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Sandero RS Speed Experience: track day e test-drive no autódromo da Capuava – veja como foi!

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Por volta das 8:30 daquele sábado (24), todo o acesso ao autódromo da Capuava (Indaiatuba, SP) estava dominado por uma fila de Sandero RS: um, dois, cinco, dez, quinze, vinte, quarenta, mais de cinqüenta. Todas as cores de catálogo estavam lá: Branco Niege, Preto Nacré, Vermelho Vivo, Prata Étoile. Em sua maioria, rigorosamente originais, outros com algum toque de personalização, outros com preparação. Em comum, além do modelo, a paixão por hot hatches e a vontade de fazer os pneus dobrar nas 13 curvas do sinuoso e vertiginoso circuito da Capuava.

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Estamos no Sandero RS Speed Experience, evento que combina a dupla função de ser um track day aberto aos proprietários de Sandero RS (parte da manhã) e diversas atividades em pista, incluindo test drive no circuito, para clientes interessados na compra de um (parte da tarde).

O Speed Experience teve a adesão em massa dos entusiastas do R.S. Groupe, o maior grupo de entusiastas de Sandero RS do Brasil, que organiza diversos encontros e passeios e que conta com quase 300 membros. Hoje, além da versão nacional, há diversas subdivisões regionais, como a de São Paulo, que conta com mais de 100 membros.

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Tive a oportunidade de conversar com diversos proprietários ao longo do dia, para não apenas pegar opiniões dos caras a respeito do veículo como também sobre a experiência em pista – você verá os depoimentos mais abaixo. Algo que foi bacana constatar foi que, mesmo sendo um lançamento recente, um carro de perfil entusiasta como o Sandero RS já formou um grupo bastante unido, dando origem a diversas amizades e atividades, como acontece com os moto clubes e com os clubes de antigos e outros veículos de nicho. Na foto abaixo, temos Adolfo Freitas (esq.), que adesivou o seu veículo com o tema da Martini Racing especialmente para esse evento.

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Abaixo podemos ver algumas das personalizações que os proprietários fizeram em seus RS: emblemas com textura de fibra de carbono, adesivos e, claro, personalizações no bigode do para-choque, remetendo ao estilo agressivo do recordista de Nürburgring Mégane RS 275 Trophy-R.

Além das atividades em pista, os presentes se divertiram com duas belas cabines de simuladores baseados no rFactor…

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…e registraram a lembrança do dia com fotos impressas na hora. Mas, vida social à parte, a turma veio aqui com um propósito bem claro: acelerar!

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Hora de ir pra pista!

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Pouco antes das nove, o instrutor de pilotagem Eric Darwich (Drivers Evolution), passou um briefing bem completo aos participantes, apresentando como seria a dinâmica do dia e o comportamento em pista no caso de topar com um carro mais lento ou mais veloz.

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Darwich também deu diversos toques valiosos: como encontrar a posição correta de pilotagem, como encontrar seu ritmo em pista e várias dicas do traçado da Capuava.

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A Renault organizou os 47 carros participantes do track day em quatro grupos. Cada um destes grupos fez três sessões de 20 minutos, que aconteceram das 9:00 às 13:00. Desta forma, havia um intervalo de 1:20 entre cada ida pra pista, permitindo que os pneus e freios refrigerassem…

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…E, claro, que os participantes trocassem ideias, dicas para conseguir baixar tempo e fizessem um rápido lanchinho – sem excessos, pois o autódromo da Capuava é uma verdadeira montanha-russa! O trecho abaixo é o mais radical neste sentido. Conhecido como “saca-rolha” – devido à certa similaridade topográfica com a curva Corkscrew, de Laguna Seca –, ele podia ser visto claramente da sacada do casarão. Era um belo entretenimento enquanto os participantes aguardavam a sua vez.

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Inspeção nos veículos feita, adesivagem aplicada, tudo pronto. Uma rápida fotografia para guardar de lembrança – até porque, para muitos, este foi o primeiro contato com um autódromo…

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…afivelar o capacete, se concentrar e…

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…partir para o duelo contra o cronômetro. Claro, com vinte minutos de bateria, mesmo espaçando os veículos na saída de boxes, muitos deles se encontraram, resultando em pegas bastante divertidos – sempre com muito respeito, ao melhor estilo gentleman driver. Mas o cantar dos pneus deixava claro: todo mundo estava buscando o seu limite.

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Falando em pneus, a Continental também marcou presença no Speed Experience: eis aí um jogo fresquinho de ContiSportContact 3 205/45 R17, o pneu usado pelo Sandero RS. O quanto eles agarram? Nosso acelerômetro on board marcou média próxima a 1G de aceleração lateral, com picos de 1,2G (sim, gravamos um vídeo on board que será publicado muito em breve)!

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Entre os participantes, a brincadeira era que os Sandero RS brancos eram mais rápidos por natureza. Mas, justiça seja feita, era mais uma questão de quórum: a maioria dos participantes tinha carros no tom Branco Niege!

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Ranking de tempos, fotos de pista e depoimentos

Entre os 47 participantes das baterias (46 cronometrados), havia pilotos de track day com muitas horas de experiência em pista que estavam lá para buscar o topo da tabela de tempos, entusiastas que tiveram um breve contato prévio e que buscaram aprimorar suas técnicas, bem como um bom punhado de motoristas que iriam descobrir a emoção de um autódromo pela primeira vez. A convivência entre estes níveis tão diferentes foi bastante cordial na pista.

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O circuito foi configurado sem as curvas 2 e 3 (veja mapa abaixo), pois neste local foram instalados os cones para o exercício de Pro-Solo que foram feitos após o almoço. E na entrada da última curva, a veloz Curva da Vitória, foi instalada uma suave chicane de cones para aumentar a segurança no local. Ela foi configurada de forma a controlar a velocidade de entrada dos novatos, mas quem tinha experiência em pista conseguia contorná-la com ótima velocidade devido ao espaço entre as filas, ficando um desenho satisfatório para ambos os grupos.

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Agora, vamos aos tempos e depoimentos!

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Frequentador assíduo de track days e ex-piloto de rali, Hebert Cangueiro (número 10) ficou com a volta mais rápida do dia, cravando 1:43,531. A Renault cedeu um carro para Hebert, pois o seu RS estava na concessionária para uma revisão. Ele instalou pneus Continental Extreme Contact 225/45 R17 na dianteira, bem como espaçadores de roda de alumínio da AVM de 1,25” nas quatro rodas.

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Gostei bastante do briefing, bem completo, e da vistoria de segurança – até aferição do TWI dos pneus eles fizeram. A organização das baterias também foi boa, bem como a ideia de colocar uma chicane na Curva da Vitória – pois sua saída é perigosa e havia muitos participantes que nunca aceleraram na pista antes.

Andei em três baterias de 20 minutos, minha melhor volta veio na segunda. Optei por fazer voltas velozes com voltas de cooldown (para resfriar os pneus e freios) alternadas. Meu pega com o Robson foi muito divertido! Já andamos em outra ocasião na Capuava, sempre rivalizando nos tempos, mas com muita camaradagem dentro e fora da pista. Me diverti muito. Espero que a Renault volte a fazer mais eventos deste tipo!”

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Apenas 179 milésimos atrás de Hebert veio Robson Moretti (número 01), com o tempo de 1:43,710. Este foi apenas o segundo track day que ele participa em sua vida, mas o espírito competitivo se mostrou presente. Cada brecha de pista foi explorada ao limite. “O meu projeto está só no começo. Há muito trabalho pela frente. Pela experiência que tenho com competições de kart, eu mesmo costumo ajustar a suspensão e o motor”. O objetivo de Moretti é baixar para a casa dos 42 segundos – e está bem claro que é só uma questão de tempo e ajustes!

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Adolfo Neto (número 30) faturou a terceira colocação no track day logo em seu primeiro evento de pista com o Sandero RS – e é um ótimo exemplo de como se pode evoluir as técnicas de pilotagem em um ambiente bacana.

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Meu melhor tempo na primeira bateria foi 1:48,2. Mas depois de falar com alguns pilotos, peguei várias dicas e melhorei para 1:45,0 – só que eu queria ir além, já que os ponteiros estavam virando na casa de 1:44 e 1:43. Fui para o tudo ou nada e assim marquei 1:44,1 na última bateria. Foi uma das melhores experiências da minha vida!”

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Seu carro era o mais personalizado do evento, com o tema da Martini Racing. Para aliviar o peso do Sandero RS na pista, Adolfo removeu o banco do passageiro e o banco traseiro, o estepe e o macaco. Além disso, ele usou um sistema CAI (cold air intake) fabricado por ele mesmo!

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Bruno Spachi (34) e seu Sandero RS na cor Preto Nacré: conquistou a quarta posição, com o tempo de 1:44,7.

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Konrad Viehmann (02) faturou a quinta posição, com 1:46,2. Depois de acelerar, ele elogiou a ergonomia de pilotagem do Sandero RS: pegada do volante, o posicionamento dos pedais, que favorecem a técnica do punta-tacco, e a alavanca de câmbio precisa.

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E achei a experiência de poder andar em pista muito boa. O carro é sensacional e se torna ainda mais divertido com os controles totalmente desligados (programação Sport+, ativada pelo botão RS, localizado no console central). Quando provocado o carro joga a traseira e a frente aponta mais nas curvas. Uma delícia. A relação das marchas também é perfeita para a potência do motor (150 cv). Além de sua boa potência e um peso legal para um hot hatch (1.161 kg), o conjunto de freios a disco nas quatro rodas trabalham muito bem e freiam o RS com gosto.

O meu carro está com um lip dianteiro instalado por mim e no painel tenho uma plaquinha “Powered by Renault Sport”. Meu desejo é prepará-lo futuramente para chegar próximo aos 200 cv, aspirado.”

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Rodrigo Mussalem (número 14) é um daqueles felizes sujeitos que conseguem unir hobby e trabalho. Funcionário da concessionária Renault Valec, em Campinas, ele é um dos membros mais ativos do R.S. Groupe, ajudando a organizar uma série de eventos – como encontros, passeios e até mesmo um hot lap, que aconteceu no kartódromo de Nova Odessa. E ele representou bem a casa na pista: ficou com a sexta posição, com o tempo de 1:46,64!

Já Rafael Moya (07) chegou à Capuava com zero experiência de autódromo, com a ideia de conhecer melhor o carro, que comprou há pouco menos de três meses, absorver conhecimento de gente mais experiente e se divertir o máximo possível. E o resultado surpreendeu: sétima posição, com 1:47,8, mesmo com calibragem de pneus de fábrica.

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Se fosse resumir o dia em uma palavra seria “perfeito”. O evento foi muito bem organizado e com uma estrutura muito bem montada. Estava super ansioso para conhecer melhor meu Sandero RS em uma pista. O carro é muito na mão, estável demais. Consegue transmitir toda a potência do motor de forma linear e efetiva. Sou amante de destes hot hatches nacionais e o RS representa muito bem isso. A Renault está de parabéns por ter feito um produto tão eficiente naquilo que ele se propõe: é rápido, seja na rua, estrada ou em uma pista.”

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Décimo segundo colocado na tabela e o oitavo melhor em sua bateria, Dennis Hartmann (46) estava, literalmente, em casa: além trabalhar na Renault, ele foi um dos primeiros a comprar o Sandero RS.

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Sou um completo apaixonado por carros. Desde os primeiros boatos sobre o RS na fábrica eu já sabia que teria o meu. E assim foi: entrei tão cedo na fila que o meu foi um dos primeiros a serem entregues. O track day foi excelente! Na primeira bateria apanhei um pouco por não conhecer o circuito, mas um dos pilotos da TSO me deu dicas importantes para acertar o passo, me permitindo chegar aos 1:49,0. Se tivesse mais uma bateria, com certeza baixaria o tempo, pois estava freando bem longe de onde o carro poderia fazer. Talvez conseguisse baixar mais meio segundo.”

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Gabriel Vitiello (número 44) também foi um dos primeiros a comprar o Sandero RS – o seu carro acaba de completar um ano em suas mãos e foi totalmente revisado. Novato em pista, seu capacete havia chegado na véspera ao evento.

Fiquei impressionado com a beleza do autódromo da Fazenda Capuava. Antes de acelerar mais fundo, busquei conhecer melhor a pista. Gostei da forma como o carro se comportou, mostrando bem o seu DNA esportivo. Nas voltas rápidas, controle absoluto nas curvas, frenagem precisa e potência na aceleração. Consegui cravar meu melhor tempo na última bateria, já um pouco mais confiante com o traçado. Foi realmente tudo que eu esperava, uma experiência fantástica e inesquecível.”

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Guilherme Amorim (9) – um dos fundadores do R.S. Groupe, que você viu no começo desta matéria – fechou o dia com o tempo de 1:50,0, o que lhe rendeu a 17ª posição entre os 47 participantes. Foi o primeiro track day de sua vida. Seu carro está original na configuração mecânica, com exceção ao filtro de ar Inflow da K&N. O seu Sandero RS é o quarto Renault que ele compra.

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Como todo amante de carros, devorei todo o conteúdo referente a este modelo antes de compra-lo e pude comprar seu desempenho em doses limitadas nas ruas e estradas. Mas foi na Capuava que pude levar o carro ao limite e comprovar o sangue esportivo que estas letrinhas R.S. carregam.

Gostei bastante do evento, da preocupação com a segurança, da infra-estrutura, tudo nota 10. O Sandero RS rolava bem pouco nas curvas, apontava fácil, e era bem seguro na pilotagem. Os pneus ContiSportContact foram muito bem também. Saí super satisfeito com o ótimo evento e mais feliz com o carro. Ele me satisfez em todos os requisitos que sempre busquei em um veiculo: esportividade com “chão”! Espero que a Renault continue este projeto, e aguardo ansiosamente pelo próximo.”

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Gabriel Arruda foi quem teve a iniciativa de criar o grupo local (São Paulo) dos entusiastas de Sandero RS, com o intuito de organizar encontros e saber sobre os serviços das concessionárias da cidade. Hoje, são quase 100 membros no grupo de WhattsApp – que também cresceu com a ajuda da concessionária Valec, onde trabalha o Rodrigo Mussalem, cujo depoimento vimos lá em cima.

Achei o evento sensacional e o carro me surpreendeu muito. Ele realmente demonstrou ter sido desenvolvido nas pistas. Fora o que acelera, o RS faz muita curva e o sistema de freios é muito eficiente. O prazer ao pilotar na pista também é resultado do escalonamento esportivo do câmbio. O carro é muito na mão, você consegue manter sempre o motor cheio pra reduções e retomadas rápidas.”

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Alexandre Leone, junto com Amorim e Arruda, está ligado à fundação do clube de entusiastas do Sandero RS. Ex-proprietário de uma moto Kawasaki, sentiu que algo poderia ser feito de forma similar aos moto clubes que existem por aí – e o resultado está aí, no RS Groupe.

Hoje foi uma experiência sensacional com 44 proprietários. Levei meu carro aos limites, fazendo curvas como nunca fiz na vida, sentindo ele na mão em todas as voltas. Não senti falta de freios mesmo depois de várias voltas quentes. A estabilidade dele é algo que eu não acreditei, parece um kart, muito no chão em todas as curvas. No final das contas toda aquela falta de um clube, os encontros, os dias em autódromo e as amizades que eu sentia por ter vendido a moto… consegui ter todas essas coisas com o Sandero RS. Proprietário supersatisfeito com o carro e tudo que ele proporcionou.”

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Depois de quatro horas de atividades ininterruptas na pista, os proprietários foram servidos com um belo almoço, sobremesa, café e partiram para suas casas, já pensando no próximo evento. Enquanto isso, um ônibus estacionava atrás do casarão da Capuava, trazendo cerca de 50 clientes interessados em comprar o Sandero RS, mas que gostariam de conhecê-lo no ambiente mais propício: a pista.

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Test-drive do Sandero RS (e você pode ser o próximo)

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Logo após o almoço, as atividades com os clientes interessados no Sandero RS começaram. A turma foi dividida em três grupos, com três atividades específicas realizadas no autódromo, que vocês verão abaixo. No fim da tarde, todos fizeram um test-drive no autódromo, acompanhados pelos instrutores de pilotagem.

Pro Solo: a Renault do Brasil desenhou um traçado sinuoso feito com cones entre as curvas 2 e 3 da Capuava. Esse é o tipo de exercício bacana não apenas para os reflexos do motorista, mas também para aferir a rolagem de carroceria do veículo no limite de aderência e sua capacidade de mudar de direção com rapidez. Com amortecedores, barras estabilizadoras e molas mais rígidas, além de pneus com perfil esportivo, o Sandero RS tira de letra esse desafio.

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…mas se engana quem pensa que Pro Solo é fácil. Pelo contrário: como o carro está sempre alternando os pontos de apoio, é preciso movimentos bem coordenados no comando do volante e dos pedais para não causar transferências de peso desnecessárias e desequilibrar o veículo. Quem encostasse nos cones era punido com o acréscimo de três segundos no cronômetro – ou seja, praticamente perderia as chances de disputar a ponta.

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Desvio emergencial (teste do controle de estabilidade): pouco antes da Curva da Vitória, foi montado um desvio bem apertado, com praticamente a largura do carro. O objetivo neste exercício, além de demonstrar a rapidez de reação do RS entre o comando e a manobra, era de mostrar o controle de estabilidade atuando, prevenindo derrapagens excessivas ou desequilíbrios dinâmicos.

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Arrancada com teste de frenagem: inspirado no famoso teste Zero-100-Zero, este exercício era o mais lúdico para os participantes, pois acabava formando uma pequena competição. Os motoristas arrancavam ao comando dos instrutores, mas precisavam frear até a parada completa dentro de um espaço bem apertado. Parece fácil, mas frear dos 100 km/h a zero em pouco mais de 25 metros é bem mais difícil do que parece olhando de fora.

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Test-drive na pista! Depois de toda esta bateria de exercícios, hora da sobremesa: os convidados puderam degustar o Sandero RS no mesmo traçado do track day, acompanhados dos instrutores de pilotagem. Se você quer ser um destes caras, fique ligado: a Renault está estudando organizar outros Sandero RS Speed Experience no futuro – e nós divulgaremos em primeira mão para você!

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E aliás, o Sandero RS Speed Experience da Capuava também não acabou aqui no FlatOut: nos próximos dias publicaremos nossa reportagem com vídeo on board POV (em primeira pessoa!) cronometrado via Harry’s Laptimer, buscando os limites dinâmicos do Sandero RS, nos aprofundaremos na parte técnica do modelo e ainda traremos um guia de pilotagem para o autódromo da Capuava! Fique atento.

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[ Fotos: Fábio Aro, Victor Eleuterio ]

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