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Carros Antigos

Mais valiosa que ouro: como as Ferrari 250 GTO se tornaram os carros mais caros do mundo

Entre as Ferrari, não há dúvida de que o nome mais icônico da época de ouro do automobilismo foi a 250 GTO. Ela não era tão diferente assim de várias outras Ferrari da época – o motor V12 na dianteira; a carroceria elegante, esportiva e aerodinâmica, criada e construída pela Scaglietti; o sucesso nas pistas, com títulos no Mundial de Construtores em 1962, 1963 e 1964, além de vitórias no Tour de Corse em 1963 e 1964; e, claro, a raridade. Foram feitas apenas 36 unidades, sendo 33 da Série I, a carroceria clássica; e mais três da Série II, com carroceria de três volumes inspirada na 250 LM. Pode-se argumentar que existem Ferrari mais raras – algumas podem-se contar nos dedos de uma mão, como a  330 LMB Berlinetta Scaglietti, que só teve quatro unidades construídas. Pode-se dizer que houve Ferrari mais bem sucedidas no automobilismo, como a própria 250 LM, que venceu as 24 Horas de Le Mans em 1965. Pode-se dizer que beleza é algo subjetivo. Mas nada disto importa: a 250 GTO é a

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