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Zero a 300

BMW Série 1 agora é nacional (e mais barato), o novo Escort de Ken Block em ação com Ryan Tuerck, o novo Mini conversível e mais!

Este é o Zero a 300, nossa rica mistura das principais notícias automotivas do Brasil e de todo o mundo, caro car lover. Assim você não fica destracionando por aí atrás do que é importante. Gire a chave, aperte o cinto e acelere com a gente!

 

BMW Série 1 começa a ser fabricado no Brasil e fica mais barato

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Depois de dez meses desde a apresentação da Série 1 reestilizada, a BMW começou a produzir o modelo em sua fábrica brasileira de Araquari/SC. A nacionalização do modelo também trouxe uma boa notícia: o Série 1 ficou mais barato.

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O hatch nacional estreia nas versões 120i Sport ActiveFlex e 120i Sport GP ActieFlex — ambas equipadas com o motor 2.0 turbo flex de 184 cv  e 27,5 mkgf que já equipa o Série 3 nacional, e com o câmbio automático de oito marchas adotado desde o lançamento da atual geração. O conjunto leva o 120i de zero a 100 km/h em 7,2 segundos.

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A principal novidade do modelo é o visual da dianteira e da traseira. Os faróis ficaram menores e com ângulos mais planos, enquanto as lanternas traseiras foram horizontalizadas, avançando sobre a tampa do porta-malas e ganhando luzes de LED. Os para-choques também mudaram sutilmente, e o escape ganhou saída dupla.

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Com a nacionalização, o modelo Sport ActiveFlex de entrada passou a custar R$ 109.950 (uma redução de R$ 15.000 em relação aos R$ 124.950 do importado), enquanto o Sport GP ActiveFlex passou para R$ 119.950 (R$18.000 mais barato que o modelo importado, de R$ 137.950).

 

Ken Block empresta seu novo Escort Hoonigan para Ryan Tuerck

No começo da semana vimos o novo-velho Escort de Ken Block modificado recentemente por sua equipe Hoonigan para drifts — o carro originalmente era usado em alguns eventos de rali. Diferentemente de todos os outros carros de Kenny, ele não usa nenhum tipo de sobrealimentação (o motor é um 2.3 aspirado que gira 9.000 rpm!) e tem tração somente nas rodas traseiras (veja todos os detalhes nesse post). Um drifter totalmente oldschool, portanto.

A estreia do carro, contudo, não foi em um novo “Gymkhana 43”, e sim em um vídeo bastante despretensioso, em que Ken Block empresta o carro para seu camarada Ryan Tuerck dar uns rolês de lado. Se você estava ansioso para ver o carro em ação nas mãos de um cara que sabe como fazer o balé drifter, aqui está. Depois de assistir, conte pra gente o que você achou do velho Escort brincando como se fosse um jovem Fiesta.

 

Mini conversível aparece antes do lançamento em Tóquio

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A versão conversível da atual geração do Mini deveria aparecer somente no Salão de Tóquio, que começa na próxima semana, mas parece que a fabricante não quis esperar e divulgou todas as informações do modelo nesta sexta-feira (23). O visual traz as mesmas novidades do hatch: para-choques maiores e mais agressivos, novos faróis e uma nova plataforma, claro.

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Como seu irmão hatchback, o Mini conversível ficou maior, mais largo e mais alto — são 3,82 m de comprimento (um aumento de 9,8 cm), 1,72 m de largura (4,4 cm a mais) e 1,41 m de altura (0,1 cm a mais). O porta-malas também ficou maior mesmo com a capota fechada, chegando a 215 litros com o teto fechado e 160 litros com ele recolhido.

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Os motores são os mesmos 1.5 turbo de 136 cv e três cilindros e o 2.0 turbo de 192 cv (que também terá uma variação de 231 cv para a versão John Cooper Works — leia mais sobre ela em nossa avaliação). O mecanismo da capota também foi modificado em relação à geração anterior, ele ficou mais leve, silencioso e rápido, e permite realizar a abertura ou fechamento em 18 segundos em velocidades de até 30 km/h.

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Em relação ao hatch, o conversível ficou 120 kg mais pesado — resultado dos reforços estruturais típicos de conversíveis e do mecanismo da capota. Mais informações sobre o conversível serão divulgadas na próxima semana, quando ele for apresentado oficialmente no Salão de Tóquio.

 

 

Volkswagen lança edição retrô da Caravelle – a sucessora europeia da Kombi

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Enquanto a Kombi não ganha uma sucessora no mercado brasileiro, na Europa suas herdeiras mostram como se aproveita o carisma da Velha Senhora mesmo com o visual moderno. É o caso da Caravelle Generation Six, um tributo à Kombi original, com pintura saia-e-blusa vermelha e branca.

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Como o nome sugere, o modelo é a sexta geração da van, e vem equipada com rodas de 18 polegadas com estilo retrô, faróis e lanternas de LED, retrovisores elétricos com aquecimento e emblemas comemorativos. No lado de dentro a Caravelle tem bancos de Alcantara, volante multifuncional, luz ambiente e equipamentos como cruise control e sistema multimídia com navegação GPS.

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A “Kombi” pode ser equipada com duas opções de motores: um 2.0 turbo de quatro cilindros de 150 cv e uma outra variação do mesmo motor, porém com 204 cv. O câmbio é sempre o DSG de sete marchas.

 

Concessionária de SP vende smart por R$ 1 se…

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… você comprar um Mercedes Classe E. A promoção foi a forma que a concessionária Divena, de São Paulo, encontrou para esgotar os estoques do smart ForTwo — que ganhou uma nova geração na Europa — e do Mercedes-Benz E400 Avantgarde e E350 Avantgarde — ambos ano/modelo 2014/2014 e prestes a sair de linha com a chegada da nova geração em 2016.

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O E350 Avantgarde é equipado com um motor 3.5 V6 de 306 cv, capaz de ir de zero a 100 km/h em 6,3 segundos e à máxima de 250 km/h. Ele custa R$ 305.500, mas já não é mais importado pela marca alemã. O E400, por sua vez, vem com o mesmo V6 3.0 porém equipado com dois turbos para produzir 333 cv e chegar aos 100 km/h em 5,3 segundos. O preço do modelo é R$ 315.900. O smart ForTwo, por sua vez, tem seu preço de tabela em R$ 72.900, o que levaria a compra “casada” para próximo dos R$ 400.000.

 

Mazda fará recall de modelos produzidos há mais de 20 anos

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Ninguém que dirige um carro com mais de 20 anos espera alguma assistência do fabricante, mas segundo o site “The Detroit News”, é o que irá acontecer com mais de um milhão de proprietários de modelos da Mazda com um pequeno defeito de fabricação.

Os modelos 323 e Protege produzidos entre 1990 e 1996, os 626 produzidos entre 1993 e 1998, os 929 produzidos entre 1993 e 1995, os MX-6 entre 1993 e 1997, os MPV produzidos entre 1989 e 1998 e os Mazda MX-3 produzidos em 1992 e 1992, são todos equipados com um tambor de ignição que pode superaquecer e pegar fogo. A Mazda afirmou que o problema é causado por excesso de graxa nos contatos elétricos durante a manufatura.

Segundo a fabricante até agora nenhum caso foi reportado, mas fará a substituição das peças a partir de dezembro nos EUA. Não há detalhes se são apenas os modelos do modelo americano. Desses modelos, o Protegé, o MX-3, o MPV e o 626 foram importados para o Brasil nos anos 1990 — exatamente o período abrangido pelo recall. Contudo, a Mazda já não tem representação oficial no país desde 1998, o que inviabilizaria um eventual recall por aqui.

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