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Pensatas

RADwood e a janela móvel de 30 anos dos carros clássicos

“Houve um tempo em que o povo americano pensava no automóvel como um instrumento de prazer sensual. Não faz muito tempo, o carro era exatamente isso, e muitos homens ainda vivos se lembram desses dias. Mas isto está no passado agora. Toda a diversão acabou. É inevitável que seja assim? Certamente que não. Para estar apto para sua função - o transporte de uma nação - não era necessário que o carro americano crescesse 400 kg a mais do que deveria. Também não é necessário que todo carro deva parecer com o outro, para que apenas os mais experientes possam diferenciá-los a vinte metros de distância. São parecidos por fora e parecidos ainda mais por detrás do volante - tanto que apenas o especialista, com muita experiência em seus ossos, pode perceber alguma diferença entre um e outro. Criamos uma geração de americanos que foram enganados, que deixaram de lado um dos prazeres mais importantes da vida: a alegria de dirigir um automóvel leve, rápido, seguro e ágil, um veículo que este

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