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Car Culture

Duas horas ao telefone com Anísio Campos

Sexta-feira, 9 de março de 2012. Estou em São Paulo, na casa do meu sogro, esperando o fim de semana. Na época eu estava em meu segundo ano no Jalopnik Brasil e fui chamado para um freela na Car and Driver Brasil — onde trabalhava um certo Juliano Barata. Ele me mandou um email oferecendo duas pautas — uma de design e outra com Rubens Barrichello. A primeira eu matei logo na primeira semana. A segunda... bem, essa eu nunca consegui fazer porque Barrichello estava prestes a fechar com a Indy e sua assessoria optou por não atender nenhum jornalista naquela semana. E eu nem queria falar sobre automobilismo... Com isso, ganhei uma nova missão: fazer uma entrevista curta, de apenas três perguntas, com Anísio Campos. O negócio durou duas horas. Anísio havia sido colunista de design da Car and Driver. Foi um contato fácil. Liguei, me apresentei e expliquei a pauta. Disse que era coisa rápida para não incomodá-lo, sem saber que ele gostava de uma prosa motorizada. Eram perguntas rápidas mesmo

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