Edição diária: 20/06/2019
FlatOut!
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Project Cars Project Cars #210

Project Trip #210: completando a viagem de costa a costa pelos EUA com um Dodge Challenger

E aí, pessoal do FlatOut!? Chegamos ao quinto e último post desta longa road trip, na qual passamos por Atlanta e atravessando o estado da Flórida. Vamos lá?

Atlanta

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Ah… o sul! Lugarzinho estranho e familiar, se é que esta definição é possível. E não deve ser pensamento só meu, pois muitos brasileiros vivem em Atlanta. Fugimos da rota dos tornados e finalmente o calor voltava a nossas vidas. Chegamos à noite depois de ter perdido nossa última hora por conta do fuso horário.

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Logo cedo saímos para visitar o “World of Coca-Cola”, a fábrica do refrigerante mais famoso do mundo, em Atlanta. Nosso guia apontava o endereço errado ou antigo e estacionamos perto do Capitólio de Atlanta com sua cúpula dourada. Seguimos caminhando pelas ruas da cidade em direção ao norte, passando pelos estúdios da CNN e pelo Centennial Olympic Park, um grande parque construído por ocasião dos XXVI Jogos Olímpicos em 1996 (cem anos depois dos primeiros Jogos Olímpicos da era moderna). Enfim chegamos ao “World of Coca-Cola”. Estava quente e úmido em Atlanta e estávamos suando quando chegamos.

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O World of Coca-Cola é um edifício com várias atrações que envolvem a história e o segredo da fórmula, o marketing e as propagandas de diversos países, os personagens, uma mini fábrica e engarrafadora e, ao final da visita, um hall com máquinas de refrigerantes com sabores dos continentes para serem degustados à vontade (acho que fui três vezes ao banheiro enquanto estava lá) e uma lojinha. Ao final você pode sair com uma garrafa de Coca-Cola engarrafada ali mesmo. Uma por pessoa. E vimos uma criança discutindo com o segurança, devia ter uns seis anos, tentar sair com cinco garrafas: “Não é tudo pra mim, essa é pra mim, essa é para o meu pai, essa é para a minha mãe, essa é para o meu irmão e essa é para minha avó”.

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Saímos de lá duas horas depois e fomos em direção ao Georgia Aquarium, o maior aquário do mundo (inclusive com uma baleia em um deles). Que deve ser muito legal, mas pede um dia só para visitá-lo. Infelizmente não tínhamos este dia extra e já passava das 14 horas (e a entrada era 80 dólares por pessoa).

Na volta almoçamos em Atlanta Underground, um centro comercial no subsolo encoberto por pontes construídas para atravessar os trilhos. Uma rua “enterrada” por outra rua, que é uma galeria subterrânea com lojas e restaurantes, mas meio desanimado numa quarta-feira à tarde.

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Outros lugares que passamos em Atlanta foram o Memorial Martin Luther King Jr. E a casa de Margareth Michell, escritora de “E o vento levou”.

 

Sunshine State versus Andrea

Acordamos indecisos. Vimos na TV uma tempestade se formando na Flórida e não sabíamos exatamente onde dormiríamos no fim do dia. O plano inicial era passarmos duas noite em Tallahassee, mas descobrimos que não há muito que fazer na capital da Florida. Então pegamos a estrada rumo a Clearwater, perto de Tampa, para aproveitar um dia de praia, mesmo que isso significasse passar o dia inteiro viajando (770 km). Depois do almoço paramos em um centro de boas vindas da Florida para uma soneca no carro.

Lá, ficamos sabendo que a tal tempestade era a primeira tempestade tropical da temporada e tinha recebido o nome de Andrea. Apesar do nome simpático, uma tempestade com nome próprio não devia ser boa coisa. E não era.

Avisos de inundação e tornados em toda área central da Flórida. No monitor, uma mancha densa de nuvens se espalhava pela região central do estado, desde Tampa, passando por Orlando até a região do Cabo Canaveral. Sem muita escolha seguimos viagem acompanhando notícias da tempestade pela estação de rádio. Na imagem de satélite abaixo, do dia 6 de junho de 2013, é possível ver a formação do ciclone. Marquei algumas cidades e a I-75 e, em amarelo, o caminho da tempestade em direção ao norte, enquanto seguíamos para o sul.

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Descendo pela I-75, atravessamos algumas tempestades muito fortes na estrada, limpador de para-brisas na velocidade máxima e todos andando muito devagar com os pisca-alerta ligados.

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Andrea ficou para trás, enquanto nos aproximávamos de Clearwater com um incrível pôr-do-sol colorido pós-tempestade.  O que parecia uma escolha aleatória pela manhã acabou sendo a melhor escolha que poderíamos fazer. Atravessamos Andrea enquanto ela ainda estava fraca e ela ganharia força durante a noite atingindo Tallahassee.

 

Clearwater

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Com a tempestade para trás pudemos curtir um dia tranquilo de praia em Clearwater, que soubemos no jantar da noite anterior, foi eleita a melhor praia da Flórida pela sétima vez consecutiva.

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Talvez por esse motivo, pagamos 16 dólares para estacionar e 25 (ui!) dólares pelo aluguel de duas cadeiras de praia e um guarda-sol. Verdade seja dita eram cadeiras de praia espetaculares e um guarda-sol enorme, além de internet de graça. Chegamos cedinho e só saímos no meio da tarde… para curtir a piscina do hotel, que ficava na porta do nosso quarto.

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Finalmente férias, foi bom descansar de verdade depois de mais de 6.000 milhas de estrada.

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Cabo Canaveral

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Acordamos tarde e seguimos para leste, passando por Orlando até o Kennedy Space Center, no Cabo Canaveral. Partimos direto para um tour que visita o Vehicle Assembly Building, a mais alta construção de um andar do mundo, onde os foguetes são montados e de onde saem para serem transportados até a plataforma de lançamento. É uma construção enorme, que na época em que foi construída era a maior construção em volume do mundo (hoje é a fábrica da Boeing em Seattle, onde já passamos nesta viagem). Ela é tão grande que, na bandeira dos Estados Unidos pintada em um dos lados, a parte azul estrelada é do tamanho de uma quadra de basquete e cada listra, branca ou vermelha, da largura da pista de uma rodovia.

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Visitamos também algumas plataformas de lançamento, o centro de controle de lançamentos, e o passeio nos levou até uma sala onde nos foi contada a história da corrida espacial e das missões Apollo até a XI, que pousou na Lua. Na saída havia uma réplica em tamanho real do foguete Saturn V, com seus estágios e cabine de comando. Também vimos alguns protótipos de roupas dos astronautas, algumas rochas lunares e outras relíquias curiosas.

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Ainda antes de sair, fomos a um simulador de lançamento muito legal, e bem detalhado com todas as fases do lançamento até a entrada em órbita em tempo real. Quando saímos já chovia bastante, passamos na lojinha e voltamos parte do caminho até Orlando, onde nos hospedamos.

 

Orlando, Hollywood Studios e Epcot Center

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Orlando é tão turística que dá raiva. Eu não queria ficar falando mal, mas dá até uma vergonha de falar português lá. É diferente das outras cidades que passamos nos Estados Unidos.

É só prestar atenção no olhar horrorizado na cara daquele casal do leste europeu, sentado no meio do salão. Aqui praticamente some a cordialidade e a tranquilidade dos cafés da manhã dos outros lugares, é quase uma guerra por espaço e por comida, pois nem todos acordam cedo, mas todos querem comer rápido e sair ainda mais rápido para os parques. Também fomos para os parques, mas sem pressa. Compramos um ingresso para dois dias de parque e ficamos estudando o mapa dos parques para decidir quais visitaríamos. Chegamos à conclusão de que o mapa do Magic Kingdom aqui em Orlando é muito parecido com o mapa da Disneyland lá da California (que havíamos visitado na última viagem).

Entre os outros, escolhemos o Disney Hollywood Studios para o primeiro dia. E nos divertimos bastante durante o dia com a Rock n’ Roller Coaster, o Hollywood Hotel (Tower of Terror) e o Lights Motors Action – Extreme Stunt Show (um show de acrobacias com carros e explosões), entre outras atrações. Almoçamos uma pizza dentro do parque e na saída jantamos em um restaurante chinês. Tentamos fazer as melhores coisas que tem no parque, já que não tínhamos a pretensão de fazer tudo. E foi tudo tranquilo.

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Nosso segundo dia foi de compras pelos outlets de Orlando. Tiramos este único dia em toda a viagem para fazer compras, que não era nosso objetivo principal, mas não podíamos perder a oportunidade (o dólar andava a R$ 2,20).

O segundo parque foi o Epcot Center. Nossa primeira atração um simulador de viagem espacial que, na saída, convida os visitantes a participar de um jogo em equipe, sobre fornecer suprimentos para a nave retornar à Terra, através da resolução de quebra-cabeças e duas equipes competem para ver qual nave viaja mais rápido. Depois visitamos aquela grande esfera (parecida com uma grande bola de golf), que chama Spaceship Earth, num passeio sobre a evolução da humanidade pelas eras. Nos fundos do parque existe um grande lago e a sua volta algumas vilas que representam alguns países, como México, Japão, Inglaterra, Alemanha. Almoçamos na Itália, curtimos um show de folk/rock no Canadá e passeamos em um barco Viking na Noruega. Para finalizar comemos umas coxas de peru gigantes, enquanto assistíamos a um show de tributo ao Bee Gees em frente aos EUA. E em seguida contemplamos um show de fogos de artifício no meio do lago.

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No último dia em Orlando fomos passear em um lugar muito charmoso na vizinhança de Orlando, chamado Winter Park. É uma vila com muitas mansões, às margens de um lago, com ruas pavimentadas de tijolinho e muitos restaurantes. Jantamos por lá em um restaurante italiano muito gostoso, quando nos demos conta de que era o dia dos namorados aqui no Brasil (12 de junho) e exatamente um mês desde que pousamos em Las Vegas. Um brinde!

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Bienvenido a Miami

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Antes do café empacotamos tudo e partimos de Orlando. Tomamos café num posto de gasolina e seguimos pela I-95 até Miami. Miami e Miami Beach são cidades muito bonitas com altos prédios nas margens da praia e dos canais, muitas mansões e iates e pontes levadiças.

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Sabíamos que o time de basquete de Miami, o Heat, estava na final e que iria jogar naquele dia 13, mas não sabíamos onde. Então fomos até o American Airlines Arena, o estádio do Miami Heat, para ver o movimento, mas o jogo de hoje era em San Antonio, no Texas. Então fomos almoçar na Pizza Hut e descansamos um pouco vendo o jogo de basquete, o Game 4 das finais: Miami Heat 109 vs 93 San Antonio Spurs.

Mas era um dia triste. Às 23h fomos até o aeroporto de Miami, para entregar o Jeep Grand Cherokee, que nos acompanhou por 7.194 milhas (ou 11.575 quilômetros) por desertos, montanhas, planícies, pradarias, florestas, praias e tempestades dos Estados Unidos, atraindo olhares curiosos de outros motoristas com suas placas do estado de Nevada, nos rendendo algumas conversas pelo caminho. Aqui, em Miami, nos despedimos do nosso companheiro, o “White Bison”. Fernanda queria poder levá-lo para casa.

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E era um dia muito feliz, no mesmo aeroporto encontramos nosso novo companheiro de viagem, que adicionará algumas milhas na conta. Um Dodge Challenger R/T 2011, laranja, com um motorzão HEMI 5.7 litros V8, de 372 hp, que nos acompanhará até o fim da viagem, daqui a uma semana. Eu estava com um sorriso retardado no rosto.

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Everglades National Park

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O Challenger veio com um GPS da Hertz, mais ele consegue ser mais perdido que o GPS que a gente levou para a viagem. Então acabamos em um local de piquenique que era aberto somente de dezembro a abril. Voltamos atrás do Everglades Visitor Center perto da prefeitura de Florida Center e, se nós passamos na frente dele, não o vimos. E seguimos meio perdidos por algum tempo até que achamos a entrada principal. O Parque Nacional Everglades é um dos maiores parques nacionais dos Estados Unidos e é uma região pantanosa enorme, com muitos aligatores, crocodilos, peixes-boi, cobras, aranhas e garças, entre outros pássaros. E muitos mosquitos.

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Fomos até um ponto do parque onde fizemos um passeio de barco para dentro do continente, por rios e lagos, aonde vimos um aligator, muitos pássaros, golfinhos, e aprendemos um pouco sobre a vegetação nativa. Foi um passeio muito legal, bem longo e com bastante sol em nossas cabeças.

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Na saída, fuçando no computador de bordo do Challenger, descobri um cronômetro que tomava o tempo que o carro fazia de 0 a 60 mph e brinquei algumas vezes com isso dentro do parque. A velocidade máxima por lá era 55 mph e a estrada estava deserta, então não houve nenhum problema.

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Pé no freio e no fundo do acelerador, no modo Sport (AT5), e ao soltar o freio o cronometro disparava automaticamente. Consegui 5.9 segundos, nada mal.

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Miami Beach

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Desde que chegamos a Miami, estávamos hospedados em Miami Beach, mas só no terceiro dia fomos curtir a praia. Miami Beach tem uma praia incrível de areia clara e mar transparente. Ficamos a sombra da casinha do salva-vidas tomando café da manhã que compramos na farmácia (!), até que os salva-vidas chegaram para trabalhar e nos expulsaram da sombra. Ficamos na beira da praia curtindo aquela água maravilhosa, e quando o sol ficou muito quente voltamos para o hotel e pegamos uma piscina. Até que ficou realmente muito quente.

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Saímos para uma volta e… ah, eu poderia me acostumar com isso. Curtir Miami Beach o dia inteiro e rodar de V8 a noite inteira.

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Acabamos na Lincoln Road, um calçadão cheio de restaurantes, bares e lojas. Onde, depois de circular atrás de um restaurante que servisse boas cervejas, encontramos um restaurante brasileiro com várias opções de chope e uma bela picanha.

 

Key West

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Tivemos que usar de alguma estratégia para encaixar nossas malas dentro do Challenger. Fernanda não escondia que preferia muito mais o White Bison e eu entendia o porquê. Nosso novo carro era baixinho, duro e barulhento, os mesmos motivos que me faziam adorar ele.

Key West faz parte das “Florida Keys”, que é um arquipélago de ilhas enfileiradas que pontilham uma linha partindo do continente, 25 km ao sul de Miami, em direção ao sul/sudoeste. Key West é a cidade que fica na ilha mais ao sul, fazendo dela o ponto mais ao sul dos Estados Unidos continental, distante apenas 140 km de Cuba. E existe uma estrada inacreditável que chega até lá.

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Uma ferrovia construída em 1910 ligava as “Keys”, ilha a ilha, até que um furacão (Labor Day Hurricane) a inutilizou em 1935 e ela foi convertida para uma rodovia, a Overseas Highway, parte da U.S. Highway 1. São 106 milhas (170 km) para dentro do Oceano Atlântico até Key West.

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“Ninguém sabe curtir a vida como o povo daqui” – Nos disse o concierge bonachão do hotel em que nos hospedamos, na parte nordeste da ilha. De fato parecia que, mesmo as pessoas que trabalham aqui, estão se divertindo o tempo todo. O sol nasce no oceano Atlântico e se põe no Golfo do México, e existe uma forte cultura de piratas e caçadores de tesouros de naufrágios na cidade, que parece acentuar a percepção de cidade divertida.

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Estávamos com um carrão, mas era insano ir aos lugares de carro numa ilha com espaço tão restrito. Acabamos usando muito o transporte do hotel, que era gratuito, para nos levar até o centro. Apenas em um dos dias fomos à praia de carro e quando voltamos havia meia dúzia de pessoas admirando e batendo fotos do Challenger laranja. O engraçado é que, em outra situação, eu seria uma dessas pessoas.

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Fora bebermos quase o dia inteiro pelos bares da Durval Street e curtir as praias, fizemos um passeio de barco com fundo de “vidro” para ver a vida marinha perto dos recifes, embora tenhamos achado o visual terrivelmente nauseante. E saímos no “Sunset Cruise”, um passeio de barco com música ao vivo, comida e bebida inclusa. As pessoas no barco eram mais velhas, mas muito engraçadas e dispostas. Rimos bastante e fizemos algumas amizades. O pôr-do-sol no mar foi realmente fantástico, e com ele o fim da nossa viagem.

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De volta a Miami, de onde voaríamos pra casa, entregamos nosso companheiro dos últimos dias nos levou por 677 milhas, ou 1.089 quilômetros, totalizando mais de 12.660 quilômetros rodados pelos Estados Unidos nesta viagem.

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Obrigado!

Sonhar não custa nada, mas o planejado nunca é caro. Seja seu sonho uma churrasqueira na garagem, um “engine swap” no Chevette ou dirigir um supercarro pelo menos uma vez, tenha disciplina e vá realizar seu sonho. E se seu sonho é viajar, o mundo é de qualquer um que esteja disposto a conhecê-lo e está cheio de lugares e pessoas interessantes (e a maioria delas adora os brasileiros).

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Nosso relato está cheio de situações a se ficar atento em uma viagem internacional: um pneu furado, multa, “quase deportação”, hospital, tempestades e tornados. Obedecer às leis e fazer um seguro viagem é a forma mais segura e barata de se divertir por aí.

Meu muito obrigado a vocês pela audiência e ao FlatOut pelo espaço. É um experiência muito bacana ter este comprometimento de escrever para vocês e receber o feedback da comunidade gearhead. E é muito gratificante ler os comentários e saber que, de modo geral, vocês gostaram da história e da forma que ela foi contada. Eu procurei resumir o máximo que pude estas nossas viagens (acreditem!) e postar nossas melhores fotos para que vocês pudessem ter a noção do que é viajar pelos Estados Unidos, de como seria estar lá com a gente. Existem mais detalhes, claro, e eu já pretendia transformar essas memórias em um livro e agora me sinto muito mais confiante. Vida longa ao FlatOut!

Por Alexandre Souza, Project Cars #210

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Uma mensagem do FlatOut!

Alexandre, que bela viagem essa, não? É o tipo de aventura que fica guardada para sempre e traz uma bagagem cultural imersiva que nenhum livro, vídeo, curso ou relato poderia trazer. Entrar no avião, descer em outro país, descolar um carro e devorar o asfalto enquanto se conhece a fundo outra cultura, outra história, outra realidade é algo que realmente não tem preço. Parabéns pela realização e obrigado por compartilhar essa aventura com a gente!

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