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Automobilismo

Como (e por que) o Ford Cosworth DFV se tornou o motor mais vitorioso da F1

Há 16 anos a Fórmula 1 corria com motores V10 aspirados, Michael Schumacher tinha "apenas" cinco de seus sete títulos, Fernando Alonso estreava na Renault, Ralf Schumacher e Juan Pablo Montoya dividiam a garagem da BMW-Williams e o Verstappen do grid era Jos, o pai de Max. Red Bull? Toro Rosso? Race Point?  Ainda eram Jaguar, Minardi e Jordan. Passados estes 16 anos, Jos se aposentou, criou o filho e o colocou na F1. Montoya foi para a Nascar e depois para a Indy, a BMW abandonou a F1, Schumacher faturou outros dois títulos, Alonso foi bicampeão, a Jordan virou Midland, que virou Spyker, que virou Force India, que virou Race Point. Os motores V10 foram trocados por V8 aspirados que, há cinco anos, foram trocados por motores V6 turbo. Essa é a dinâmica da Fórmula 1 moderna — e não apenas dela, mas também do mundo moderno. Pense no seu celular de 2003, em como você assistia aos seus filmes e séries favoritos. Em como você lia notícias, estudava e no carro que você dirigia. Isso se você

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