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Zero a 300

Um novo recorde do Civic Type R, mudanças no pódio de Le Mans, Red Bull usará motores Honda e mais!

Este é o Zero a 300, nossa rica mistura das principais notícias automotivas (ou não) do Brasil e de todo o mundo, caro car lover. Assim, você não fica destracionando por aí atrás do que é importante. Gire a chave, aperte o cinto e acelere com a gente!

 

Honda Civic Type R quebra recorde em Spa-Francorchamps

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Depoisi de quebrar os recordes de volta em Nürburgring Nordschleife e em Magny-Cours, na França, o Honda Civic Type R agora foi à Bélgica anotar seu nome no topo de mais uma tabela de tempos. O hot hatch acaba de quebrar o recorde dos modelos de tração dianteira em Spa-Francorchamps.

Com o campeão do WEC na LMP2 Bertrand Baguette ao volante, o Civic Type R completou os pouco mais de sete quilômetros de Spa em 2:53,72, superando o tempo do Type R da geração passada em 3,19 segundos. Como comparação, o Porsche Cayman GTS cravou 2,48,6 e o BMW M3 E46 completou a volta em 2:49,89.

Conforme havíamos visto anteriormente, o Civic Type R está em uma “turnê” batizada Type R Challenge, que pretende quebrar recordes em vários circuitos famosos ao redor do mundo. As próximas paradas da Type R Challenge serão Estoril, Hungaroring e Silverstone, onde o carro será pilotado por Tiago Monteiro, Jenson Button e Matt Neal, respectivamente.

 

 

BMW i3 reestilizado chega ao Brasil por R$ 200.000

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Já faz quase um ano que a BMW lançou o facelift do i3 na Europa, mas o carro só está chegando ao Brasil neste mês de junho. O modelo ganhou retoques nos para-choques, que deixaram o carro mais agressivo, novas rodas e um novo conjunto de baterias para aumentar sua autonomia.

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O conjunto mecânico continua o mesmo: um motor elétrico de 125 kW (170 cv) e 25,4 kgfm combinado a um motor de combustão interna de 647 cm³ batizado como REX (de “range extender”) que atua como extensor de autonomia gerando energia para as baterias. A tração é traseira, como nos BMW mais tradicionais. Com as baterias novas, a autonomia passa de 150 para 180 km, enquanto o motor REX produz eletricidade para mais 150 km, totalizando 330 km.

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Com o conjunto o BMW i3 vai de zero a 100 km/h em 8,2 segundos e tem sua velocidade máxima limitada a 150 km/h. Os preços partem de R$ 199.950 na versão i3 REX, R$ 211.950 na versão intermediária REX Connected e R$ 239.950 na REX Full.

 

 

Alfa Romeo Giulia e Stelvio ganham versão especial de aniversário

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A Alfa Romeo anunciou uma nova versão especial para a versão Quadrifoglio do Giulia e do SUV Stelvio. Batizada NRing, a série terá 108 unidades de cada modelo, em referência ao aniversário de 108 anos da Alfa Romeo.

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O nome logicamente é inspirado em Nürburgring, para celebrar a “ligação histórica” entre a marca e o circuito alemão. Por isso também os modelos terão recursos exclusivos voltados a refinar o desempenho de ambos nas pistas, como freios de carbono-cerâmica, bancos Sparco com concha de carbono e costuras vermelhas e volante de couro com Alcantara. As saias laterais e as capas dos retrovisores também são feitas de fibra de carbono, bem como o teto do Giulia (o Stelvio ganha um teto panorâmico de vidro).

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Quanto à motorização, ela permanece a mesma: V6 biturbo de 2,9 litros e 510 cv, sempre combinada com o câmbio automático de oito marchas. Com o conjunto, o Giulia QV NRing vai de zero a 100 km/h em 3,9 segundos e chega aos 307 km/h. Já o Stelvio, que tem tração integral, vai de zero a 100 km/h em 3,8 segundos, mas a máxima é limitada a 283 km/h.

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Os 216 exemplares serão pintados de cinza “Circuito Grey”, e terão uma placa numerada na cabine. Além disso, os compradores também terão acesso a um track day realizado em Nürburgring em 2019, e receberão um kit com luvas, jaqueta, bolsa e sapatilhas da Sparco e um modelo em escala 1:18 do Giulia/Stelvio NRing.

 

 

Desclassificação na LMP2 dá vitória ao trio de André Negrão

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O piloto André Negrão tornou-se o quarto brasileiro a conquistar uma vitória de classe nas 24 Horas de Le Mans depois que os vencedores da prova na categoria LMP2 foram desclassificados.

O motivo da desclassificação foi a inclusão de um mecanismo não-homologado no sistema de reabastecimento da TDS Racing, que operava os boxes da G-Tech Racing além do seu próprio. O mecanismo tornou mais rápidos os reabastecimentos dos carros das duas equipes, que terminaram em primeiro e terceiro na LMP2. Com isso, ambos foram desclassificados, alterando todos os resultados a partir da quinta colocação geral.

A Signatech, que terminou em segundo, herdou a vitória com André Negrão, Nicolas Lapierre e Pierre Thiriet e seu Alpine A470; em segundo lugar ficou a Graff Racing com o Oreca pilotado por Vincent Capillaire, Jonathan Hirschi e Tristan Gommendy; e na terceira posição ficou a United Autosports com Hugo de Sadeleer, Will Owen e Juan Pablo Montoya.

 

 

Red Bull irá usar motores Honda a partir de 2019

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A Red Bull Racing e a Honda anunciaram nesta terça-feira (19) que a equipe austríaca irá usar os motores japoneses a partir da temporada de 2019 da Fórmula 1. O anúncio, que encerra a parceria de 12 anos entre a Renault e a Red Bull, não é exatamente uma surpresa, uma vez que a Toro Rosso (que pertence à Red Bull) já fez a troca dos motores Renault pelos Honda nesta temporada de 2018 e a troca já era esperada na equipe principal da marca.

Com os motores Renault a Red Bull venceu quatro campeonatos de construtores seguidos, mas a relação entre as marcas começou a azedar com o início do regulamento dos motores turbo, que colocaram a equipe austríaca atrás da Mercedes e da Ferrari. Nas últimas temporadas, a Red Bull também usou os motores Renault batizados como TAG Heuer.

A transição para os motores Honda começou no ano passado, quando a Toro Rosso anunciou que trocaria os motores Renault pelos Honda a partir de 2018, em uma negociação que envolveu a transferência de Carlos Sainz Jr. para a equipe da fábrica francesa.

Sobre a parceria, o chefe da equipe Christian Horner disse que com os motores Honda a Red Bull agora voltará a competir por vitórias e, também, pelo campeonato de construtores. “O alinhamento da Honda com as duas equipes da Red Bull na F1 tem um potencial enorme”, disse. Segundo a Honda, o fato de ter duas equipes com seus motores, significa um maior acesso a dados de desenvolvimento, o que irá ajudar a chegar a um powertrain mais competitivo.

 

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