Circuito de Suzuka: a história de uma das últimas arenas à moda antiga da Fórmula 1

Dalmo Hernandes 30 setembro, 2014 63
Circuito de Suzuka: a história de uma das últimas arenas à moda antiga da Fórmula 1

Com o fim da temporada de Fórmula 1 se aproximando, mais uma vez a maior categoria do automobilismo vai para o oriente: no domingo (5) acontece o Grande Prêmio do Japão que, desde 1987 é realizado no Circuito de Suzuka (com exceção de 2007 e 2008, quando foi para Fuji Speedway). O FlatOut acha que esta é uma boa hora para contar a história da pista, que nasceu da mente de Soichiro Honda — e é parte essencial da história da fabricante que leva seu sobrenome.

Soichiro Honda é considerado por muitos entusiastas como um dos maiores visionários da indústria — o homem passou de dono de uma fabricante de peças para a Toyota a presidente da maior fabricante de motos do mundo e uma das maiores fabricantes de automóveis.  Boa parte disso se deve ao seu espírito empreendedor e sua determinação em fazer o melhor possível sem se importar muito com as consequências, especialmente financeiras.

Mas sua contribuição para o mundo das corridas não foi apenas com as motos e carros que fabricou. Ele também construiu um dos autódromos mais famosos do planeta: o circuito de Suzuka, na cidade de mesmo nome.

Dizem que a história começou em uma tarde de 1959, quando Soichiro Honda sobrevoava os campos de arroz próximos a Suzuka e pensou “bem que aquilo poderia ser uma pista para minhas motos!”. Dias depois, ele comprou as terras e levou todo o maquinário necessário para transformar aquela plantação em um dos circuitos mais importantes da Terra do Sol Nascente.

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Suzuka no início da década de 1960: homens trabalhando

O fato é que, embora a visão que temos do Japão hoje seja a de um país avançadíssimo, na metade do século passado a ilha estava um pouco defasada em infraestrutura em relação ao resto do mundo. O crescimento quase desenfreado da economia japonesa foi começar na década de 60, quando os impactos da Segunda Guerra finalmente se dissipavam. Antes disso, porém, o Japão era um país cheio de estradas de terra nas montanhas e quase nenhum circuito de corrida. Os que existiam eram precários demais, com asfalto ruim e péssima infraestrutura — além da falta de espaço físico, que não era um problema tão grande como hoje no Japão, mas já existia. Foi Suzuka que mudou isto.

Como dissemos há pouco, Soichiro Honda não media esforços ou gastos financeiros em nome da excelência. Sendo assim, quando decidiu construir Suzuka, ele se inspirou nos melhores circuitos europeus — especialmente Isle of Man. Quando a Honda se propôs a correr no Tourist Trophy, na década de 1950, o Sr. Soichiro investiu uma grande quantia na equipe. A primeira vitória só veio em 1962, com o britânico Mike Hailwood na categoria até 125 cm³. Depois disso, a Honda dominou todas as categorias até 1968 — 250, 350 e 500 cm³.

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Isto custou à Honda muito dinheiro e teria colocado a sobrevivência da marca em risco se não fossem as vendas de motos e carros, que dispararam naquela época. Mas todos aqueles anos correndo na Europa também deixaram o Sr. Honda determinado: ele faria um circuito como os europeus no Japão, não importando o que fosse preciso.

Paralelamente aos seus esforços nas competições de moto, Soichiro começou a investir na construção do circuito. As terras foram compradas em outubro de 1959 e a construção de fato começou em 1960.

O desenho da pista ficou a cargo do projetista holandês John Hugenholtz — que, entre outras coisas, foi diretor do circuito de Zandvoort de 1949 a 1974. Dizem que ele recebeu um telegrama de Soichiro Honda que só dizia o seguinte:

Estou construindo um autódromo. Venha para o Japão. S. Honda.”

Verdade ou folclore, o fato é que Suzuka foi o primeiro de uma série de circuitos lendários que tiveram a mão de Hugenholtz — outros que se seguiram foram Hockenheim (um trecho, na verdade) e Jarama, na Espanha.

zuzuka

O traçado de Suzuka é em formato de “8” — um dos poucos no mundo. Largo, com asfalto suave e uma boa variedade de curvas — algumas mais rápidas, outras mais técnicas —, como já não se faz hoje em dia. Suzuka recebeu sua primeira corrida ainda em 1962, com apenas seis motos no grid. Um ano depois, a Fórmula 1 chega ao circuito, em uma corrida que não fazia parte do campeonato, vencida pelo britânico Peter Warr em um Lotus-Cosworth. A primeira corrida de Fórmula 1 a fazer parte do calendário oficial aconteceu em 1987, e foi vencida por Gerhard Berger, piloto da Ferrari.

Desde então, inúmeros campeonatos de Fórmula 1 foram decididos em Suzuka, que tradicionalmente recebe a F1 no final da temporada (quando não é a última corrida). Dos quatro anos conscutivos em que Sebastian Vettel ficou com o título do mundial de pilotos entre 2010 e 2013, três tiveram vitórias suas em Suzuka.

Mas o circuito de propriedade da Honda também se tornou imediatamente a pista de testes nº 1 da companhia — que começou a fabricar automóveis em 1963. Modelos icônicos da marca foram testados lá para aperfeiçoar suas qualidades dinâmicas. O mais notável deles é, sem dúvida, o Honda NSX que, segundo consta, teve no feedback de Ayrton Senna (muito próximo da Honda pelo envolvimento da companhia com a McLaren no início dos anos 1990) parte essencial de seu desenvolvimento.

suzuka (2)

Desde o início Suzuka adquiriu a fama de ser um circuito muito rápido. Isto se deve, principalmente, à famosa curva 130R, que tem este nome porque, originalmente, tinha um raio de 130 metros. Muito rápida, contornada de pé cravado a mais de 300 km/h, a 130R foi palco de alguns acidentes terríveis em seu formato original e passou por duas modificações motivadas por acidentes graves: Allan McNish em 2002 e o motociclista Daijiro Kato em 2003 — este, fatal. A curva foi transformada em duas, agora chamadas de 85R e 340R.

Suzuka é um dos circuitos mais antigos da Fórmula 1, e também um dos mais tradicionais do Japão. Hoje em dia o autódromo está m ais para um complexo de entretenimento, e não apenas um circuito — com um parque de diversões, um shopping center, um museu, uma pista de boliche e um circuito de motocross adjacentes, além de movimentar o comércio e o setor turístico da região.

Contudo, seu desenho à moda antiga — um dos últimos sobreviventes da era dos “Tilkódromos” — permanece clássico e desafiador, mesmo com as modificações. No próximo fim de semana, poderemos ter mais uma demonstração disto.

130R

  • Pé de Pano

    A defesa civil tem que interditar os circuitos de Tilke.

    Suzuka, Montreal, Mônaco, Interlagos e Monza são os últimos de sua “raça”, sem sombras de dúvidas.

    Se liguem na emoção, uma corrida de tartarugas é mais divertido:

    https://www.youtube.com/watch?v=88b7VqEeisc

    • Esse circuito da russia é uma piada de mal gosto…

      Engraçado que o ÚNICO circuito legal do Tilke, sai do calendario, o da Turquia….

      • Guilherme Guimarães

        Austin é da hora também!

        • Ai é questão de gosto, eu acho uma merda, tanto de ver corrida quanto de correr(no F1 2013. kkk)

        • HighwayStar_84

          Graças ao tar do futibór, eu nunca assisti a essa corrida dos EUA…e como não tenho tv por assinatura…

    • Vitor Souza

      Os Tilkódromos da F1 são como as “mile and a half” da NASCAR.

      Uma vez o Kenny Wallace foi perguntado sobre o que ele achava do oval do Texas. E respondeu: “eles estão tão cansados por construir condomínios que não podem arrumar a pista”.

    • HighwayStar_84

      Cara…eu até hoje fico indignado com o que fizeram com Hockenheim!!! Aquilo foi assassinato!!! O Tilke cagou, sentou e rebolou na pista…

      Pra mim aquele autódromo que eles correm na Alemanha hoje não é Hockenheim…

      Isso sim é Hockenheim:

      https://www.youtube.com/watch?v=eKr3w1lPTOQ

      • Willian Xavier

        Ai sim, melhor ainda com esse v12 lamborghini berrando alto!

      • Guest

        A visão dos carros cortando a floresta era sensacional. Com faísca então…

        https://www.youtube.com/watch?v=6GZ6-pGj1-Y

      • MBrinaM

        Juntando o útil ao agradável:
        https://www.youtube.com/watch?v=bwnQzuKvIdc

      • Alvaretts

        Ow man, óbvio que ele fez cagada, mas Hockenheim era um puta perigo pra qualquer coisa com mais de 200cv… e pra isso os alemães já tem o Green Hell ;P

        • HighwayStar_84

          Se o problema é esse, poderia ter feito como no Green Hell, faz esse traçado pra F-1, mas preserva o original pra outras categorias…

          • Alvaretts

            Aí sim, seria o ideal… e sem o Tilke.

          • Lucas dos Santos

            Tem ainda a questão dos “ecochatos”, que reclamavam da pista passar pelo meio da floresta.
            Por isso o traçado original não foi mantido. Arrancaram o asfalto para fazer plantio de árvores no local e “restaurar” a floresta.

      • SuzukaDriver90

        Somos dois, amigo Highway. Tilke transformou um traçado cheio de personalidade, o único de seu tipo em apenas mais um no meio da multidão!

    • Lucas dos Santos

      Sem dúvidas. E das pistas que você citou, apenas Montreal e Interlagos permanecem com o traçado sem nenhuma alteração feita pelo Tilke – áreas de escape de asfalto não contam.

    • Lucas dos Santos

      Olha só o que ele ia fazer com Donington, se tivesse dado certo da pista voltar para a F1 em 2009:

      http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Circuit_Doningtonpark_pre_2010.png

      • odaiVecoV

        Ainda bem que interlagos foi remodelado antes do Tilke…mesmo que não seja nem metade do que era nos anos 70… ainda poderia ter ficado pior.

        • André

          Por falar em Interlagos,…isso é uma coisa que acho inaceitável o que fizeram com ele….apesar de ter sido pitaco de Senna (e olha que sou fã) ficou horrível…..
          E outra, PQ KCT NÃO MANTER O TRAÇADO ANTIGO??????QUE ERA FODÁSTICO BTW!!!!

          • Lucas dos Santos

            Infelizmente, o encurtamento da pista foi a condição para que ela voltasse para a F1. Isso teria ocorrido com pitaco ou sem pitaco.

            Quanto ao traçado antigo, realmente deveriam ter mantido ao menos para as outras categorias.

  • John Ross

    [off topic] Se eu mandar da Inglaterra, como presente, para o meu pai os farois e lanternas de um Nissan Silvia, paga-se impostos? Alguem sabe?

    • Antonio Delfino

      acho que se voce comprar pela internet com o cartão brasileiro vai rolar o IOF de cobrança, quanto a alfandega se a peça passar de 500 dolares eu tenho certeza que vão cobrar impostos.

      • John Ross

        Obrigado, IOF nao e’ problema pois vou comprar com cartao daqui mesmo, mas se eu declarar na nota que e’ presente, posso colocar o valor que achar melhor certo? A alfandega confere valor de presentes?

        • MacchinaOne

          Nem adianta tentar mandar como menos de 50US pq não vai colar, mas manda um valor baixo tipo 100US se taxarem o custo sera baixo. Na alfandega eles tem planilhas com o custo de tudo que existe não adinta tentar engana-los se eles não sabem o preço eles se informam.

          • John Ross

            Excelente!, Vou mandar em 5 caixas e colocar um s valores estapafurdios tipo £59.37, tomara que passé. Valeu

  • Vinícius Afonso Oliveira

    Gente, a realidade é que os circuitos do Tilke só são “chatos”, porque a F1 é “superdimensionada” para qualquer autódromo. Não estou eximindo da conta as aberrações de Sochi e Yeongam. Mas tenham em mente que as pistas de Istanbul Park, Austin e a Sepang são excelentes circuitos. Em tempo, outras categorias fazem boas corridas em Abu-Dhabi. Lembram da V8 Supercars?
    https://www.youtube.com/watch?v=gwTTKGNvZpM

    • Lucas dos Santos

      Também concordo que, “cotovelos” à parte, as pistas citadas são as melhores obras do Tilke.

      Istanbul Park é a melhor delas, pena que as corridas de Fórmula 1 realizadas por lá não atraíam público. A única coisa a lamentar é que, com o sucesso da “Curva 8” de Istanbul, todo novo circuito do Tilke passou a ter uma curva “multi-apex”, o que acabou se tornando um “clichê”.

      • Alvaretts

        Os cotovelos são um saco porque deveriam ser incluídos (temporariamente e com áreas de pista mais largas nas alterações) apenas pra F1, o que ele fez foi isso se tornar regra em todos os traçados, em detrimento das demais categorias.

    • PortnoyLima

      Pergunta de Level 0, mas quais são os Helden?? Commodore/Monaro?

      • Vinícius Afonso Oliveira

        Holden Commodore. Os Monaro eram usados nas 24 Horas de Bathurst.

    • SuzukaDriver90

      Mas Yas Marina é uma aberração também! O lugar é absolutamente fantástico, o problema é que esqueceram de fazer um traçado decente!

  • Leiner Vitor

    Parece que tudo que tem de bom no automobilismo ou esta no passado, ou é do passado…

    Triste realidade, quanto mais apaixonado vc é, mas vc curte as coisas que ou não são mais atuais, ou não existem!!

  • scarface
    • AHSOliveira

      Depende do preço, mas por preucação já consideraria uma retífica.

  • Kenji555

    Interessante notar que nessa foto da década de 60 ainda não existia a chicane na última curva. Queria achar mais fotos antigas assim de Suzuka, parece que praticamente não existe registro do circuito antes de terem feito a chicane. ‘-‘

    • Dalmo

      dificil achar mesmo, eu nao consegui

  • Lucas dos Santos

    Uma curiosidade é que Suzuka, assim como Imola, também tem uma curva que foi batizada com o nome de um piloto que se acidentou nela – e sobreviveu.

    É a curva Degner, que vem logo antes do trecho inferior do “8”. Até 1986, essa curva era como se fosse um “hairpin longo”, de alta velocidade. Conta a história que, um motociclista alemão chamado Ernst Degner se acidentara ali durante um evento, sofrendo sérias queimaduras, das quais se recuperaria mais tarde.

    Em um ato de gratidão pelas consequências não terem sido piores, a curva ganhou o nome do piloto. Somente a partir de 1990 é que ela passou a ter o atual perfil “double-apex”, criando assim espaço adicional para uma área de escape maior. Isso tornou a curva mais segura, porém não menos desafiadora.

    A propósito, por curiosidade, além da curva Villeneuve de Ímola, há mais pistas que tenham alguma curva com o nome de algum piloto que tenha se acidentado nela?

    • ituano_voador

      No circuito de Bremgarten, na Suíça, havia a curva Trintignant, homenagem ao meu avatar, Maurice Trintignant, que lá se acidentou no GP de 1948. E no circuito de Reims, na França, havia a curva Annie Bousquet, também em lembrança a uma piloto francesa que faleceu em um acidente no local, nas 12 Horas de Reims de 1956; são os que me lembro no momento.

      • Leonardo Bonassoli

        Curva do Berger em Interlagos.

  • Tales Cardoso

    Circuito Oval projetado por Tilke:
    http://images.uncyc.org/pt/1/18/Oval_herman_tilke.png

    • castilho17

      faltou um hairpin ai cara..
      acho que é fake

    • Marcelo Mussarelli Corghi

      o oval do tilke ia ter 4 curvas lentas em 90%

  • Doge
  • Suzuka é tão interessante que gosto dela no Gran Turismo.

  • Diego Tobias
  • SuzukaDriver90

    Aê FlatOut! é nóis! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  • Daniel Garcia

    Um pista muito rápida e bem técnica, sem falar que suas curvas (praticamente todas) favorecem e muito o drift.
    No Forza é uma delícia fazer curvas de lado nela.

  • Riashe

    Bom Dia.

    O povo já deve ter visto este video.

    Aqueles casos por acaso de super carros se encontrarem no sinal é resolverem fazer um Street Drag,pois é no caso deste video estava o cara com um mustang ao parar no sinal deparou com 2 supercarros Mclaren P1 e um Nissan GT-R R-35 e deu no que deu.
    http://www.youtube.com/watch?v=XcvA9zBbuQc#t=41
    Nem preciso teclar que isto é proibido mais,sabe como é.

  • arth_sr

    Além da história poderíamos ter um pouco de aula técnica sobre os circuitos, com fotos de cada curva e melhor maneira de entrar, ponto de frenagem, ponto de aceleração, eu lembro de um post parecido que falava sobre o treinamentos da mitsubishi eu adorei este posto mas esta pista não existe em game nenhum… ;-(
    eu não tenho 4000 disponível para gastar num treinamento mitsubishi de um único final de semana. então tenho que me contentar com o assetto.

    • ituano_voador

      Cara, se você lê em inglês, tenta encontrar em algum sebo o livro The Technique of Motor Racing, de Piero Taruffi, que foi um dos grandes pilotos dos anos 40-50 e um pioneiro no estudo das técnicas de pilotagem. Esse livro foi a bíblia dos grandes pilotos dos anos 60-70; inclusive, no documentário Weekend of a Champion, você pode ver uma cena em que Stewart e Cevert estão discutindo sobre as técnicas de pilotagem em Mônaco com base nesse livro do Taruffi.

      • Fórmula Finesse

        Ele veio ao Brasil certa vez, acho que lá na redação da Quatro Rodas; Expedito Marazzi era um atento ouvinte, assim como alguns pilotos bem tarimbados da época, nas demonstrações de pista.

        • Marcos Amorim

          Grande Marazzi, outro que merecia uma reportagem muito especial. Além de ótimo jornalista também era piloto dos bons, guiou quase tudo que tinha rodas e motor.

  • Rafa Gierwi Gomes

    Essas reportagens sobre circuitos clássicos são demais!

  • Arts_Maverick

    É uma pena imensa que o vídeo do Senna pilotando o NSX tenha aquela música atrapalhando os sons do carro! Queria muito ouvir o som do VTEC subindo de giro e nas reduções, fora os pneus que sem dúvida cantaram muito em algumas das curvas que ele fez no limite…

  • Mokujin

    E é uma pista bem técnica. Bem difícil…….. A galera que treina no simulador sabe como é difícil acertar uma volta 100% limpa em Suzuka

  • Peter Bidel Schwambach

    Suzuka é de longe um dos meus favoritos em simuladores, junto com Monza, Hockenheim, Laguna Seca e Spa.

  • Diego Fernandes

    Formula 1 sem Suzuka e Spa, não é Formula 1. Tanto é que, quando o GP do Japão se mudou temporariamente para o Fuji Speedway, eu nem me dava ao trabalho de acordar de madrugada para assistir.

  • HorsePower

    Na reportagem a foto que está logo acima da parte que se fala da 130R, não é a imagem dela. 130R é aquela curva que antecede a chicane onde Senna e Prost se “beijaram” em 89. É a mesma curva que Vettel fez de pé cravado e com o DRS aberto nos treinos livres em 2011… Impressionante o downforce daquela Red Bull.