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Zero a 300

BMW lança nova geração do X3, Alpine A110 acelera em Nürburgring, Lotus poderão ser fabricados na China e mais!

Este é o Zero a 300, nossa rica mistura das principais notícias automotivas do Brasil e de todo o mundo, caro car lover. Assim você não fica destracionando por aí atrás do que é importante. Gire a chave, aperte o cinto e acelere com a gente!

 

Este é o novo BMW X3

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A BMW apresentou nesta semana a nova geração do seu SUV médio, o X3. Agora precisando encarar uma concorrência mais forte do que nunca, o modelo vem baseado na nova plataforma modular CLAR, já utilizada nas atuais Séries 5 e 7, que aumentou suas dimensões para 4,72 m de comprimento, 1,90 m de largura, 1,68 m de altura e 2,86 de entre-eixos sem um aumento significativo de peso: apenas 3 kg nas versões de quatro cilindros e 20 kg na versão de topo, a M40i que substitui a antiga M35i.

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Esta, aliás, será a versão de topo da linha X3 (ao menos até a chegada do X3 M). Equipada com o seis-em-linha turbo de três litros da marca, ela tem 360 cv de 5.500 rpm a 6.500 rpm e 51 mkgf de torque de 1.520 rpm a 4.800 rpm — números que ajudam o SUV a acelerar de zero a 100 km/h em 4,6 segundos e chegar à velocidade máxima de 250 km/h limitada eletronicamente.

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O modelo terá tração integral de série (xDrive), e, sendo uma versão M, também terá escape, freios, direção com relação variável e rodas de 19 polegadas da divisão esportiva. Os opcionais serão rodas e 20 ou 21 polegadas, além da suspensão adaptativa.

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Além do X3 M40i a nova geração do X3 também terá duas versões a diesel: a xDrive 20d e xDrive 30d. A primeira é equipada com o motor 2.0 turbodiesel de 190 cv a 4.000 rpm e 40,8 mkgf de 1.750 a 2.500 rpm. A segunda usa o 3.0 seis-em-linha turbodiesel de 265 cv a 4.000 rpm e 63,2 mkgf de 2.000 a 2.500 rpm. Por último, o X3 ainda terá uma versão 2.0 turbo a gasolina, a xDrive 20i. Todas elas serão equipadas com o câmbio ZF 8HP de oito marchas, já adotado nos demais modelos da marca.

Novo Land Rover Discovery chega às lojas do Brasil

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Depois de quase três meses de pré-venda, o novo Land Rover Discovery chega às concessionárias da marca no Brasil. O SUV será vendido em três versões de acabamento com duas opções de motorização, além da série especial de lançamento First Edition.

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Todas elas serão vendidas apenas na versão V6 3.0 turbodiesel, de 258 cv e 61,2mkgf, capaz de levar o SUV aos 100 km/h em 8,1 segundos. O modelo a gasolina será vendido apenas por encomenda, e custará R$ 5.000 a menos Os preços partem de R$ 363.000 (ou R$ 358.000 na versão a gasolina) na versão de entrada SE, que vem com faróis de LED, bancos de couro com ajustes elétricos, ar-condicionado de duas zonas, sensores de estacionamento na frente e na traseira, câmera de ré, rodas de 19 polegadas e sistema multimídia com tela de oito polegadas, GPS, Bluetooth e 10 alto-falantes.

Logo acima está a versão HSE, de R$ 389.000 (ou R$ 384.000 a gasolina), que inclui faróis de neblina, rodas de 20 polegadas, faróis de LED com facho adaptativo, ar-condicionado de três zonas, ajuste elétrico da coluna de direção, abertura elétrica do porta-malas, sistema multimídia com tela de 10,2 polegadas, GPS, Bluetooth e 11 alto-falantes.

No topo da linha está a HSE Luxury, de R$ 429.000 (ou R$ 424.000 na versão a gasolina), que acrescenta à lista da HSE um teto solar panorâmico, bancos com ventilação e aquecimento, geladeira no console central, bancos de couro Windsor, iluminação interna configurável, acabamento cromado nas maçanetas, abertura automática do porta-malas e sistema multimídia com câmera de 360 graus, TV digital e 17 alto-falantes.

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Por último, há ainda a série especial First Edition, limitada a 55 unidades no Brasil. Ela será baseada na HSE Luxury e, por R$ 469.000, inclui rodas de 21 polegadas, rebatimento elétrico da segunda e terceira fileira de bancos, volante com aquecimento, sistema de partida e destravamento sem chave, chave “Activity Key” em forma de pulseira a prova d’água, acabamento externo com detalhes pintados de preto e carroceria em Laranja Namib, Prata Silicon ou Preto Faralon.

 

Alpine A110 é flagrado em Nürburgring

Já faz mais de três meses que a Alpine revelou seu novo A110, mas até agora ainda não o vimos em ação no mundo real. Até agora, pois o esportivo francês foi flagrado pelo canal do YouTube FastSportsCarDriver acelerando em Nürburgring Nordschleife, durante a semana de testes dos fabricantes no circuito.

No vídeo podemos ouvir um pouco do motor 1.8 turbo de 250 cv e 32,6 mkgf, que aparentemente tem um ronco mais encorpado que os números poderiam sugerir. Também podemos notar um pouco do equilíbrio dinâmico do carro nas entradas e saídas de curva, com a agilidade típica dos esportivos leves.

Como o Alfa Romeo 4C e os Lotus, a Alpine concentrou seus esforços na redução de peso e, por isso, o A110 terá 1.080 kg segundo a fabricante francesa. Como resultado, os 250 cv são suficientes para levar o pequeno gaulês aos 100 km/h em apenas 4,5 segundos e à velocidade máxima de 250 km/h — limitada eletronicamente.

 

Próximos modelos da Lotus poderão ser feitos na China

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Se você acompanha o FlatOut diariamente não é novidade que a Geely arrematou 51% da Lotus há cerca de um mês, junto com 49,9% de sua antiga proprietária, a Proton. Normalmente, quando as fabricantes trocam de mãos, a única mudança significativa é a origem do dinheiro: fábricas e unidades de desenvolvimento costumam ficar onde estão. É por isso que a Volvo não se tornou chinesa, nem a Jaguar Land Rover indiana. Mas com a Lotus poderá ser diferente.

Segundo o Bloomberg, o presidente da Geely, Li Shufu, está considerando deslocar a produção dos Lotus de Ethel, na Inglaterra, para a China. A intenção é tornar a Lotus uma marca com rentabilidade consistente, aproveitando o recente sucesso do Evora 400 e do Evora Sport 410. Além disso, a marca tem engatilhada uma nova geração do Elise e do Exige, bem como um SUV (sim, de novo essa história), que poderiam ser construídos na China compartilhando tecnologia de outros modelos do grupo.

A ideia de ter um Lotus chinês soa bizarramente errada, mas não há motivos para crer que a marca perderá sua identidade. A Geely conseguiu tornar os Volvo relevantes novamente sem afetar a identidade sueca da marca. Por que seria diferente com os Lotus?

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