Edição diária: 17/06/2019
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Zero a 300

BMW M1 é encontrado depois de 35 anos guardado, Richard Hammond fala sobre o Brasil, SUV Lambo será híbrido e mais!

Este é o Zero a 300, nossa rica mistura das principais notícias automotivas do Brasil e de todo o mundo, caro car lover. Assim você não fica destracionando por aí atrás do que é importante. Gire a chave, aperte o cinto e acelere com a gente!

 

Um BMW M1 abandonado por quase 35 anos

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Além de ser o único supercarro produzido pela BMW em seus 100 anos de história, o BMW M1 também é um carro especialmente raro. Em seus quatro anos de produção foram fabricadas apenas 457 unidades — somando modelos de rua e de competição — e, por isso, seria de se esperar que todos estes exemplares estivessem cuidadosamente guardados em coleções ao redor do mundo. Mas não foi bem assim.

 

Este exemplar vermelho que você vê nestas fotos foi encontrado no final de dezembro passado depois de passar os últimos 35 anos em uma garagem coberto de poeira. Trata-se de um dos últimos M1 produzidos, provavelmente em dezembro de 1980, já como modelo 1981. O carro foi usado por um ano, no qual acumulou seus 7.329 km, antes de ser guardado no local onde ficou desde 1982.

Ele agora foi recuperado por uma oficina alemã chamada Mint Classics, especializada em BMW antigos, que irá restaurá-lo e entregá-lo a um novo proprietário que, com sorte, não o deixará voltar para uma garagem escura e empoeirada.

 

Drifters batem recorde mundial de “maior marca de pneu no asfalto”

Embora recordes pareçam algo objetivo, graças à popularização do Guinness Book, você pode quebrar um recorde de absolutamente qualquer tipo, mesmo que ele não faça o menor sentido como “o maior número de chaves retiradas de um chaveiro por um papagaio“. E embora recordes automobilísticos tenham relação com tempos de volta, aceleração e/ou frenagem, ou ainda velocidade máxima e aceleração lateral, volumes e dimensões, uma dupla de drifters acaba de quebrar um recorde automotivo um pouco… diferente.

Que tal: “maior marca de pneu do mundo”? Foi o que os pilotos sauditas Abdulahdi Al-Qahtani and Muath Al-Essa fizeram. A bordo de dois Mustang da Al Jazirah Vehicles, uma rede de revendedores Ford da Arábia Saudita, a dupla riscou o piso de concreto de um estacionamento com uma marca ininterrupta de 883,98 metros  no formato do laço rosa que simboliza a conscientização sobre o câncer de mama — que foi a motivação para esta ação publicitária. Tanto a fumaça dos pneus de burnout quanto a marca no asfalto tinham a pigmentação rosa que simboliza a campanha.

 

Richard Hammond acha que “é uma boa hora para vir ao Brasil reclamar do asfalto”

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Nos primeiros dias deste ano a revista Veja decidiu entrevistar Richard Hammond sobre a “nova fase” do apresentador e seus colegas, que estrearam mundialmente “The Grand Tour” alguns dias antes do Natal.

Na conversa, Hammond fala sobre as diferenças e semelhanças entre estar na Amazon e no Top Gear, diz o que pensa sobre as mudanças na indústria automotiva e até sobre seus acidentes. Mas ao encerrar a entrevista, a revista Veja questiona Hammond sobre a possibilidade de “The Grand Tour” passar pelo Brasil. A resposta? “Me disseram que o asfalto das cidades brasileiras não é lá essas coisas. Então talvez seja hora de ir ao país para reclamar disso.”

Hammond já esteve no Brasil no final de 2015 para realizar um sonho de sua juventude, que era fotografar a Amazônia. A galeria de fotos do apresentador pode ser vista neste link.

 

 

Lamborghini Urus terá versão híbrida

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Embora a Lamborghini tenha apresentado um conceito chamado Asterion, sugerindo a possibilidade de um modelo híbrido em sua linha, o primeiro carro da marca a adotar motores elétricos auxiliares será o SUV Urus.

É o que disse o diretor de pesquisa e desenvolvimento da Lamborghini, Maurizio Reggiani, à revista britânica Autocar. Segundo o engenheiro, o Urus será o único veículo da marca a usar motores turbo ou híbridos. À revista, Maurizio ainda disse que o motor turbo é necessário pois SUVs precisam de muito torque e que o conceito evoluiu significativamente desde o último conceito apresentado, em 2012.

Não há detalhes, nem uma citação de Reggiani sobre o sistema híbrido, porém a Autocar salienta que ele usará um sistema elétrico de 48 volts, que substitui o motor de partida e alternador por um motor elétrico/gerador conectado ao virabrequim do motor a combustão.

 

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