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Zero a 300

Fiat terá motores 1.0 e 1.3 turbo, Elon Musk manda um Tesla para o Espaço, Ford apresenta Ranger Raptor e mais!

Este é o Zero a 300, nossa rica mistura das principais notícias automotivas (ou não) do Brasil e de todo o mundo, caro car lover. Assim, você não fica destracionando por aí atrás do que é importante. Gire a chave, aperte o cinto e acelere com a gente!

 

Fiat terá motores turbo no Uno, Argo e Cronos

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Enquanto a Volkswagen colocou um motor turbo em praticamente todos os seus lançamentos dos últimos quatro anos, a Fiat não se preocupou muito com a sobrealimentação nos seus lançamentos mais recentes. Nem mesmo no Argo, que encara o Polo e seu motor 1.0 TSI, nem no Cronos, que irá encarar o Virtus com o mesmo motor.

Mas a Fiat já planeja mudar esta história Segundo o pessoal do Autos Segredos, a Fiat está desenvolvendo versões turbo dos motores 1.0 e 1.3 FireFly. E diferentemente do que você e eu imaginávamos, ele não irá equipar somente o Argo e o Cronos, mas também o Uno. O modelo compacto, aliás, é quem fará a estreia do 1.0 turbo.

Só que isso deve demorar mais do que gostaríamos. A Fiat pretende inaugurar sua era turbo somente em 2020, quando o Uno ganhar uma nova geração. Depois vêm os facelifts de Argo e Cronos, previstos para 2021, que irão estrear o motor 1.3 FireFly turbo. Ainda não há detalhes sobre os motores, mas considerando a média do mercado, é provável que o 1.0 tenha entre 100 e 110 cv enquanto o 1.3 fique na casa dos 150 cv.

 

Ranger Raptor é revelada com motor diesel de 213 cv

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Depois de flagras e teasers e da frustração de não vê-la na apresentação da Ranger em Detroit, finalmente a Ford revelou a Ranger Raptor. E diferentemente do que achávamos, ela não terá o motor EcoBoost de 300 cv do Mustang ou do Focus RS. Em vez disso ela vem com algo mais “raiz”: um 2.0 turbodiesel de quatro cilindros com 50,9 kgfm de torque e 213 cv de potência.

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Isso significa que ela deverá ser menos potente que a versão convencional a gasolina, mas o foco aqui não é desempenho no asfalto, e sim fora dele. Por isso a Ford equipou a Ranger Raptor com tração 4×4 e o câmbio automático de dez marchas desenvolvido em parceria com a GM, além de uma nova suspensão de curso longo da Fox (com coilovers na traseira).

Ford Ranger Raptor

Ela proporciona 283 mm de vão livre, 32,5º de ataque, 24º de transposição e 24º de saída. As bitolas também foram aumentadas para 1.710 mm, as rodas agora são de 17 polegadas com pneus BF Goodrich “all-terrain” e os freios também foram redimensionados, com discos de 332 mm nas quatro rodas.

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O para-choques dianteiro agora é afixado diretamente no chassi para suportar mais impactos, e incorpora luzes de neblina de LED e a grade com persianas ativas para reduzir o arrasto aerodinâmico. O chassi recebeu skidplates na dianteira e na porção central para proteger a transmissão de impactos e/ou pedras.

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A melhor parte é que a Ranger Raptor também ganhou o modo Baja que equipa a irmã maior F-150. Ele melhora as respostas do acelerador, tempos de troca de marcha e controle do turbo, além de manter a tração 4×4 de alta ativada 100% do tempo.

O motivo da adoção do motor diesel pode estar em sua origem e seu destino: a Ranger Raptor foi desenvolvida na Austrália, e será fabricada na Tailândia. Embora a Ford não tenha divulgado se irá vendê-la no lado de cá do planeta, o release diz que “a Ranger Raptor foi feita para atrair a atenção nos países do Pacífico e ao redor do mundo todo”. Será que o Brasil faz parte desse mundo todo?

 

Pietro Fittipaldi na Indy

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Depois de Emerson e Christian, a Indy agora irá receber um representante da terceira geração de pilotos da família Fittipaldi: Pietro, o neto de 21 anos de Emerson, irá disputar sete das 17 etapas do campeonato deste ano, incluindo a Indy 500.

Pietro Fittipaldi, que foi o campeão da agora extinta V8 World Series em 2017, foi contratado pela equipe Dale Coyne. Ele foi chamado pela equipe depois dos testes pré-temporada da Indy, realizados em Sebring no mês passado, e agora irá testar por três dias no oval Phoenix, onde deverá estrear em 7 de abril.

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As provas seguintes serão em Indianapolis, primeiro no circuito misto, em 12 de maio, e depois a Indy 500 em 29 de maio. Depois ele irá disputar as corridas do Texas, Mid Ohio, Porland e Sonoma, que é a prova de encerramento do campeonato.

 

Elon Musk manda Tesla Roadster para o espaço

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Além de forçar a transição da matriz energética dos automóveis da gasolina para a eletricidade, e de planejar popularizar seu sistema de geração e armazenamento de eletricidade, Elon Musk da Tesla também está por trás do projeto SpaceX, que pretende fornecer serviços privados de transporte espacial e reduzir o custo destas operações.

Eles já estão na ativa há dez anos, e realizaram testes bem-sucedidos com seus foguetes desde 2008, embora algumas missões não tenham sido completadas como se esperava. Nesta quarta-feira a SpaceX lançou seu mais recente e mais poderoso foguete, o Falcon Heavy, que conseguiu levar seu módulo de carga além de seu objetivo, e fez dois de seus três núcleos retornarem em segurança à Terra.

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O objetivo do teste era levar um Tesla Roadster — segundo Elon Musk, trata-se de seu próprio Tesla Roadster — até um ponto próximo à órbita de Marte, porém o foguete foi além da órbita marciana, chegando ao cinturão de asteróides entre Marte e Júpiter.

O Tesla ganhou um passageiro: um manequim vestido de astronauta batizado Starman — como a música de David Bowie. O sistema multimídia do carro exibe permanentemente a mensagem “Don’t Panic” e executa a música “Life On Mars”, de Bowie, continuamente — embora você não vai conseguir ouvi-la porque o carro está no vácuo.

Como dito mais acima, dois dos módulos aterrissaram sem problemas, porém o módulo central, de carga, caiu no oceano e alguns de seus pedaços atingiram o navio que deveria recuperá-lo, danificando dois de seus motores.

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Quanto ao Tesla, ele ficará em órbita até que algo aconteça com ele — pode ser amanhã ou pode ser daqui a milhares de anos.

 

CNH digital é adiada

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O Denatran adiou a implementação da CNH digital, que deveria ter entrado em vigência em todo o país até o dia 1º de fevereiro, mas até a data menos da metade dos estados estavam preparados para emitir a CNH eletrônica. Vejam só… que surpresa.

Segundo o Denatran, alguns órgãos e entidades de trânsito precisam fazer ajustes técnicos para que possam emitir o documento. Entre os estados atrasados estão São Paulo e o Rio de Janeiro.

Além do atraso, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) solicitou a adequação da CNH eletrônica nos procedimentos de embarque de passageiros, uma vez que o documento eletrônico tem o mesmo valor legal da identidade/CNH.

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