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Project Cars Project Cars #210

Parque Yellowstone, Nashville e Tennesse Whisky: a quarta parte da viagem de costa a costa pelos EUA

Olá Flatouters, estou de volta com mais uma parte da viagem que nos levou a atravessar os Estados Unidos pela segunda vez, de Las Vegas a Key West. Na última parte levamos vocês pelo noroeste até o Parque Yellowstone. E é daqui que continuamos.

Se você ainda não leu as primeiras partes com a primeira viagem, elas estão aqui e aqui.

 

Yellowstone National Park

Em 26 de maio de 2013 acordamos em Livingston, Montana. Enquanto tomávamos o café da manhã, a TV exibia cenas da desocupação de Oklahoma City e a devastação do tornado de Moore (classificado como um EF-5 – ventos superiores a 322 km/h). Lembramos que exatamente no dia 20 de maio (dia em que o tornado tocou o solo em 2013), mas do ano anterior, estávamos chegando a Oklahoma City, no nosso primeiro cruze dos Estados Unidos.

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Depois de 50 milhas partimos para dentro do Yellowstone National Park outra vez. A estrada principal forma um grande circuito em forma de “8” dentro do parque, e existem cinco acessos principais. Um ao norte, um a oeste, um ao sul, um a leste e um a nordeste.

Mapa Yellow

Entramos pela entrada norte (rota destacada em vermelho no mapa acima), passando pela vila Gardiner e, diferente da noite anterior quando seguimos a leste (rota em azul), descemos ao sul passando por Mammoth Hot Springs, fontes de água quente de cerca de 80 °C, ricas em carbonato de cálcio que formam belíssimos degraus (brancos com vieses de marrom e laranja ou verde) de piscinas naturais.

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Seguindo, vimos muitos bisões e cervos, e riachos nos acompanhavam pela floresta, de vez em quando passando por locais de acampamento, até chegarmos aos Geysers, ou gêiseres, que são fontes de águas quentes que acumulam pressão e jorram a grandes alturas de tempos em tempos. Entre outros que passamos pelo caminho, visitamos o SteamBoat – um gêiser que cospe vapor e água a todo momento.

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Nunca haveria tempo suficiente de ver tudo em um só dia. Aqui poderíamos seguir a leste e visitar o Grand Canyon de Yellowstone, cascatas e o vulcão de lama e outras atrações que tivemos que deixar de ver, para continuar seguindo para o sul.

Vimos também a piscina de água quente de Grand Prismatic Springs, um lago de água termal multicolorido (vermelho, laranja, amarelo, verde e azul, como as cores resultantes da difração da luz branca por um prisma, por isso seu nome).

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E mais ao sul visitamos o Old Faithful (que me faz lembrar certo episódio do Pica-pau). O Old Faithful, ou “Velho Pontual” na minha tradução, é um gêiser que entra em erupção a cada 90 minutos em média, e a erupção dura entre dois e cinco minutos e nunca falha. Chegamos lá quando ele tinha acabado de dar o seu show, então nós tivemos que esperar mais de uma hora até a próxima… Almoçamos no Old Faithful Inn, uma hospedaria de frente para o gêiser.

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O Old Faithful é uma atração que atrai centenas de pessoas a cada erupção, e não é pra menos. Ele pode não ser o gêiser mais forte do parque, mas o espetáculo é garantido.

Partimos dali para o leste circundando o Yellowstone Lake, que faz parte de uma paisagem incrível, rodeado de montanhas nevadas, mas estávamos cansados. Mesmo com a previsão de atraso no nosso destino, resolvemos encostar em uma área de descanso e tirar uma soneca curta.

Acordamos e havia vários outros carros parados na estrada. Todos acompanhando a passagem de um filhote de urso em uma clareira próxima.

 

Atravessando Big Horn até Buffalo

Enfim saímos do parque pelo acesso leste, em direção à Cody. Eram 18h e tínhamos 400 km pela frente.

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Depois de um longo caminho tranquilo verde e montanhoso até a saída do parque, a paisagem mudou para uma planície mais árida em Wyoming. Passamos por Cody, Emblem (a cidade de dez habitantes) e Greybull até chegarmos à entrada de um desfiladeiro estreito, onde a estrada entrava e um rio saía entre um paredão e outro. Era a entrada de Bighorn National Forest. O “White Bison” seguia subindo lentamente pela margem do rio enquanto anoitecia e cervos atravessavam a estrada a todo momento, bem na nossa frente. Subimos até encontrar o topo nevado da reserva a quase 2800 metros de altitude, onde o termômetro do carro marcava 34°F (1°C).

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Alguns quilômetros depois deparamo-nos com uma descida sinuosa, que me fez lembrar a Serra do Rio do Rastro em Santa Catarina. Um ziguezague tortuoso com curvas de 180° e à frente, no horizonte, uma tempestade raivosa despejava raios pela paisagem negra lá embaixo.

Às 23 horas de um longo, longo dia, nós finalmente chegamos ao hotel em Buffalo.

 

Mount Rushmore

No outro dia deixamos Wyoming para dentro de South Dakota pela U.S. 16 até a cidade de Custer, onde seguimos para visitar o Mount Rushmore National Memorial. O lugar tem uma estrutura muito boa com um estacionamento grande, banheiros limpos, várias lojas de souvenir e um museu que conta a história de quais presidentes foram escolhidos para a representação e a tecnologia utilizada na época (marreta e dinamite).

Os presidentes são: George Washington, Thomas Jefferson, Theodore Roosevelt e Abraham Lincoln.

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Curioso é que quando começaram os trabalhos em 1899, iniciando pelo busto de G. Washington, Theodore Roosevelt ainda não havia sido presidente dos Estados Unidos (ele assumiu em 1901). A obra demorou 30 anos para ficar pronta e representa os primeiros 150 anos de história do país.

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Saímos de Mount Rushmore com um aviso de broadcast em todas as estações de rádio, sobre o risco de enxurrada e alagamento, nas localidades do sudoeste de South Dakota. Chegamos ao nosso hotel em Rapid City e uma tempestade escureceu a cidade, na TV as notícias do deslocamento da tempestade de Oklahoma à nordeste e para dentro do estado de Missouri eram interrompidas por broadcast de áudio local pedindo para as pessoas permanecerem em suas casas. Foi tenso, mas nada grave aconteceu onde estávamos.

 

Badlands e Sioux Falls

De Rapid City seguimos a leste, sempre pela I-90, uma estrada monótona de curvas suaves e retas intermináveis atravessando as pradarias da Grande Planície (Great Plains). Fernanda estava dormindo e passei pela entrada oeste de Badlands National Park. Nada me chamou a atenção no horizonte.

Depois de um tempo algumas formações no horizonte começaram a se “aproximar” da rodovia conforme avançávamos, e quando passei pela entrada leste de Badlands, acordei a Fernanda e decidimos entrar. As formações são colinas e vales esculpidos pela ação da natureza com muita chuva, muito vento, muito sol e muita neve. Deve ser por isso que ninguém nunca se estabeleceu por aqui. Somente alguns cães-da-pradaria nos recepcionavam. Badlands nos mostrou um tipo novo de relevo que nunca havíamos visto, uma paisagem inóspita que abriga muita vida selvagem apesar da severidade do clima.

Ao final voltamos 30 quilômetros na I-90, mas valeu a pena. O resto do caminho nos levou a atravessar South Dakota com ventos laterais malucos até a pacata cidade de Sioux Falls. Lá entre uma fraca chuva e outra, visitamos o Sioux Falls Park.
O Big Sioux River corta a cidade e no centro existe uma cascata. As pedras avermelhadas (chamadas quartzite em inglês) estão em todo lugar. Com o passar do tempo, o rio foi represado e um moinho foi construído nas margens, com a mesma pedra. E depois uma usina hidrelétrica com um prédio onde funcionava a companhia de luz e energia, também com a mesma pedra.

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Hoje o rio desce livre novamente pelas pedras, o moinho foi desmontado e restam somente as fundações, e o antigo prédio da companhia de luz e energia é hoje um café. Também com a mesma pedra foi construída uma torre da altura de cinco andares com um centro de visitantes no térreo. O parque não tem nada demais, mas é bem cuidado e o contraste das pedras vermelhas com a água caindo e a grama verdinha, as construções antigas e algumas obras de arte, tornam o parque bem charmoso.

 

Cansados em Kansas City

Seguíamos para o sul pela I-29, acompanhando o traçado do rio Missouri, e em algum lugar perto de Sioux City a companhia de tráfego nos fotografou. Recebemos este comunicado depois que chagamos ao Brasil e sinceramente não esperávamos por essa. Depois do sermão policial em Montana, andávamos rigorosamente na velocidade permitida. Deve ter sido algum momento de distração em alguma zona urbana. Felizmente não nos cobraram esta multa, não sei exatamente o motivo.

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Almoçamos no Gorat’s  Steak House, em Omaha, lugar que se vangloria de ter como cliente frequente Warren Buffet, o bilionário americano (homem mais rico do mundo em 2008, sua fortuna foi avaliada em 64,9 bilhões de dólares em 2014). Depois disso o vento passou a ser nosso companheiro pelo restante da viagem. “Companheiro” não é bem a palavra, que estaria mais para inimigo mesmo. Não era um ventinho qualquer, um vento tão forte vinha da direção contrária que aumentou nosso consumo de combustível em quase 30%. E conforme nos aproximávamos do destino, a chuva também resolveu aparecer.

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Na verdade, soubemos mais tarde que estávamos ignorando os avisos de tempestade, que naquela semana causaram tornados em Kansas e Nebraska, os estados que contornamos pela divisa leste naquele dia. Chegamos extremamente cansados em Kansas City, provavelmente pela tensão do vento e da chuva forte. No outro dia, depois de um passeio rápido pela cidade debaixo de chuva, partimos para Saint Louis.

 

Saint Louis

No caminho para Saint Louis a chuva nos deu trégua, mas um forte vento vindo do sul ficava constantemente empurrando o White Bison para a esquerda. Estávamos felizes de voltar a Saint Louis “Gateway to the West”. Na última viagem paramos aqui depois que saímos de Chicago e antes de partirmos para Memphis.

Saint Louis era o ponto em comum onde cruzaríamos o trajeto da última viagem. Poderíamos nos hospedar no mesmo lugar, um hotelzinho “honesto” ao norte, na cidade de Berkley, próximo ao aeroporto. Mas eu insisti que ficássemos em outra localidade, para conhecermos outras redondezas e hospedamo-nos em Fenton. Chegamos às 16 horas e descansamos até às 19, quando formos almoçar (?) em um pub no centro da cidade. No caminho de volta despencou uma tempestade tão forte que o limpador do para brisas na velocidade máxima não nos dava nenhuma visibilidade. Todos na pista andavam a menos da metade da velocidade máxima e era quase impossível distinguir as placas. Erramos o caminho duas vezes.

No outro dia o tempo estava estável e visitamos o Forest Park, um parque gigantesco maior que o Central Park em New York, que foi palco da Feira Mundial de 1904 (o Palácio de Belas Artes é original daquela época) e de algumas competições dos Jogos Olímpicos do mesmo ano. Conhecemos o Zoológico que fica dentro do parque, bem estruturado e fácil de visitar.

Voltamos para o hotel às 17 horas para uma soneca.

 

O Tornado

Acordei com uma sirene muito alta lá fora, por volta das 18:30. Liguei a televisão no canal do tempo e estavam alertando para a possibilidade de um tornado no condado ao sul de Fenton. Era a mesma tempestade que vinha causando tornados desde Oklahoma. Saí do quarto e ventava muito forte. Fui até a recepção perguntar se havia algum abrigo no hotel ou em algum lugar próximo, a resposta foi a pior possível:

“Não temos nenhum abrigo. Se um tornado tocar o solo por aqui, o melhor lugar para se alojar é dentro da banheira do quarto.”

WTF! Malditos hotéis de papelão! Fernanda é uma mulher de 1,86 de altura, a banheira tinha 1,40. Não precisa ser nenhum gênio para saber que se ela entrasse na banheira não iria ter lugar pra mim. Voltei para o quarto e acordei a Fernanda.

“Vem um tornado aí, vamos arrumar as coisas e sair daqui.”

“Pra onde?”

Ela me convenceu a ficarmos por lá, enquanto eu estudava a banheira. Acompanhamos pela televisão a evolução da tempestade até que ela finalmente chegou onde estávamos e todos os canais saíram do ar. Quando o sinal voltou, o aviso de tornados se estendia desde Oklahoma, passando por Kansas City, Saint Louis até quase Chicago, e soubemos que três tornados tocaram o solo perto de Oklahoma City e um tocou o solo perto de Saint Louis com menos força, na região do aeroporto, em Berkley, derrubando árvores e causando danos nas construções e automóveis. Berkley! O lugar onde nos hospedamos no ano passado.

Infelizmente, eu estava mais preocupado em sair vivo dessa do que em registrar a tempestade, então não tenho imagens. Mas abaixo tem uma mapa que recuperei do National Weather Service datado daquele dia com os rastros de tornados em amarelo e sua classificação, e incluí um marcador (X) e um linha vermelha com o local da hospedagem e trajeto de 2012 e um marcador e uma linha azul com o local da hospedagem e trajeto de 2013.

Rotas

 

Deixando Saint Louis até Nashville

Agora sim estávamos exaustos, mas era dia de estrada. Espiamos pela janela e tudo continuava lá: as árvores, os postes, as cercas e o White Bison, junto com outros carros no estacionamento, que na noite anterior tinha virado uma piscina rasa com cinco centímetros de profundidade. Tudo seco. Até o sol estava lá.

Com o tempo estável novamente, fomos visitar o Missouri Botanical Garden. Um lugar muito tranquilo e florido, com jardins ingleses, japoneses, chineses e várias trilhas para relaxar.

Incrível a conservação do lugar mesmo com a tempestade do dia anterior. Almoçamos na saída da cidade um ravióli frito, prato típico de Saint Louis e partimos para Nashville, no Tennessee.

Passamos por várias interestaduais nesse dia: a I-57, a I-64, a I-24 e a I-69, saímos de Saint Louis pelo leste entrando no estado de Illinois e, antes de entrar no Tennessee, estávamos no Kentucky. Onde não poderíamos perder a oportunidade única de comer asinhas fritas de frango, no Kentucky Fried Chicken.

 

Respirando Country Music

Depois de fazer o check-in no hotel em Nashville, fomos relaxar curtindo Country Music no Bluebird Café. Um lugar estranho, um barzinho minúsculo, com cerca 100 pessoas no mais absoluto silêncio contemplando um velhinho de óculos e boné tocando no palco. Tomamos dois pares de cerveja, conversamos absolutamente nada (como todo mundo lá) e fomos embora quando o velhinho terminou, lá pelas 23h. Na verdade sabíamos pouco sobre o lugar nesta época, mas o Bluebird Café é um desses lugares míticos do mundo da música (não só da Country Music), super disputado por compositores e músicos.

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Vínhamos de dias cheios e agitados desde o Yellowstone e precisávamos descansar mais, então naquele domingo acordamos às oito horas da manhã tomamos café e voltamos para a cama. Levantamos novamente às 15 horas com fome e decidimos visitar nada. Fomos atrás de algum entretenimento “nutritivo” e encontramos o Wildhorse Saloon. Almoçamos com calma degustando margaritas de Moonshine, um tipo de bebida alcoólica parecida com whisky, mas muito mais alcoólica geralmente destilada em algum alambique ilegal (que não deveria ser o caso). Às 18 horas começou o show de música country que era intercalado com aulas de “Line Dance”. Aquela típica dança Country, em que várias pessoas ficam em linha dançando os mesmos passos. Parece só bobo, mas é bobo e muito legal.

Ficamos por ali curtindo o show e rindo do pessoal que dançava descoordenado o Line Dance, até que, já encharcado de Moonshine, fui tentar dançar também. Fernanda só filmava e ria.

Claro que, desta vez, Fernanda levou o carro até o hotel e fomos dormir cedo. No outro dia visitamos o Country Music Hall of Fame and Museum em Nashville. Mesmo entendendo quase nada sobre música country, o museu é legal. A construção lembra as teclas de um piano e lá dentro relíquias do country estão espalhadas por dois andares, entre vestimentas, instrumentos e outros objetos como cartas e até carros. Mas saímos de lá com a impressão de que perdemos nossa grana. Sentimos que o museu ainda tem a melhorar para cativar os visitantes que tem vontade de conhecer melhor a Country music americana, hoje o Rock n’ Roll Hall of Fame and Museum em Cleveland é muito mais pelo mesmo preço. Saímos pela loja de souvenirs e nem ela nos animou muito.

Partimos de Nashville saudosos, foi uma pena que tivemos que descansar mais do que curtir a cidade. Pensando bem, descansar também é curtir.

 

Tennessee Whiskey

Como deixar o Tennessee sem visitar Jack e sua destilaria. Jack Daniel’s Tennessee Whiskey é um patrimônio, o whiskey americano mais vendido no mundo. E todo o processo de fabricação acontece aqui, em Lynchburgh, uma cidade de 6300 habitantes. Apesar disso, Lynchburgh fica em um “dry county”, que é como chamam os condados onde é proibida a venda de bebidas alcoólicas. Aqui a venda é proibida em bares e restaurantes, mas você pode comprar em Liquor Stores e beber em casa.

Fizemos um tour pela destilaria que fica em uma região com uma fonte de água livre de ferro. Por esta característica todo Jack Daniel’s fabricado vem daqui. Enquanto nos contava a história de Jasper Newton Daniel e a evolução do Tennessee Whiskey, o guia nos levou entre enormes tanques com um caldo de cereais e pelo processo de destilação onde o whiskey bruto passa, gota a gota, por um cilindro de três metros de altura cheio de carvão vegetal e então é armazenado em barris de bordo para maturar em grandes galpões de madeira. Explicou-nos que o Jack Daniel’s tradicional não é resultado de envelhecimento por um número determinado de anos (como outros whiskies), mas de maturação, e o resultado final é um mistura de diversos barris selecionados pelos degustadores (o próprio guia era um deles), para garantir que o sabor final seja sempre o mesmo. Finalizamos com uma degustação bem magrinha de três produtos da casa: o “Old Nº7” (tradicional Jack Daniel’s black label), o “Gentleman Jack” (mais suave, duplamente filtrado) e o “Single Barrel” (retirado integralmente de um único barril). Mais que aquilo e não poderíamos sair dali dirigindo dentro da lei.

Daqui fomos para Atlanta, mas por hoje é isso. No próximo e último texto, eu levo vocês por coca-colas, tempestades, praias e pontes até Key West. Até lá.

Por Alexandre Souza, Project Cars #210

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