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FlatOut!
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FlatOut Importante

FlatOut atinge marca de 2 milhões de visitas/mês e 100 mil fãs no Facebook: muito obrigado!

Tivemos um arrepio na espinha quando fechamos o balanço do Google Analytics – a ferramenta que usamos para aferir nossa audiência, junto com o Similarweb – no fim do mês passado: dois milhões. A cada mês que passava, chegávamos mais perto desse número. Fosse um projeto de preparação, seria o equivalente a quebrar a barreira mágica dos 300 km/h depois de muita ralação. E hoje nossa fanpage no Facebook virou o hodômetro, mostrando a marca de 100 mil fãs (aliás, a fã de número 100.000 é uma garota de Angola, país do oeste da África cuja língua oficial é o português) e 12 milhões de pessoas alcançadas. Hellyeah!

A sensação de gratidão a vocês, leitores, é algo permanente e que está imbuído no nosso DNA, porque o FlatOut nasceu como uma comunidade, defendendo uma causa entusiasta que não poderia morrer (caso você não conheça nossa história, leia este post). Com poucos meses, a gente sentia que o site iria formar seus alicerces e crescer, mesmo nascendo na véspera do ano da Copa. Hoje, um ano e meio depois do nascimento e no meio de um cenário político-econômico preocupante no País, atingimos um número que sonhávamos obter do meio para o final de 2016. Muito, mas muito obrigado, de verdade. A cada um de vocês.

Mais do que compartilhar a alegria deste número, estamos recebendo o recorde como uma mensagem de que vocês estão gostando do que nós estamos fazendo e de que a causa entusiasta está se espalhando para novas pessoas – portanto, de que estamos na direção certa. Sempre procurando melhorar, sem imunidade a erros, mas aprendendo com eles.

Neste post, além da celebração, trouxemos o bom e velho “what’s up” para falarmos de diversos assuntos relacionados ao site. Vamos lá?

 

Como melhorar a área de comentários

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Esperamos que vocês tenham curtido o fato de termos conseguido cumprir nossa promessa de estarmos mais presentes nos comentários! Desta vez, destacamos três assuntos que merecem a sua atenção:

OFF-topics: muitos postam os famosos “OFF” nos comentários – sugerindo matérias e/ou mostrando à comunidade algo importante que acaba de pipocar. Não nos incomodamos com isso nos posts nossos, mas gostaríamos que evitassem de fazê-lo no Project Cars. A razão: os donos dos projetos se sacrificam muito para fazer seus carros, depois ralam várias horas extras fazendo os textos e separando as fotos. É muito importante que eles se sintam prestigiados pela comunidade: um “off” no PC pode passar a mensagem de que o projeto do cara é irrelevante.

Haters: é uma dádiva termos tão poucos haters com o volume de audiência que temos hoje. Isso se deve ao elevado nível cultural de vocês, do trabalho incansável dos moderadores e, bem, de uma certa vigilância linha-dura nossa. Mas claro, ocasionalmente aparecem os semeadores da discórdia, com ataques pessoais, críticas e palavras pesadas e ironias. E um ou outro acaba escapando, pois são mais de 1.000 comentários por dia.

A gente sabe que é difícil de resistir à tentação de espetá-los de volta. Mas é isso o que eles procuram: atenção. Muitas vezes, um monte de votos negativos (eles, ao contrário dos positivos, não mostram os autores) ou respostas de reprovações educadas são suficientes para fazer o hater não voltar a incomodar. E, nos casos extremos ou insistentes, banimos o sujeito.

Conhecimento não dá a licença para ser babaca: vira e mexe aparece um tipo de hater que faz bastante estrago: o prolixo. É o tipo que gosta e entende de carros, mas por alguma razão acha que isso dá a licença para ser arrogante e descer o malho nos outros. Estes usuários estarão sujeitos às mesmas regras de um hater comum e poderão ser banidos mesmo sendo “entendidos do assunto”. Em resumo, o equivalente ao “nerd-padrão imbecil e preconceituoso” deste texto aqui será advertido e, caso insista, banido.

 

O momento do FlatOut

Seria irresponsável dizer que estamos num momento tranquilo. O País está quebrado no meio. Temos diversos amigos engenheiros, designers e operários de linha de produção demitidos ou em lay-off. Toda revista ou site automotivo é atingido duplamente: além da crise econômica que afeta diretamente a indústria automotiva (e em consequência, derruba vertiginosamente a publicidade), há uma crise de mídia – os investimentos no digital são em sua maioria represados no Google e no Facebook e o que sobra é disputado à foice.

Um termômetro que temos do Brasil é o próprio Crowdfunding: apesar do recorde de audiência, nunca estivemos numa cota tão baixa – estamos prestes a cair para baixo da casa dos R$ 3 mil. No fim do ano passado, estávamos pouco acima de R$ 5 mil. Muitas assinaturas expiraram e não foram renovadas, outras foram suspensas por mudança de cartão (ou falta de pagamento da fatura do mesmo), enfim: sabemos que todos estão precisando enxugar as contas ao máximo. Como vocês sabem, nós não forçamos a barra: ajude se você achar que vale e se puder, claro. Clique aqui para assinar.

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O FlatOut foi projetado para sobreviver mesmo à pior das crises, o momento atual da economia nos levou a desacelerar algumas coisas, mas os progressos continuam rolando! Estamos com a versão mobile do site virtualmente pronta, nos testes finais dos posicionamentos das peças de publicidade e ajustes da tela inicial. É quase certeza de que ela estará no ar até o fim desta semana mesmo! Na sequência virá o App do FlatOut (que está na reta final, e só foi interrompido para o desenvolvimento da versão mobile do site), em conjunto com um recurso que facilitará muito a vida de quem organiza e frequenta encontros e eventos de carros. Fique antenado!

O momento da economia também nos levou a ser mais cautelosos com a loja do FlatOut. Nós temos desenhados alguns modelos de camisetas, fornecedores definidos, a empresa está para sair do papel e a construção do site já está rolando, mas provavelmente começaremos bem pequenos, vendendo apenas um modelo de camiseta e o adesivo do FlatOut. Nós sabemos que a loja será um dos principais pilares econômicos do site, mas ao mesmo tempo, as circunstâncias atuais nos levam a ser extremamente cautelosos nas despesas. Por isso, vamos tentar levantar o capital tijolo a tijolo antes de estruturar a loja.

Por fim, a grande novidade – algo que vocês sempre pediram. Nós formamos uma (baita) equipe com uma produtora e teremos em alguns meses um canal decente do FlatOut no YouTube, com produções caprichadas, totalmente voltado aos entusiastas. Neste exato instante estamos na fase de compra de equipamentos e na sequência começaremos os testes de captação e edição. A ideia é juntar um bom punhado de episódios antes de lançar o canal, garantindo linearidade na publicação. Vai demorar um pouquinho, mas será uma parada muito séria e caprichada.

Talvez você tenha a impressão de que a gente sempre repete as mesmas coisas sobre os futuros desdobramentos do site, mas espero que vocês tenham paciência e compreendam que estamos tentando fazer o melhor possível, não o mais rápido possível. Muitas coisas foram e voltaram, foram feitas e refeitas, e isso custa tempo – especialmente porque nossa equipe é pequena. Estamos trabalhando duro para entregar para vocês algo que surpreenda positivamente sempre, seja nos conteúdos do site, seja em seus desdobramentos. E mais do que sorrindo e colhendo elogios com os acertos, aprendendo com os erros e deslizes.

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Muito obrigado por acelerar com a gente!

Juliano Barata / Dan Oda / Leo Contesini / Gustavo Ruffo / Dalmo Hernandes

 

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