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Zero a 300

Land Rover Defender volta em edição limitada, a Ferrari de Pininfarina à venda, um Isetta elétrico e modernizado e mais!

Este é o Zero a 300, nossa rica mistura das principais notícias automotivas (ou não) do Brasil e de todo o mundo, caro car lover. Assim, você não fica destracionando por aí atrás do que é importante. Gire a chave, aperte o cinto e acelere com a gente!

 

Land Rover relança Defender em série especial limitada

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Enquanto a nova geração do Land Rover Defender não chega, a fabricante britânica trouxe o modelo antigo de volta do mundo dos mortos para comemorar os 70 anos do utilitário e da própria marca. Seu nome é Defender 70th Edition, e ele terá apenas 150 unidades.

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O último Land Rover Defender foi produzido em 29 de janeiro de 2016, mas a Land Rover aparentemente decidiu rodar as máquinas mais 150 vezes para produzir esta série especial que, além de comemorar o aniversário da marca, também homenageia o Series III Stage 1 de 1979 e o Defender 50th Anniversary, de 1998. E é por isso que, em vez de um motor turbodiesel de quatro cilindros ele tem um V8 5.0 de 400 cv.

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Combinado ao câmbio ZF 8HP de oito marchas, o Defender vai aos 100 km/h em apenas 5,6 segundos, embora seja limitado aos 170 km/h (nos parece pouco provável que alguém queira ir mais rápido que isso em um Defender). O modelo será oferecido nas versões 90 e 110, e terá também interior revestido de couro Windsor, bancos Recaro, faróis de LED e um sistema multimídia próprio da Land Rover Classic.

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Se você gostou, aqui vão dois baldes de água fria: ele será vendido apenas no Reino Unido, com direção no lado direito, o que significa que não dá para importar e licenciar no Brasil. E se você mora em algum país onde isso é permitido, ele custa £ 150.000 — algo em torno de R$ 670.000 em conversão direta, sem taxas ou impostos.

 

Ferrari terá supercarro elétrico e SUV

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A Ferrari atualmente é uma das marcas mais valiosas do mundo, graças à exclusividade dos seus carros — cuja produção é limitada a 10.000 unidades anuais — e ao licenciamento de sua marca, forjada através de décadas de prestígio no automobilismo. Ao longo de todos estes anos a Ferrari precisou acompanhar as mudanças do mundo: primeiro vieram os carros de rua, depois os esportivos de motor traseiro, mais tarde o câmbio automático, o câmbio automatizado e os motores turbo e os carros híbridos. O próximo passo? Um SUV e… um supercarro elétrico.

Foi o que disse o CEO da Ferrari Sergio Marchionne ao Bloomberg durante o Salão de Detroit. “Se supercarros elétricos precisam ser feitos, então a Ferrari será a primeira”, disse o executivo. Não é uma confirmação, mas ele também não confirmou o SUV da Ferrari com todas as letras e saiu dizendo que “ele será o SUV mais rápido do mercado”.

Além disso, considerando que a Tesla está prometendo desempenho de supercarro em seu Roadster, a Lamborghini já manifestou sua intenção com o Terzo Millennio e ainda há os novatos tentando chegar junto como o NIO EP9 e o Rimac Concept_One, é bem provável que a Ferrari entre na onda em um futuro próximo. Talvez em até cinco anos, uma vez que Marchionne apresentará em março os planos da Ferrari para esse período futuro.

 

Chineses lançam “Isetta” elétrica de quatro portas

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Cópias de modelos consagrados já se tornaram um padrão da indústria chinesa — quase sempre com resultados bastante duvidosos. Mas desta vezes eles conseguiram um resultado até simpático: a Suzhou Eagle, uma das centenas de fabricantes chinesas com nomes impossíveis de memorizar, apresentou o EG6300K, que é uma cópia do Isetta 600 dos anos 1950/60 com motor elétrico e quatro portas.

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A empresa não se preocupou muito com a questão da propriedade industrial do desenho do microcarro, e até declarou abertamente que se trata de um tributo ao antigo Isetta. Infelizmente a porta dianteira original não foi mantida, e em vez disso ele tem quatro portas convencionais e um painel bastante genérico, parecido com o de algum desses carros chineses que foram vendidos no Brasil e desapareceram.

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Ele tem 3,30 m de comprimento, 1,47 m de largura, 1,47 m de altura, 1,94 de entre-eixos e pesa apenas 750 kg. O baixo peso só foi conseguido devido ao fato de ele estar enquadrado na categoria LSEV (Low-Speed Electric Vehicles), cuja velocidade máxima é limitada a 60 km/h. Por isso, ele não precisou de mais que um motor de 4 kW/5 cv e de um conjunto de baterias suficiente para 120 km. O espaço interno é suficiente para quatro passageiros.

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O preço também é relativamente baixo: US$ 4.000, ou R$ 13.000, aproximadamente.

 

A Ferrari de Battista Pininfarina está a venda

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Há alguns dias contamos a história de como a Pininfarina moldou a imagem da Ferrari ao longo dos últimos 60 anos, e agora vejam só o que aparece: a Ferrari 275 GTB do próprio Battista Farina a venda.

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A Ferrari 275 GTB também foi a escolha de Enzo Ferrari para seu carro de rua (quando ele não estava usando Minis ou Peugeots), mas este modelo de Battista Farina é especial: ele é um dos dois únicos protótipos de pré-produção do carro, com carroceria feita por seu próprio estúdio, em vez de ter sido modelada por Scaglietti.

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As diferenças são sutis, mas você as encontrará se olhar com atenção: há um difusor traseiro, os faróis têm forma ligeiramente diferente, bem como o capô, as maçanetas e elementos do interior. Farina ficou com o carro por pouco tempo: ele foi apresentado em 1964 e Farina morreu em 1966. Logo após sua morte o carro foi vendido e passou por diversas garagens antes de chegar ao seu atual proprietário em 1993.

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Agora ele será leiloado pela Gooding & Company, que espera vendê-lo por algo próximo dos US$ 9 milhões neste próximo fim de semana.

 

Saleen apresenta pacote de 710 cv para F-150

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Enquanto a Ford apresentava uma Ranger com motor de Mustang turbo e a Ram apresentava sua 1500 híbrida em Detroit, a Saleen estava em um lugar mais quente apresentando algo igualmente mais caloroso: a Saleen Sport Truck, uma Ford F-150 com nada menos que 710 cv!

O carro foi apresentado durante um evento da Barrett-Jackson no Arizona, e ganhou um compressor tipo roots e um novo sistema de escape para aumentar a potência do V8 5.0 de 400 cv para 710 cv. Claro que para lidar com tudo isso a picape precisou de novos pneus mais chicletudos da General Tire (modelo Grabber), instalados em rodas de 22 polegadas. A suspensão agora tem novas molas e amortecedores com mais carga, e uma barra estabilizadora dianteira mais espessa, além de freios Baer.

O calor produzido pela compressão do ar também exigiu que o cofre fosse ventilado, e isso foi feito com respiros no capô e nos para-lamas dianteiros. Para conter a sustentação do carro, a dianteira foi modificada com um splitter e as laterais ganharam saias que controlam o fluxo de ar sob o carro.

Por dentro a picape também foi modificada, ganhando bancos de couro de dois tons, pedais de alumínio e volante de couro. Os instrumentos ganharam fundo branco e o painel tem uma plaqueta identificando o número de cada picape.

 

Williams assinou com Kubica, mas não como esperávamos

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A Williams se esforçou para colocar Robert Kubica de volta na F1, mas as finanças acabaram falando mais alto. O polonês foi contratado pela equipe britânica como piloto de desenvolvimento/testes/reserva. O assento que era de Felipe Massa ficou com o quase-desconhecido e não muito vitorioso Sergey Sirotkin, de 22 anos, que desembolsou uma quantia generosa pelo seu lugar na equipe.

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Sirotkin teve passagem pela Formula Renault 3.5 e pela GP2, mas seu único título da carreira foi na Fórmula Abarth. Ele formará a dupla de pilotos com Lance Stroll, que mostrou uma boa evolução durante a temporada de 2017.

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