Automobili, é o bastante para ir de zero a 100 km/h em 3,4 segundos. O motor é alimentado por uma bateria de 50,4 kWh montada no assoalho. Segundo a Totem Automobili, bateria garante autonomia de 320 km com uma carga e está entre as mais leves do mercado, com 350 kg. A bateria é arrefecida a líquido – por isto é possível ver um radiador montado na dianteira em algumas das imagens.

A Totem Automobili diz que apenas 10% dos componentes originais do minobloco são utilizados, e que todo o resto é feito sob medida – o que inclui reforços estruturais de alumínio nas laterais, na dianteira e na traseira (compensando a falta de para-choques, inclusive), além de uma gaiola de proteção integrada e oculta. Eles também afirmam que cada carro será feito de acordo com as preferências do cliente, incluindo a opção por amortecedores ajustáveis Bilstein ou um sistema de suspensão a ar; a ergonomia do interior e, claro, detalhes como pintura e acabamento interno. Por dentro, aliás, o carro trará uma mistura de elementos clássicos, como bancos concha costurados à mão; e modernos, como quadro de instrumentos digital e sistema multimídia com tela sensível ao toque.

Ainda não se fala em preços. O que se sabia: o Giulia GTe seria apresentado durante o Goodwood Festival of Speed em 2020, mas com o evento adiado, ainda não há uma data. (Dalmo Hernandes)

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