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Project Cars Project Cars #177

Project Cars #177: o acerto do motor, pintura e os últimos detalhes da restauração do meu Escort XR3 conversível

Tudo certo, pessoal? Depois de mostrar as dificuldades de ter um Escort XR3 conversível com seus problemas crônicos, mostrar as melhorias realizadas, o tanto que esse carro já foi aproveitado nas ruas e estradas, além de dar uma prévia da instalação da injeção eletrônica, chegou a hora de falarmos de mecânica e preparação!

Neste post vou fazer um esquema diferente: vou abrir agora um espaço para que os meus mecânicos, André e Laerte, possam relatar com as palavras deles como foi todo o processo de reparo e melhoria na mecânica do Escort. Daqui em diante, os parágrafos entre aspas são as citações do pessoal da Garage364, grandes responsáveis pelo upgrade mecânico. Acima de mecânicos, são grandes amigos. Lembrem da minha frase “Nossos carros não são nada sem nossos amigos”! Preparem-se que vai começar o bate-bola automotivo:

“Temos uma consideração especial com o Régis, pois foi efetivamente o primeiro cliente da Garage364. Nem havíamos aberto as portas e, em meio ao término da reforma da oficina, o Régis apareceu com seu Mk4, em meados de 2013, para a primeira parte da brincadeira confiando-nos seu XR3. Fomos encarregados de refazer a instalação da injeção, bem como entregar o veículo com um acerto mais afinado da Fueltech. Desde então virou nosso cliente, aumentamos nossa amizade e, claro, continuamos a mexer no seu Escort. O carro voltou para o dono com algumas melhorias, alternador novo mais adequado para manter a tensão sem oscilar, o que melhora o funcionamento da injeção, causando menos variações. O ponto de ignição foi aferido e realizados alguns acertos dos mapas da injeção programável FuelTech FT250.”

 

A saga do motor

Como falei no post anterior, em dezembro de 2013, ao me deslocar com o carro para o Encontro de Final de Ano do Clube aqui em Porto Alegre, comecei a notar um barulho metálico vindo do motor. Este problema nasceu de um desgaste na chaveta do virabrequim que segura a polia, trazendo instabilidade ao conjunto e empenando a própria polia. Seria necessário a desmontagem da parte debaixo e troca ou recuperação do virabrequim. Também havia a desconfiança de que o virabrequim estivesse empenado, o que não se confirmou. Para um “gearhead” engenheiro, cada intervenção já produz um brainstorm de quanto será invasivo o conserto, o impacto, a mão de obra que isto vai dar e o que pode ser melhorado paralelamente durante o conserto.

“Transcorrido mais um período, o veículo chegou à Garage 364 de guincho com apenas um sintoma: um ruído metálico. O diagnóstico: a polia do virabrequim, que realiza o sincronismo da parte de baixo com a de cima do motor, apresentava empenamento. O pior já era esperado pelo Régis e a ordem era uma só: se fosse para mexer no virabrequim, que se mexesse em todo o conjunto do motor e assim foi feito. Observe que a chaveta do vira estava deformada.”

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A retirada do motor seria uma das atividades necessárias e, como na reforma de 2009 eu não havia pintado o cofre (algo que me incomodava muito), tomei a decisão que esta seria a hora certa de realizar o serviço. Removeríamos o motor e periféricos, enviaríamos o carro de guincho para o chapeador e voltaria pronto para a montagem. E assim foi feito!

“Durante a retirada do motor, removemos todos os componentes do cofre do carro para pintura, exceto a fiação elétrica. Motor retirado, setor de direção removido, radiadores, faróis, reservatório de limpador de pára-brisas, motor do limpador e o que mais encontramos, e o que foi possível, foi retirado para a pintura do cofre.”

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Cinco anos se passaram desde a reforma. Era necessário realizar a repintura dos para-lamas e do capô onde apareceram manchas escuras, possivelmente por uma reação da tinta com a base, havia também picadas no capô por causa das viagens, além de uma mancha na pintura na lateral traseira direita. Bom, fazendo as contas, isso resultaria em mais de 60% do carro pintado, com o risco de ficar em tons diferentes. O que decidi fazer? Pintar tudo novamente! Gastei um pouquinho a mais, porém o serviço ficou excelente. Lá se foi o Escort para a pintura.

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O retorno

A gente vê a diferença da qualidade de serviço nas pequenas coisas. Assim que o carro voltou, o carro recebeu algumas camadas de plástico bolha para evitar danos na pintura novinha e posteriormente seu para-choque dianteiro foi removido. Capricho e dedicação ao máximo.

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A preparação

Quando o pessoal da oficina começou a desmontar o motor, fui sendo questionado por eles até onde gostaria de ir com esse reparo no motor. Se queria fazer só a parte debaixo ou fazer todo, incluindo o cabeçote. Como já estava se mexendo e o orçamento permitia, optei por fazer o motor completo para ter um carro zerado e plenamente confiável.

Eis que o André veio me perguntar se queria que fizesse original ou então se queria que eles dessem uma apimentada no XR3. Eu sempre falei que queria um carro bom de andar e confiável. Como premissa de projeto, disse que um carro na qual a lenta soasse como música clássica porém, quando eu pisasse no acelerador, o motor soaria como AC/DC.

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Queria um carro com lenta regular, sem muito barulho e com forte pegada quando fosse acelerar. Foi um grande desafio para meus mecânicos e amigos Laerte e André.

 

A direção hidráulica no meio do caminho

A Ford ofereceu direção hidráulica como opcional do Escort Mk4 apenas em 1992, seu último ano de produção. Meu Escort 1989/1990 não tinha este item e sua direção era extremamente pesada. As manobras para estacionar ou fazer algum retorno eram simplesmente maçantes. Não há exageros por minha parte pois já andei em diversos carros sem direção hidráulica e afirmo dizer que o Escort era, sem dúvidas, um dos piores.

Eis que, no meio da função toda, me aparece um raro kit de direção hidráulica vindo de um Apollo (irmão gêmeo do Escort/Verona). Não tive dúvidas e comprei! Já que estava mexendo a fundo no cofre do motor, poderíamos adaptar a direção hidráulica.

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Santa ilusão! Essa direção nos deixou certamente com os cabelos mais grisalhos! Mandei dar uma geral em todo o conjunto pois não pretendia instalar do jeito que ele veio. O setor foi todo refeito e reembuchado. No final das contas o setor foi a única coisa proveitosa do kit pois bomba, reservatório e mangueiras foram substituídas por novas. A adaptação se mostrou extremamente trabalhosa, com custo bem acima do que esperava, atrapalhou bastante o cronograma da recuperação do motor mas o resultado acabou sendo gratificante pois o volante ficou bem mais leve e o carro mais gostoso de dirigir.

“Durante o processo da reforma do motor, o Regis adquiriu uma direção hidráulica para instalar no Escort, que originalmente tinha direção mecânica. A direção foi reparada, foi estudada a montagem das polias e acessórios que vieram empilhados em uma caixa. Parecia não ter sentido mas aos poucos “as peças de Lego” foram montadas e enfim nasceu o novo opcional do XR3, a direção hidráulica agora fazia parte do veículo. Assim como as outras peças do motor, as peças da direção também receberam pintura eletrostática.”

 

De volta ao motor

“O motor começou a ser montado após ser dada uma solução para manter o virabrequim que estava no carro. Por se tratar de um virabrequim forjado, raro, optamos por refazer a chaveta nele e mantê-lo no conjunto. O virabrequim foi reparado, a chaveta refeita e continuamos os trabalhos. A seguir, foi realizada a escolha de pistão para buscar a taxa adequada a um motor injetado, bem como a procura de marcas de peças móveis específicas na nossa lista particular, já com as devidas medidas em mãos.”

“O cabeçote foi enviado para retrabalho e polimento de dutos junto à Mecânica Byalardi e o Nelton Baialardi se encarregou do polimento dos dutos. Finalizada esta etapa, foi levado ao Pibe Cabeçotes para ajustes e montagem final. Cabe ressaltar que há peças de quatro fabricantes diferentes na montagem desse cabeçote, mas esta é uma receita fechada. A lenta estável está lá e era essa a exigência a ser cumprida.”

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“Seguimos com a montagem do bloco, tudo definido e sempre com alguns imprevistos como a falta de peças de reposição no mercado das marcas desejadas ou novas peças que foram para pintura eletrostática e acabaram por atrasar a montagem. Foram muitas idas e vindas a Rostirolla Pinturas, empresa que pintou todas as pecas do carro com a pintura a pó. Cada peça recebeu atenção, foi jateada e pintada, escovada, polida, sensores receberam verniz para não apresentar oxidação e manter um visual lindo de veículo novo e recém-montado. Aos poucos o motor se desenhou.”

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“Praticamente todos os parafusos do motor foram trocados por parafusos em inox ou substituídos por novos e originais. Houve muito garimpo por alguns desses parafusos. Procuramos fazer uma montagem limpa com uma harmonia no conjunto.”

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“E mais uma vez um contratempo: a caixa, após a pintura, precisou ser totalmente desmontada, para retirar o vazamento que apresentou. Com isso foram trocados os sincronizados da primeira e da segunda marcha pois haviam sinais de desgaste. Após retornar da revisão, passou por retoques, recebeu um conjunto de disco de embreagem e platô novo e, finalmente, se uniu ao conjunto com o motor.”

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“Depois dessa primeira etapa superada, instalamos o conjunto de volta no cofre do Escort acompanhado do suporte de periféricos do motor e alguns itens como distribuidor, polias, bomba d’água e cabeçote com comando instalado.”

“Começamos a instalar os acessórios, compressor do ar-condicionado, terminar a instalação da direção hidráulica e a iniciar a produção do novo chicote elétrico. Foi refeito do zero o chicote elétrico do XR3, objetivando a perfeita funcionalidade com um excelente acabamento. Utilizamos corrugado em conjunto com fitas de tecido para simular um acabamento no padrão da fábrica.”

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“Foi instalado um coletor de escapamento 4×1 e redimensionado todo o escape até o final em 2,5″. A primeira parte do coletor 4×1 foi coberta com fita térmica para preservar o calor do cofre e otimizar o fluxo dos gases melhorando a performance do 2.0.”

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“Após longos meses de montagem o motor ligou e começamos os acertos. Para esta fase, utilizamos uma FT400 pela maior facilidade de manuseio, fizemos o acerto que foi realizado de maneira exaustiva, testando a mistura e o ponto de ignição nas mais diversas situações. Partidas do motor foram testadas sob todas as temperaturas possíveis. Ocorreram diversos testes: de ventoinhas armando e desarmando, teste de rodagem com o carro, carga alta e baixa do alternador, com e sem o uso do ar-condicionado.  Tudo sempre observado e estudado, ligando e analisando o comportamento do carro, mistura de combustível, temperatura de ar, pressão de combustível. Após acertado, devolvemos a injeção FT250 para o carro e iniciamos uma nova rotina para repassar alguma possível diferença a ser sentida na troca dos mapas. O carro continuou em observação até que consideramos finalizado o acerto para entregar ao Régis, sete meses após a internação do Escort 2.0i XR3 conversível na Garage364.”

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E enfim ele está pronto para encarar as ruas depois de sete meses de trabalho duro. A minha ansiedade era absurda! Alguns devem estar se perguntando porque não fiz o motor a álcool para obter melhor desempenho. Uma série de fatores podem ser listadas: inverno rigoroso no RS e o saco que é ligar um carro a etanol e ficar esquentando. Também cita-se o preço bastante variável do combustível aqui na região que gira entre R$ 2,499 e R$2,899 dependendo da época do ano. Para finalizar, gosto muito de viajar com meus carros, não é muito fácil encontrar etanol em muitos postos aqui do RS. Além disso, você não encontra esse combustível no território uruguaio, local onde pretendo ir um dia com ele.

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Licenças poéticas

Alguns já viram fotos do Volante Momo Race no meu segundo post e fizeram comentários. O volante original do Escort XR3 Mk4 é um ícone, disso não se tem dúvidas. O meu volante estava revestido com couro exatamente reproduzindo a textura original com a mescla superfície lisa e furadinha nas laterais. Eu não gostava muito pois a pega não era boa e eu nunca tinha encontrado um volante original em perfeitas condições para trocar. Sinceramente, eu gosto do volante original mas eu tenho um pouco de aversão a volantes de dois raios em geral. Isso é questão de gosto pessoal mesmo.

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O tempo passa e, com tanta vivência nesse Escort, eu acabei deixando um pouco o purismo de lado e passei a priorizar por conforto, confiabilidade e dirigibilidade. Apareceu então um Volante Momo Race zero km por um preço legal e eu comprei. O volante tem uma pega infinitamente melhor que o original e combina muito com a célebre frase ¨Because Racecar¨. É um volante de marca consagrada, de qualidade e não essas porcarias frágeis que se vende por aí. Importei um raríssimo cubo Momo original para Mk4 da Inglaterra e instalei. Estou usando e, quando enjoar, é só sacar fora voltar com o original em menos de 10 minutos, sem prejuízo algum para a identidade do carro. Trata-se de uma mudança de fácil reversão. Obviamente que regido pela infalível Lei de Murphy, depois de comprar o Momo, encontrei um original em ótimo estado e acabei comprando para guardar!

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No dinamômetro

O carro estava montado e pronto. Eu já estava rodando há algumas semanas e então surgiu a ideia de organizarmos um ¨Dino Day¨ entre amigos do Escort Clube. Conseguimos, por um preço acessível, uma oficina com dinamômetro em Novo Hamburgo e partimos em comboio para realizar a medição da potência dos nossos carros. Convidamos mais alguns outros amigos e foram testados Escorts, Gol GTi 2.0 16v, Clio 1.6 16v Dinamique e um Passat 1.9 AP Turbo.

“O carro foi levado ao Dinamômetro para aferir a potência, 123 hp a 5.399 rpm medidos nas rodas com 18 mkgf a 4.750 rpm, equivalente a 154 hp ou 156 cv no motor. Não pense que pela maior rotação de torque o carro tem a baixa modesta, ele consegue deixar marcas no asfalto em primeira marcha, abaixo de 2000 rpm, sem o uso de embreagem como artifício para tal. Após engatar a segunda marcha não é muito diferente e os pneus Yokohama 185/60-R14 seguem tendo trabalho para manter o grip.”

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Normalmente a gente desconfia de resultados de alguns dinamômetros por aí mas o desta oficina nos pareceu bastante confiável pois todos os carros originais tiveram resultados bastante próximos aos valores de potência divulgados em pela fábrica utilizando o critério da oficina de se obter a potência do motor somando 25% na potência obtida na roda no dinamômetro. O Gol GTi 2.0 16v tem 153cv de fábrica e, por esse critério, chegamos ao cálculo de 155cv. O Clio 1.6 16v também tava seus valores próximos de 106cv. Quem anda no Escort nota que o carro realmente está muito forte. Os números pouco importam pra mim. O negócio é ter um carro ¨bala¨ pra andar e curtir, e assim atenda minhas expectativas!

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Dicas para quem quer um Escort de coleção

Não podia faltar um pequeno parágrafo com algumas dicas para quem pensa em um Escort como candidato à sua garagem. O Escort é um carro que tem um grande carisma, principalmente entre quem viveu sua juventude nas décadas de 80 e 90. Apesar desta famigerada alta de preços dos esportivos dessa época, ainda se encontram bons carros por preços bastante honestos. Os conversíveis valorizaram bem mais que os modelos fechados por existirem em menor quantidade e talvez por terem um apelo emocional mais forte.

Para quem quer começar, deixo minhas palavras de incentivo, porém não se iluda em pegar um carro barato e com muitas coisas para fazer pois o barato sempre sai caro. O custo de reforma e restauração é sempre maior que do objeto já pronto. Exemplo: se tem um Escort em estado regular por R$ 7.000 e um melhor por R$ 11.000, pense bem e encare o mais caro pois a matemática é cruel com gearheads que querem ter seu carro bonito e com a mecânica em dia. O custo para deixar o de 7000 no estado do carro de 11000 não é apenas 4000 reais. Vou dizer que, com a experiência que adquiri ao longo desses quase 8 anos, hoje eu não compraria o meu Mk4 no estado que ele se encontrava em 2007. Procuraria um carro mais inteiro e com menos serviços invasivos a serem feitos.

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Acabou… ou não?

Ufa! Acabou ou será que não? A essência principal do projeto já foi alcançada. Ele está com um visual legal e com um motor excelente. Ainda tenho algumas ideias de upgrades para o futuro mas não serão para agora: freios a disco nas quatro rodas, melhoria na qualidade do sistema de som e talvez uma futura troca da capota por uma com costura eletrônica. Também preciso rever a mangueira entre o filtro de ar e o corpo de borboleta. Ela é pequena e há um pouco restrição de passagem de ar. Mesmo assim nada disso tem pressa. Desejo curtir intensamente o carro neste ano de 2015.

Antes que me perguntem, este carro é invendável. Não há valor financeiro que pague as vivências, as amizades, as histórias pra contar, as dificuldades superadas e o processo de amadurecimento ao longo desse período. Esse carro eu fiz para mim, para meus futuros filhos, para a vida inteira…

Como coração de “gearhead” não consegue ficar muito tempo sem grandes emoções, já providenciei outro projeto para trabalhar em cima e, como apaixonado por Escort, a escolha não poderia ter sido muito diferente, um irmão mais novo para o Mk4: Escort 2.0i XR3 Mk5 Conversível 1995/1995 Azul Europa, plaqueta Karmann-Ghia 3173, o último ano e modelo de conversível produzido no Brasil.

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Ele está equipado com raríssimas rodas vindas da Alemanha, aro 16, de Ford Escort GTi Mk7, muito parecidas com as originais aro 14 do XR3 1995 e com as rodas tala larga do icônico Escort Mk5 Cosworth. Pelas informações que recebi, só existem cinco jogos dessa roda no Brasil, importados diretamente por um amigo do clube.

A ideia é deixá-lo com mecânica original porém ele já recebeu uma ¨licença poética¨ em seu visual com a colocação do Spoiler Dianteiro do Renault Laguna, item raro bastante disputado por quem curte Spoilers. Quem sabe não será um futuro Project Car do FlatOut?

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Muitas emoções estão por vir, acompanhado de muitas vivências, aprendizagens e, claro, amizades! Hora do agradecimento: Não dá para começar sem agradecer minha esposa pela paciência e parceria ao longo de todo esse tempo. Muito obrigado aos grandes amigos do Escort Clube, os quais prefiro não nominar para não esquecer de ninguém. Seria muito injusto! Como falei no meu primeiro post, nada disto seria possível sem a parceria dos amigos que fui conhecendo ao longo desses mais de sete anos. Agradeço ao amigo e jornalista Fernando Pedroso que fez a revisão no segundo e no terceiro texto enviados e agradeço imensamente o espaço no FlatOut. Muito obrigado também aos inúmeros comentários legais que o pessoal deixou nos meus posts e me coloco à disposição para esclarecimento de dúvidas! O legal é que já fiz contato com bastante gente por causa do Project Cars #177!

Como eu falei no meu primeiro post: “nossos carros não são nada sem nossos amigos. Gearheads não vivem sozinhos na natureza!”

Obrigado e até a próxima!

Por Régis Vasconcellos, Project Cars #177

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Uma Mensagem do FlatOut

Régis, seu projeto é daqueles que chama a atenção não apenas pelo carro em si, mas também pelo cuidado com os detalhes. Além disso, ele nos mostrou que mesmo em bom estado inicial, um clássico sempre precisará dessa atenção total para voltar à sua velha forma e voltar a ser confiável e divertido como era quando novo. Parabéns pela recuperação desta bela peça da história automotiva nacional.

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