A revista semanal dos entusiastas | jorn. resp. MTB 0088750/SP
FlatOut!
Image default
Car Culture

Uma defesa do câmbio automático – e das assistências eletrônicas

A tela do Waze apontava que eu estava a pouco menos de 3,5 km do meu destino. Em condições normais este é um percurso que qualquer motorista é capaz de completar em cinco minutos. A menos que ele esteja na Zona Oeste de São Paulo. Às 18:30 de uma terça-feira. De acordo com o aplicativo, eu ainda levaria ridículos 22 minutos para completar estes 3,5 km, mas ao longo destes 22 minutos o horário estimado de chegada mudou três vezes e, no fim das contas, levei uma hora para rodar 3,5 km. A cada avanço milimétrico que eu fazia com o carro, eu usava um dispositivo muito cultuado por nós, entusiastas, mas completamente inadequado para o trânsito de qualquer cidade de médio ou grande porte de 2020: o câmbio manual. Sim, eu escolhi comprar um carro com câmbio manual porque gosto de controlar o carro, gosto de trocar as marchas, gosto de tudo o que todo mundo gosta no câmbio manual. Mas principalmente porque eu não moro em São Paulo, eu não dirijo em horários de pico. Eu sequer dirijo na cid

Matérias relacionadas

GT90: o sucessor do Ford GT40 que o mundo não teve

Dalmo Hernandes

Sobre o carro autônomo da Uber que matou a pedestre: eis os detalhes – e nossa opinião a respeito

Leonardo Contesini

Uma Vespa com motor V2 de 2,5 litros é a nossa mais nova definição de cadeira elétrica

Dalmo Hernandes