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Na verdade, uma das coisas mais bacanas de ser assinante do FlatOut é justamente participar da comunidade de entusiastas em um grupo inteiramente focado nos carros – com espaço para uma boa conversa de boteco, claro.

Há alguns dias, por exemplo, o membro Leonardo Ladeia postou um antes e depois de seu carro, um Citroën C4 VTR, e um texto inspirador:

A melhor coisa é ir aos poucos lapidando cada pedaço dos seus sonhos. O meu começou aos 12 anos quando  vi pela primeira vez esse ferro de passar espacial. O que me deixou mais empolgado foi o painel super laranja e o vidro duplo traseiro que da uma sensação de visão panorâmica em toda a traseira. Passados praticamente 9 anos eis que consegui comprar meu “ferro de passar” com muito trabalho e sacrifício. Aos poucos estou deixando ele da forma que merecia sair de fabrica. Na foto de cima é o carro na semana que eu comprei, e na segunda foto é hoje, quando finalmente consegui trocar as rodas. Os próximos passos serão um conjunto de amortecedores Bilstein B4 ou B8 e molas H&R. Logo vai virar um rato de pista para eventuais track days.

Imediatamente nos inspiramos. O Juliano postou um “antes e depois” de seu famoso Honda Prelude, acompanhado de um breve histórico do que foi feito com ele.

A minha foto engana: o Prelude parece já bonito na 1a foto (17 de novembro de 2014), mas a pintura estava bem opaca, queimada e cheia de marcas – eu tinha certeza de que precisaria ser repintado, mas um detailing trouxe o carro de volta à vida em 90%. As rodas foram diamantadas na AWRS e instalei espaçadores da H&R. Removi o lip traseiro meio xunado (tinha vindo de um Accord). Eliminei a ponteira de escape “pintinho de bebê” e coloquei uma dupla, similar ao padrão original. Tirei os pneus velhos e botei um jogo de Yokohama Advan Neova zerados. Olhos de gato vermelhos, como os originais. Coloquei os faróis JDM one-piece na dianteira, lip OEM novinho. Fora tudo o que foi feito na suspensão e freios, ali gastei quase outro Prelude.

O Juliano também convocou o pessoal do grupo a fazer o mesmo. Resultado: um enorme tópico com mais de 170 comentários (e subindo!), com vários leitores compartilhando a evolução de seus carros.

O mais bacana: todo tipo de carro estava presente – do popular daily driver ao esportivo foi por isso que selecionamos alguns deles neste post. Logo de cara, o primeiro comentário escancara o ecletismo da comunidade. Você espera ver um Toyota Camry V6 com rodas de Lexus NX200t, ECU remapeada e escape 6×2 dimensionado em qualquer lugar? Pois foi isto o que Rafael Rubio fez com o seu exemplar:

Diz ele, também: “Foi instalado um kit multimidia Android com processador octacore, 4 gb de RAM e HD de 64 gb. É um tablet no painel do carro!”

Falando em Toyotas: os Corolla importados no começo dos anos 1990 são carros baratos, de visual mundano, geralmente muito rodados e um tanto judiados. Não se costuma pensar muito neles por aqui. E isto só torna mais interessante a ideia de Lucas Melo, que atualmente está colocando um motor V6 em sua perua fabricada em 1997. Atualmente o carro está desmontado, em um cavalete – sacrifícios que muitas vezes é preciso fazer em nome do seu projeto.

Já o Eduardo Cavalli mandou duas fotos de seu Honda Civic EK. O antes veio lá do início dos anos 2000, em uma foto tirada pelo antigo dono. O depois mostra o hatchback já com peso aliviado, injeção programável e outras modificações “100% track-focused”, de acordo com o Flatouter:

Outro projeto track-focused interessante é a Chevrolet Suprema de Eduardo Novelletto, comprada em 2008 de único dono, com 81 mil km rodados – se já era difícil encontrar um exemplar nesse estado há 11 anos, imagine hoje em dia. Eduardo não se importa: desde março de 2018 ele está transformando a Suprema em uma driftwagon, em suas próprias palavras.

Eduardo conseguiu alguns sad reacts com seu post, mas diz que não se arrepende. E não deve se arrepender mesmo! – os gostos de todos são diferentes, e o que importa é você estar feliz com seu carro.

Falando em suprema, que tal um Omega CD 4.1? Na primeira foto o carro de Alex Sandro está bem judiado, com a pintura queimada e uma postura bem cansada – bem diferente do “depois”. Alex já prometeu que vai contar a história do carro no FlatOuters, a rede social do FlatOut.

O Honda CR-X de Leandro Garcia é outro carro que está em processo de água para vinho. Muito raro no Brasil, o carro estava completamente negligenciado na primeira foto, e apresenta muito progresso na segunda. Detalhe: o capô é de fibra de carbono. Salvo com louvor.

 

Falando em restauração: Rafael Micheski começou a restaurar seu Fiat Uno 1.5 R há dois anos, e já fez um belo progresso. No entanto, há problemas que todo entusiasta que já embarcou em um projeto desses conhece muito bem – com o exterior praticamente pronto, ainda falta a tapeçaria.

Outra bela restauração: o Ford Del Rey de Leonardo Teixeira, que em sua foto mais antiga, de janeiro de 2016, estava no meio do processo de funilaria. Sua foto mais recente, de outubro de 2019, mostra o serviço já pronto e reluzente.

 

Mas também é bacana ver um carro que acompanha seu dono há bastante tempo, nunca restaurado, cuidado com carinho e melhorado. É o caso do Gol 1000 de Max Loeffler, que o acompanha desde 1998, quando ainda era todo original. Agora, em 2019, ele é equipado com um motor AP 1.9 turbo de 200 cv. Também podemos ver os bancos Recaro, novas rodas e revestimentos de porta mais refinados.

 

Que tal, então, um carro que sequer estava pronto ao ser adquirido? Ao que parece, o Flatouter Gilberto Carmo partiu de uma carroceira Braúna, réplica mais desconhecida do Porsche 550 Spyder, e montou tudo – elétrica, mecânica, interior e acabamento.

And now for something completely different: alguns donos optam por fazer apenas algumas melhorias no que já julgam excelente. Como o Mercedes-Benz CLS de Gustavo Marão. As fotos mostram que detalhes simples como novos spoilers e um jogo de rodas bem escolhido fazem a diferença.

A Mitsubishi Pajero de Leonardo Laipelt também é um bom exemplo do que um pouco de cuidado, dedicação e capricho podem fazer por um carro – o interior teve as superfícies recuperadas e os revestimentos refeitos, enquanto o lado de fora recebeu novos faróis, grade personalizada e um novo jogo de rodas e pneus.

Laipelt, aliás, é um bom exemplo de ecletismo: outro de seus project cars é um Citroën ZX de track day – um carro que nunca foi discreto em suas mãos, e atualmente ostenta uma criativa livery inspirada pelo AE86 de Takumi Fujiwara em Initial D. Já que não temos o Hachi-Roku no Brasil… o negócio é adaptar.

Aos Flatouters que vierem a ler este post: não fique chateado se o seu carro não está aqui – espaço e tempo são limitados, e o tópico no Grupo continua crescendo. São carros demais, e fica inviável colocar todos. Além disso, os que ainda não assinam precisam ter um estímulo a mais para ir conhecer os outros carros dos membros, não é?

De todo modo, esta é só uma pequena prévia do que se encontra lá no grupo dos Flatouters. Se você quer fazer parte, colocamos abaixo, novamente, as opções de plano disponíveis:

 

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Se animou? A gente se vê lá!

 

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