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Melhor da Semana

Melhor da semana: McLaren 600LT e Jetta 2.0 TSI no Brasil, os novos SUV BMW, Bentley, JAC e Chery, o fim do Peugeot 308 e mais!

Passou a semana compartilhando áudios do Whatsapp nas redes sociais? Ficou preso nos alagamentos e não teve tempo de visitar seu site favorito? Não tem problema: aqui está nosso resumo com tudo o que rolou de mais importante nesta semana.

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Volkswagen Jetta 2.0 TSI no Brasil

O canal Top Drive compartilhou nesta semana duas fotos de um Jetta vermelho com placas verdes de São Bernardo do Campo (sede da VW), rodas do Golf GTI e alguns elementos não disponíveis nos Jetta atualmente vendidos no Brasil, que tem tudo para ser a aguardada versão Highline 2.0 TSI.

Mesmo sem emblemas que identifiquem a motorização, ele possui algumas características que dão margem às deduções, como os faróis de LED e o para-choque dianteiro, que é o mesmo do Jetta GLI, as rodas de 17 polegadas (as mesmas “Brooklyn” que equipam o Golf GTI) e as saídas de escape duplas na traseira aparentam ser verdadeiras, e não apenas decorativas como no R-Line.

 

Peugeot encerra produção do 308 e 408

A Peugeot confirmou nesta semana que encerrou a produção do 308 e do 408 na Argentina, de onde vinha a dupla oferecida no Brasil. O FlatOut também entrou em contato com concessionárias da marca e todas confirmaram que eles deixaram de ser produzidos e têm estoque esgotado.

Com vendas cada vez mais baixas em segmentos que estão sendo “engolidos” pelos SUV, a Peugeot emplacou 739 unidades do sedã 408 e apenas 434 unidades do hatch 308 em 2018. Os médios vinham com o conhecido motor 1.6 THP de 173 cv, câmbio automático de seis marchas e uma generosa lista de itens de série. No site do fabricante eles ainda aparecem, o sedã com o atrativo preço inicial de R$ 69.990, e o hatch por R$ 89.990 para o hatch, contudo, mas já não estão mais disponíveis no configurador da marca.

 

Pedágios de São Paulo terão fiscalização de velocidade no “sem parar”

A concessionária Arteris ViaPaulista iniciou na segunda-feira (11) a fiscalização de velocidade nas pistas de cobrança automática de três praças de pedágio sob sua administração. As praças ficam na rodovia SP-255 em Boa Esperança do Sul (km 117), Jaú (km 165) e Coronel Macedo (km 331).

O limite máximo permitido nestas faixas é de 40 km/h e o usuário que transitar acima desta velocidade (considerando a tolerância de 7 km/h) será multado de acordo com o Código de Trânsito Brasileiro. Segundo a concessionária, a medida é exigida pelo contrato firmado junto ao Governo do Estado e visa aumentar a segurança no local. A concessionária ainda salientou que a fiscalização é feita pelo Departamento de Estradas de Rodagem, e somente a instalação, manutenção e operação do sistema é de responsabilidade da Arteris.

Como a concessionária citou o contrato com o governo do estado de São Paulo para justificar o início da fiscalização, entramos em contato com as demais concessionárias do Programa de Concessões Rodoviárias do Estado de São Paulo para verificar se tais medidas serão tomadas também em outras praças de pedágio paulistas. Na sexta-feira a Arteris confirmou que as rodovias da concessionária ViaPaulista também estão implementando a fiscalização de velocidade.

 

Nova geração do BMW Série 3 já está a venda no Brasil

A BMW iniciou nesta semana a pré-venda da nova geração do Série 3 no Brasil. O modelo já pode ser encomendado na versão 330i M Sport por R$ 270.000 nas concessionárias da marca ou pela internet. As entregas começam em março.

Por esse preço o 330i M Sport vem equipado com rodas de 19 polegadas, pacote M Sport (com para-choques e spoiler exclusivos), head-up display colorido, farol alto automático, farol com matriz laser, sistema de estacionamento semi-autônomo, seletor de modos de condução, quadro de instrumentos digital e sistema multimídia com tela de 10,25 polegadas, Apple CarPlay e áudio Harman Kardon.

Em junho chega a outra versão do 330i, a Sport (sem o M), que será vendida por R$ 220.000 e será importada da Alemanha como a M Sport. Por esse preço, o 330i Sport não vem com o pacote M Sport nem com as rodas de 19  mas tem rodas de 18 polegadas, faróis de LED, sensores de estacionamento dianteiros e traseiros, câmera de ré e sistema multimídia com Apple CarPlay, sem o áudio premium da Harman Kardon. Tanto o 330i Sport quanto o 330i M Sport são equipados com o motor 2.0 turbo de 258 cv e 40,8 kgfm combinado ao câmbio automático de oito marchas, capaz de levá-los aos 100 km/h em 5,8 segundos e à máxima de 250 km/h.

Ford Fusion ganha facelift e perde versão aspirada

A Ford apresentou na segunda-feira (11) a linha 2019 do Fusion, que entra na segunda metade de seu ciclo de vida sem a versão aspirada de entrada. Com isso, ele agora parte de R$ 150.000 na versão SEL, R$ 180.000 na versão Titanium e R$ 183.000 na versão Hybrid.

As duas primeiras mantêm o motor 2.0 turbo de 248 cv combinado ao câmbio automático de seis marchas, enquanto a última, híbrida, dispensa o turbo e adota o ciclo Atkinson para melhorar a economia de combustível. Junto do motor elétrico o 2.0 produz 190 cv. Apesar da baixa nas vendas dos sedãs, o Fusion foi o modelo grande mais vendido no Brasil em 2018, com quase 4.500 unidades vendidas.

 

BMW X3M e X4M chegam com o motor 3.0 biturbo de até 510 cv que será usado no próximo M3/M4

A BMW revelou na terça-feira (12) os novos X3M e X4M, que trazem sob o capô o mesmo seis-em-linha biturbo que impulsionará os futuros M3 e M4: o S58 de três litros, que substituirá o S55 usado nos atuais M3 e M4.

Tanto o X3M quanto o X4M dispõem de uma versão de 480 cv e 61,2 mkgf de torque do B58, capaz de levar ambos os SUVs de zero a 100 km/h em 4,2 segundos, com velocidade máxima de 250 km/h – feito notável se considerarmos o peso de mais de duas toneladas. Se quiser algo mais rápido, você pode optar pela versão Competition, disponível para os dois modelos. Com 510 cv, o X3M e o X4M Competition são capazes de ir de zero a 100 km/h em 4,1 segundos, com máxima de 285 km/h. O câmbio é sempre automático de oito marchas, ligado ao sistema de tração 4×4 xDrive.

Sendo modelos “full-M”, os X3M e X4M trazem também suspensão adaptativa com molas e amortecedores exclusivos, barras estabilizadoras mais firmes e freios a disco de 395 mm na dianteira e 370 mm na traseira – tudo devidamente acertado pela divisão Motorsport. As versões “comuns” usam rodas de 20 polegadas com pneus de medidas 255/45 na frente e 265/45 atrás; já os X3M e X4M Competition usam rodas de 21 polegadas com pneus 255/40 (dianteira) e 265/40 (traseira). Além disso, o sistema de direção recebeu calibragem específica e os controles de estabilidade e tração ficaram menos invasivos – podendo também ser desligados completamente.

Visualmente, a dupla de SUVs esportivos diferencia-se das demais versões pelo desenho dos para-choques, mais agressivo; rodas de desenho exclusivos; detalhes de acabamento em fibra de carbono; além de saídas de escapamento duplas nas extremidades do para-choque. Por dentro, há bancos Motorsport com maior apoio e revestimento parcial em Alcantara. As entregas lá fora começam em setembro. (DH)

 

Mitsubishi ASX ganha nova reestilização

Já faz nove anos que o Mitsubishi ASX foi lançado, em 2010, quando também começou a ser importado do Japão para o Brasil. Ele já havia passado por duas reestilizações , em 2012 e 2016, e agora acaba de receber a terceira. Que é a remodelação mais radical de todas, mudando completamente a identidade visual da dianteira.

Se antes o ASX tinha uma cara que lembrava o Mitsubishi Lancer pelo formato dos faróis e da grade, agora seu visual é mais próximo dos utilitários da marca, como o Pajero Sport e a nova L200 – com faróis mais elevados, retilíneos e afilados, luzes auxiliares nos para-choques e barras cromadas em forma de “C”. Curiosamente, as novas linhas da dianteira até que harmonizam bem com o restante da carroceria, apesar da idade do projeto. Capô e para-lamas dianteiros também são novos.

Na traseira as mudanças foram bem mais discretas: apenas as lanternas ganharam nova disposição dos elementos internos, mantendo o mesmo contorno – o que permitiu que a Mitsubishi conservasse a tampa traseira antiga.

Já o interior não mudou quase nada: apenas a moldura da central multimídia foi trocada para receber uma tela maior, de oito polegadas. Volante, revestimentos de porta e instrumentos continuam iguais. A motorização também permanece a mesma, incluindo o motor 2.0 16v de 170 cv com o qual o ASX é vendido no Brasil.

 

McLaren 600LT chega ao Brasil

Depois de apenas sete meses desde seu lançamento, o McLaren 600LT foi lançado no Brasil na quinta-feira (14) em um evento na concessionária da marca em São Paulo. O supercarro chegou ao Brasil na semana retrasada e já pode ser encomendado por cerca de R$ 2,7 milhões.

O McLaren 600LT é uma versão limitada do 570S, com peso reduzido, mais potência e carroceria 74 mm mais longa — que explica o “LT” em seu nome: vem de Long Tail. O motor é o mesmo V8 biturbo de 3,8 litros,  que foi recalibrado para produzir 30 cv a mais e chegou aos 600 cv. O torque aumentou de 61,2 kgfm para 63,2 kgfm.

Segundo a McLaren, 23% dos componentes do 600LT são diferentes em relação ao 570S. Isto inclui um novo spliter frontal, novas saias laterais e um novo difusor traseiro, além de uma nova asa traseira fixa. Os faróis também são diferentes, dispensando as lentes externas e ficando um pouco mais parecidos com as peças do McLaren 620S. De acordo com a fabricante, além de melhorar a aerodinâmica do carro, os novos componentes ajudaram na redução de peso: o 600LT tem até 96 kg a menos que o 570S, chegando aos 1.247 kg – uma relação peso/potência de 2,07 kg/cv.

Até mesmo o sistema de escape contribuiu para a redução de peso: com as saídas posicionadas próximas ao motor, e não no para-choque traseiro, foi preciso usar menos tubulação. O que, nas palavras dos britânicos, também melhorou consideravelmente a experiência sonora da coisa.

Por dentro, além dos bancos de fibra de carbono vistos pela primeira vez no McLaren P1, o habitáculo passou a ser revestido com “Alcantara leve”. Comparado ao lado de dentro do 570S, o 600LT aposta no minimalismo. Para chegar à redução de 96 kg, porém, é preciso encomendar o carro com alguns opcionais: os bancos especiais Super Lightweight do McLaren Senna, que pesam apenas 3,35 kg cada e os para-lamas dianteiros vazados.

O modelo já teve um exemplar vendido no Brasil e outros três encomendados. O preço de R$ 2,7 milhões, contudo, pode variar de acordo com os opcionais escolhidos pelo cliente.

 

Chery Tiggo 7 chega por R$ 107.000 com motor turbo

Quem também deu as caras nesta semana foi o Chery Tiggo 7, apresentado na quinta-feira (15). Fabricado em Anápolis/GO, o SUV tem duas versões: T, de R$ 106.990; e TXS, de R$ 116.990. Ambas possuem exatamente o mesmo conjunto mecânico – que é idêntico ao do irmão menor, o Chery Tiggo 5x: um quatro-cilindros de 1,5 litro com turbo, 150 cv (com etanol; a potência com gasolina é de 147 cv) e 21,4 mkgf de torque, acoplado a uma caixa de dupla embreagem e seis marchas que leva a força para as rodas dianteiras.

O Tiggo 7, apesar do que o nome sugere, tem cinco lugares. Ele mede 4.505 mm de comprimento, 1.837 mm de largura, 1.670 mm de altura e 2.670 mm de entre-eixos. A capacidade do porta-malas é de 414 litros – com o banco traseiro rebatido, chega 1.100 litros.

As diferenças entre as duas versões estão nos equipamentos: o Tiggo 7 T é equipado com rodas de 17 polegadas, controle eletrônico de estabilidade, ar-condicionado digital de duas zonas, central multimídia com tela de 9 polegadas e conexão com Apple CarPlay, chave presencial e luzes diurnas de LED. Já o TXS vem com rodas de 18 polegadas, teto solar panorâmico, bancos dianteiros com aquecedor (e ajustes elétricos para o motorista) e seis airbags.

 

Range Rover Sport estreia novo 6 cilindros em linha

Na quarta-feira (14) a Land Rover a edição especial HST do Range Rover Sport, cuja maior novidade é o novo motor seis-em–linha 3.0 da família Ingenium, que vem para substituir o antigo V6 da família AJ. O motor AJ foi lançado em 1996 nos Jaguar XJ e XK como um V8 de 4 litros, hoje ele engloba o V6 de 3 litros e o V8 de 5 litros famosos pelo ronco, mas não pela eficiência. Esses motores usam supercharger e estão ficando defasados nessa era de motores turbo e eletrificação.

O motor Ingenium foi apresentado como um quatro-cilindros em 2015 e tem arquitetura modular, com cilindros de 500 cm³ e turbo twin-scroll. O novo motor é o primeiro seis-cilindros da família e traz algumas novidades como o supercharger elétrico, que atinge 120.000 rpm em 0,5 segundo e fornece torque em baixas rotações, deixando o turbo para altas rotações. O motor também conta com um sistema continuamente variável de levante das válvulas para controlar o fluxo de ar nas câmaras de combustão, similar ao MultiAir da Fiat. Para ajudar no consumo e nas emissões ele conta com um sistema híbrido leve de 48 volts e frenagem regenerativa. Além da modularidade, o fato do motor ser um seis-em linha ajuda no packaging dentro do cofre e tem funcionamento naturalmente mais suave que um V6.

A potência total do novo 3.0 é 400 cv e o torque é 56 kgfm, contra 340 cv e 46 kgfm do antigo V6 3.0. Com o novo motor o Range Rover Sport HST faz de 0 a 100 km/h em 6,2 segundos, contra 7,1 do motor antigo. O Ingenium de 6 cilindros emite 12% menos CO2 e 75% menos particulados que o V6 AJ, enquanto o consumo baixou 11,8%.

A edição HST traz aparência esportiva, com rodas pretas, acabamento em fibra de carbono na grade, capô, saídas de ventilação e tampa do porta-malas, pinças de freio vermelhas, e acabamento em suede nos bancos, volante e alavanca de cambio. Por enquanto o motor 3.0 Ingenium está disponível apenas nessa edição do Range Rover Sport, mas será gradualmente estendido para o resto da linha do grupo britânico.

 

JAC lança SUV T80, de sete lugares, por R$ 140.000

Depois do elétrico iEV 40, a JAC apresentou nesta semana seu segundo lançamento no Brasil: o SUV T80, de sete lugares, que vem equipado com um quatro-cilindros 2.0 turbo de 210 cv e 30,8 mkgf de torque, acoplado a uma caixa de dupla embreagem e seis marchas. De acordo com a JAC, ele é capaz de ir de zero a 100 km/h em 9,2 segundos, com velocidade máxima de 217 km/h. O JAC T80 mede 4,79 metros de comprimento, sendo quase 40 cm mais longo que um Jeep Compass. Ele será oferecido em duas versões – a de entrada, que custa R$ 139.990, e a de topo, que sai por R$ 145.990.

O alto preço é compensado por uma boa oferta de equipamentos de série: o modelo mais barato já traz bancos elétricos com climatizador e massageador, painel de instrumentos digital, ar-condicionado automático com duas zonas e saídas para os ocupantes do banco traseiro, seis airbags, controles eletrônicos de estabilidade e tração, sensores de estacionamento dianteiros e traseiros e assistente de partida em rampa (hill holder). A versão mais cara acrescenta teto solar panorâmico e sistema de som Infinity de 280W.

 

Bentley Bentayga Speed é o novo SUV mais rápido do mundo

O Lamborghini Urus nem teve tempo de esquentar o trono: foi anunciado ontem o Bentley Bentayga Speed – que, na disputa em família (afinal, os dois compartilham a mesma plataforma) é o novo SUV mais veloz do mundo. Sua velocidade máxima é de 306 km/h, contra 305 km/h do Urus. No zero a 100 km/h, porém, o Urus ainda é superior, levando 3,6 segundos enquanto o Bentayga Speed precisa de 3,9 segundos.

O Bentley Bentayga Speed recebeu um ligeiro aumento de potência no motor W12 biturbo de seis litros, de 600 cv para 626 cv – menos do que os 650 cv que se esperava. O torque permaneceu em 91,8 mkgf. Também foram realizados ajustes no modo Sport, que teve os mapeamentos do acelerador e do câmbio revistos para oferecer respostas mais diretas. A suspensão do modo Sport também ficou mais firme, e o sistema de escape foi redesenhado para produzir um ronco mais agressivo.

Visualmente, o Bentley Bentyga Speed adotou faróis com máscaras negras, saias laterais na cor da carroceria e um novo spoiler na tampa traseira. Além disso, as entradas de ar no para-choque dianteiro receberam acabamento em preto brilhante. As rodas são de 22 polegadas e podem ter três acabamentos diferentes. Entre os opcionais, estão discos de freio de carbono-cerâmica. Por dentro, o Bentley Bentayga Speed ganhou revestimento parcial de Alcantara e acabamento de fibra de carbono exposta no painel.

 

Especiais do FlatOut

Nesta semana, ainda no calor do lançamento do Jetta GLI, contamos a história do modelo, desde sua primeira geração até o modelo mais recente:

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Em homenagem a John Haynes, que morreu nesta semana, também contamos sua história e como ele criou a verdadeira enciclopédia dos graxeiros e mecânicos de fim-de-semana: os manuais Haynes.

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Conhecemos o Vandal One, um track toy de fibra de carbono com o motor do Civic Type R recalibrado para produzir 560 cv:

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E também conhecemos os bizarros e controversos hot rods do francês Alexandre Danton, que usa clássicos razoavelmente raros como base para seus projetos:

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E relembramos o Lotus T125 Exos, um monoposto inspirado na F1 para track days que foi um dos maiores fracassos da história da marca britânica:

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Exclusivo para assinantes e crowdfunders

Começamos a semana com a notícia da trágica morte do jornalista Ricardo Boechat e vimos em sua relação com o Renault Twingo uma forma legal de homenageá-lo, contando a história do compacto francês:

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Contamos a história das primeiras corridas do Brasil e de como Santos Dumont e seus amigos tiveram influência direta no nascimento o automobilismo brasileiro:

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Também contamos a história do Mazda RX-7 254, um dos primeiros carros com motor Wankel a disputar as 24 Horas de Le Mans — e que você pode encarar como o “935 do RX-7”:

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Outra história contada nesta semana foi a de Jean Ragnotti, que fez história a bordo do Renault R5 Maxi Turbo e se tornou o Monsieur Spetacle:

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A história seguinte foi a do Buick GNX, o muscle car dos anos 1980 feito com um V6 turbo que comia esportivos europeus entre um semáforo e outro:

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Publicamos a segunda parte do nosso guia de versões especiais do Golf GTI e do Golf R, agora com os especiais da terceira e da quarta geração:

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Também contamos a trajetória da Opportunity, a sonda marciana que se tornou o veículo que mais rodou fora da Terra e se “aposentou” nesta semana depois de ficar atolada e perder suas baterias:

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Explicamos como funciona o comando desmodrômico de válvulas das Ducati e do Mercedes W196:

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E encerramos a semana contando a história da Caterpillar, que inventou as “lagartas” e construiu metade do planeta com suas máquinas amarelas:

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E também da Ferrari 333SP, que colocou a Scuderia de volta às corridas de protótipos:

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