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Achados meio perdidos

Quer um V8 brasileiro? Este Dodge Dart 1979 está à venda

Diferentemente do que acontece nos Estados Unidos, onde motores V8 são tradicionais, baratos, abundantes e muito populares, por aqui eles são bem mais raros, quase exóticos – e, por isto mesmo, tão desejados.

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Uma opção para quem busca um clássico com motor V8 no Brasil é a família de modelos da Dodge, vendidos no Brasil entre 1969 e 1981, todos com o mesmo motor V8 LA de 318 pol³ (5,2 litros), e todos derivados do Dodge Dart de quarta geração – Charger, Gran Sedan, Le Baron, Magnum… todos eles eram baseados no Dart, mas com diferenças suficientes para serem tratados como modelos únicos. Alguns são mais raros, outros menos, mas todos eles são bem valorizados no mercado e apreciados pelos antigomobilistas. E, não por acaso, é justamente um Dart De Luxo 1979 nosso Achado meio Perdido de hoje.

O Dodge Dart De Luxo era um dos mais comuns, podendo ser encontrada como sedã de quatro portas ou cupê de duas portas ao longo de todo o ciclo de produção do modelo no Brasil. Entretanto, o Dart vem de uma época na qual as fabricantes de carros promoviam atualizações quase anuais em seus modelos para mantê-los sempre atraentes ao público.

Em 1979 o Dart já se aproximava do final de sua vida e, por isto, a Dodge promoveu nele a sua maior atualização, adotando uma dianteira parecidíssima com a dos exemplares de 1974 nos EUA, com um bico mais pronunciado; e uma traseira nova, com lanternas horizontais rentes ao para-choque. O interior praticamente não mudou, e o motor era o mesmo V8 318 de 198 cv brutos (por volta de 140 cv líquidos).

Outra mudança importante foi a adoção de um tanque de combustível bem maior, passando de 62 litros para 107 litros – algo necessário em tempos de gasolina cara, e que exigiu a migração do estepe do porta-malas para um suporte no assoalho traseiro. Além disso, a Chrysler do Brasil deu ao Dart melhor acabamento, mais isolamento acústico e calibragem mais macia na suspensão. A ideia era trocar a imagem de esportividade por algo mais próximo dos carros de luxo, e isto valia até mesmo para o Dodge Charger, que afastou-se da imagem de muscle car de seu homônimo norte-americano para ganhar uma aparência mais sóbria, quase careta.

De todo modo, o Dodge Dart ainda era uma das opções mais interessantes para quem queria um carro grande, espaçoso e com bom desempenho para a época. E, se você quer viajar para o passado ao volante de um desses, nosso Achado de hoje pode ser uma opção.

O carro anunciado no GT40 pertence a Alex Agapito, de Itapetininga, interior de São Paulo. De acordo com ele, o carro está em excelente estado de conservação em termos de acabamento, estrutura e mecânica. A carroceria tem pintura na tonalidade original Vermelho Alcázar (um vermelho fechado, bastante sóbrio), interior em couro preto e detalhes que imitam madeira no painel e no console central.

O câmbio é de quatro marchas, original de fábrica, com alavanca no assoalho. Mecanicamente o carro está em ordem, revisado e, segundo o anunciante, em ótimas condições de utilização – incluindo pneus novos no pacote.

O valor pedido é bom para um carro deste nível – passa longe dos seis dígitos, o que por si só já é cada vez mais raro entre os Dodge V8 originais de fábrica. Então, se você procura um antigo para uma coleção ou simplesmente para curtir aos fins de semana, talvez este Dart seja um bom candidato.

É claro que, na compra de qualquer carro antigo, uma visita para conferir de perto e uma inspeção criteriosa nunca são má ideia. Caso queira entrar em contato com o proprietário para pedir mais detalhes, basta clicar aqui e acessar o anúncio.


“Achados Meio Perdidos” é o quadro do FlatOut! no qual selecionamos e comentamos anúncios do GT40.com.br de carros interessantes ao público gearhead, como veículos antigos, preparados, exclusivos e excêntricos. Não se trata de publieditorial. Não nos responsabilizamos pelas informações publicadas nos anúncios nem pelas negociações decorrentes – todos os detalhes devem ser apurados atenciosamente com o anunciante!

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Gustavo Henrique Ruffo
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