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Zero a 300

Novo Porsche GT3 RS flagrado em testes, os carros mais vendidos em junho no Brasil, uma nova fraude da VW e mais!

Este é o Zero a 300, nossa rica mistura das principais notícias automotivas do Brasil e de todo o mundo, caro car lover. Assim você não fica destracionando por aí atrás do que é importante. Gire a chave, aperte o cinto e acelere com a gente!

 

Porsche já está testando novo 911 GT3 RS

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Com o lançamento do 911 GT2 RS fora da to do list da Porsche, os engenheiros de Stuttgart já podem dedicar seu tempo ao desenvolvimento da atualização do 911 GT3 RS, que ainda não passou pelo facelift de meia-vida do 991. Calma, a linha imensa do 911 é confusa às vezes, mas você não perdeu nada e esta não é uma notícia velha: o 911 GT3 já foi atualizado, mas o GT3 RS ainda não.

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O pessoal do Carpix flagrou o modelo em testes e, embora o protótipo tenha o mesmo capô do GT2 RS, os para-choques, a asa traseira e as saídas de escape entregam que este é o update do GT3 RS. Ainda não há detalhes sobre o carro (afinal esta é a primeira vez que ele dá as caras), mas é certo que ele terá um ganho de potência em relação ao antecessor, uma vez que o GT3 não-RS atualizado já igualou os 500 cv do RS anterior com seu novo 4.0 aspirado de 9.000 rpm.

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A imprensa europeia fala em 520 cv. Nós apostamos em 525 cv, que é o mesmo ganho do GT3. Também apostamos na possibilidade de o carro ser oferecido com um câmbio manual de seis marchas opcional como o GT3 e o R. Outro opcional será o pacote Weissach, que irá substituir componentes de aço e alumínio por fibra de carbono, titânio e magnésio como medidas de redução de peso.

O 911 GT3 RS deverá apresentado em setembro, no Salão de Frankfurt.

 

Os carros mais vendidos em junho no Brasil

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Mais um mês encerrado, mais um mês com o Chevrolet Onix na liderança das vendas de carros novos no Brasil. O fiasco do crash-test do LatinNCAP parece ter sido esquecido definitivamente, e o modelo chegou às 14.923 unidades vendidas em junho — apenas 84 unidades a menos que em maio (que teve um dia útil a mais) — acumulando nada menos que 83.244 unidades nos primeiros seis meses do ano.

Logo abaixo o Hyundai HB20 retoma a segunda posição do Ford Ka, com 9.715 unidades contra 7.812 do Ford, que escorregou para a quarta posição geral. Em terceiro ficou o Renault Sandero, com 9.087 unidades, em uma escalada contínua desde o início do ano (6.111 unidades em abril e 8.699 unidades em maio). Mérito dos novos motores SCe?

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A quinta posição ficou com o sedã do Onix: o Chevrolet Prisma chegou às 6.635 unidades vendidas em junho e roubou a posição do Volkswagen Gol, que caiu duas posições e ficou em sétimo lugar com 6.529 unidades. Em sexto ficou o Fiat Mobi, com 6.562 unidades.

A oitava posição ficou com o Corolla (7º em maio), com 5.734 unidades, seguido pela Fiat Toro, que voltou ao top ten com 5.579 unidades. A lista dos dez mais é encerrada pelo Fiat Uno, com 4.414 unidades vendidas em junho.

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No total acumulado do primeiro semestre, o ranking fica da seguinte forma: Chevrolet Onix (83.244), Hyundai HB20 (51.151), Ford Ka (44.653), Renault Sandero (38.870), Volkswagen Gol (36.212), Chevrolet Prisma (31.203), Toyota Corolla (29.194), Fiat Mobi (25.618), Fiat Toro (24.690) e Fiat Strada (24.025).

 

Volkswagen fraudou números de vendas na França

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A fumaça do dieselgate mal começou a dissipar (que baita trocadilho!) e a Volkswagen já arranjou outro problema com fraudes. Segundo o jornal alemão Der Spiegel, a divisão francesa da marca divulgou números falsos de volume de vendas por anos, em uma tentativa de fazer o desempenho comercial parecer melhor do que realmente era.

O jornal alemão teve acesso a um relatório interno dos auditores da Volkswagen, e descobriu que muitos modelos só tiveram suas vendas registradas meses ou até mesmo anos depois da data real de venda. Além disso, a Volkswagen francesa classificou inúmeros carros como “entregues”, quando eles na verdade sequer tinham um contrato de venda. Segundo a reportagem, a prática fraudulenta inflou os números de vendas em quase 800.000 veículos da Audi, Volkswagen, Skoda e Seat.

 

Fiat 500 clássico é reconhecido como obra de arte

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Dizer que os carros italianos têm no design sua característica mais marcante é tão desnecessário quanto avisar que o fogo queima ou que a água molha. Mas o que é realmente impressionante nesta qualidade estética dos carros italianos é que ela está presente até mesmo nos carros mais populares, como o Fiat 500 clássico, também conhecido pelos italianos como Nuova 500, por substituir o 500 original, o famoso Topolino.

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O modelo acabou de ser incluído no acervo do respeitado MoMA, o Museum of Modern Art de Nova York. A inclusão faz parte das comemorações dos 60 anos do lançamento do Nuova 500, e o modelo em questão é um 500 F, uma das versões mais populares do carrinho, produzida entre 1965 e 1972, na cor bege, com rodas de aço e teto de tecido.

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Com a inclusão, o 500 se torna o sétimo carro a integrar a coleção do MoMA; os outros seis são um Cisitalia 202 GT 1946, um Jeep Willys-Overland 1952, um Fusca 1959, um Jaguar E-Type Roadster 1963, a belíssima Ferrari 641/2 de Fórmula 1 e um smart ForTwo 1998.

 

Conceito da Volkswagen mostra o futuro do Golf

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Em sua investida para dissipar a fumaça do dieselgate (acho que já usei esse trocadalho hoje…) a Volkswagen está desenvolvendo e apresentando uma série de conceitos elétricos e híbridos, mostrando que ainda se importa com a natureza e as gerações futuras, apesar de tudo.

Entre eles, está o Gen.E, um hatchback usado para apresentar uma estação robótica de recarga, que a Volkswagen imagina como o futuro dos carros urbanos. Mas o que interessa aqui mesmo é o hatchback, e não o conceito da estação. Olhe bem para ele, para esta coluna C larga. É a cara do Golf, não?

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Pois é exatamente esta a função do hatchback: apontar a direção que as próximas gerações do Golf irão seguir. Claro, ele não será tão vincado ou futurista como o conceito, mas tente imaginar elementos como os cantos retos do vidro lateral traseiro, as luzes dianteiras afiladas como a grade e as lanternas elevadas aplicados a uma versão de produção.

O que o modelo também antecipa é o sistema elétrico que, segundo a Volkswagen, terá autonomia de 400 km — 100 km a mais que o atual e-Golf.

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