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Zero a 300

Mercedes-AMG E63 S no Brasil por R$ 700.000, a falência da Takata, V8 Ferrari é eleito motor do ano e mais!

Este é o Zero a 300, nossa rica mistura das principais notícias automotivas do Brasil e de todo o mundo, caro car lover. Assim você não fica destracionando por aí atrás do que é importante. Gire a chave, aperte o cinto e acelere com a gente!

 

Mercedes-AMG E63 S chega ao Brasil por R$ 700.000

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A Mercedes anunciou nesta última semana o início das vendas do AMG E63 no Brasil. O esportivo será oferecido somente na versão de topo, a E63 S, e custará R$ 699.900, também conhecidos como R$ 700.000.

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Por esse preço você leva o motor V8 4.0 biturbo em sua configuração mais radical oferecida até agora, com 612 cv e 86,7 mkgf, combinado ao câmbio AMG Speedshift de embreagem múltipla e nove marchas. Como já vimos anteriormente, a partir desta geração o AMG E63 será oferecido apenas com tração integral, mais extamente o sistema 4Matic+, que possibilita a transferência de até 100% para o eixo traseiro, caso seja selecionado pelo motorista. Com esse conjunto o E63S vai de zero a 100 km/h em 3,3 segundos e à velocidade máxima de 300 km/h, limitada eletronicamente.

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Além do conjunto mecânico exclusivo, o AMG E63 S ganha o bodykit exclusivo da AMG, como de praxe. Ele inclui para-lamas mais largos e para-choques e rodas exclusivas de 20 x 9,5 pol. na dianteira e 20 x 10 pol. na traseira. A suspensão abandonou as molas helicoidais para adotar de vez as molas pneumáticas, que permitem ajustar a altura e carga de acordo com os cinco modos de condução.

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Sendo um super-sedã para os anos 2020, ele obviamente traz tecnologias desejáveis em um carro de sua categoria como a desativação de cilindros, a roda-livre eletrônica e o sistema start-stop para economizar combustível, além de tecnologias semi-autônomas como o cruise control adaptativo, sistema de detecção de pedestres, controle de direção ativo e sistema de frenagem de emergência.

 

Projeto de lei que desobriga porte de CNH avança na Câmara

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O projeto de lei que pretende desobrigar o porte da CNH e do documento de licenciamento do carro (CRLV) avançou na Câmara dos Deputados após ser aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça e da Cidadania (CCJ). O projeto agora segue para o Senado, onde passará pelas comissões de análise antes de ser enviado à presidência da república para sanção ou veto.

Atualmente o motorista que for flagrado sem portar a CNH ou o CRLV, recebe uma multa de R$ 88,38 e tem seu veículo retido até que apresente os documentos ou entregue o carro a um motorista que tenha os documentos em mãos. A obrigatoriedade, contudo, é considerada pelo projeto uma lei anacrônica, uma vez que foi criada antes da informatização dos sistemas.

Como atualmente todos os agentes da PRF têm equipamentos capazes de consultar as informações em tempo real, a obrigatoriedade não é tecnicamente necessária, por isso a intenção de modificar a lei.

O projeto contudo, deixa uma margem para eventuais abusos de autoridade: se aprovada, a nova regra só será válida se o agente de trânsito tiver como consultar as informações do veículo e do motorista no momento da abordagem. Uma queda de sinal ou de acesso ao sistema, portanto, impediria a verificação e o fato geraria multa.

 

Takata declara falência e será vendida

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Como noticiado há cerca de duas semanas, a fabricante de airbags Takata declarou falência nos EUA e no Japão após ser a responsável pelo maior recall da indústria automobilística. A empresa agora deverá ser comprada pela concorrente sino-japonesa Key Safety Systems.

A compra, que deverá custar US$ 1,6 bilhão, irá preservar a maioria dos empregos da Takata ao redor do mundo, mas deverá afetar a operação das fábricas da empresa japonesa. Segundo a agência Reuters, a Takata acumula US$ 10 bilhões em dívidas, e a conta não inclui os custos do atual recall de airbags, estimado em US$ 5 bilhões.

 

V8 biturbo da Ferrari é eleito novamente o motor do ano

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O motor V8 3.9 biturbo da Ferrari faturou pelo segundo ano consecutivo o prêmio International Engine of the Year, que seleciona e premia anualmente os melhores motores do planeta. O V8 3.9, como você já deve saber, é o motor que equipa a Ferrari 488, a California T e a mais recente GTC4 Lusso T.

Além de selecionar o melhor motor do ano, o comitê julgador também escolhe os melhores motores em categorias por deslocamento, onde o V8 também faturou a categoria de três a quatro litros. E como se não bastasse, o V12 6.3 da F12 também faturou o prêmio para motores com mais de quatro litros.

Os outros prêmios foram para o V6 3.5 da Honda na categoria “Best New Engine”, o 1.0 EcoBoost da Ford na categoria abaixo de 1 litro, o 1.2 turbo da PSA na categoria de 1 a 1,4 litro, o 2.0 turbo do Porsche 718 na categoria 1.8 a 2.0, o 2.5 turbo de cinco cilindros da Audi na categoria de 2 a 2,5 litros e o flat-6 turbo da Porsche na categoria de 2,5  a 3 litros.

 

Lamborghini Urus será apresentado em dezembro

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A Lamborghini irá apresentar o segundo SUV de sua história, o Urus, no próximo dia 4 de dezembro, na sede da fabricante em Sant’Agata Bolognese, e irá entregar os primeiros carros no primeiro semestre do próximo ano. A informação é do próprio CEO da Lamborghini, Stefano Domenicali, durante sua participação em um evento da agência Automotive News.

O Lamborghini Urus custará cerca de US$ 225.000, e com ele a fabricante italiana espera vender mais 4.000 carros por ano. Além do SUV, Domenicali também disse que um esportivo de quatro lugares é uma possibilidade para o futuro e que gostaria de ver uma interpretação moderna do Miura “mas não nos próximos cinco anos”.

 

O que este Bugatti Chiron está fazendo em Nürburgring?

Normalmente protótipos são flagrados em testes antes do lançamento dos carros — e geralmente eles são propositalmente expostos para gerar comentários na internet e notas nos sites. Uma vez lançados, não há nada muito o que testar, também nada a esconder. Então por que cazzo este Bugatti Chiron está camuflado em Nürburgring?

Foi exatamente esta a pergunta que o spotter Automotive Mike fez ao publicar seu vídeo com o hipercarro coberto de adesivo preto fosco e com seus cromados removidos. Uma das hipóteses é que a Bugatti já começou a desenvolver uma versão mais radical do modelo, tal como o Veyron teve a versão Super Sport — quem sabe aqui a potência suba para os 1.800 cv?

A outra é que este seja um teste complementar de desenvolvimento de pneus. A hipótese faz sentido: ainda que toda fabricante de pneus tenha seus próprios campos de provas, a simulação em um circuito complexo como Nürburgring é uma etapa necessária para o desenvolvimento.

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