Volkswagen Santana: a história do primeiro VW “de luxo” do Brasil

Dalmo Hernandes 26 abril, 2014 169
Volkswagen Santana: a história do primeiro VW “de luxo” do Brasil

No início dos anos 1980, o mais perto que a Volkswagen brasileira havia chegado de um carro médio era o Passat, oferecido desde 1974. Contudo, a marca queria provar que era capaz de fazer algo melhor que o Passat e bons carros populares. Mas como? A solução foi encontrada no próprio Passat, mais precisamente, em sua segunda geração na Europa. Nascia ali, há exatos 30 anos, o nosso Santana, um dos modelos mais longevos da marca no País — e mais ainda fora dele.

Raízes em Ingolstadt

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Audi 80 de segunda geração, o pai do Santana

O Passat era um projeto da Audi, absorvido pela Volkswagen quando esta comprou a marca das argolas em 1962. O Audi 80, lançado 10 anos depois da compra, deu origem ao primeiro VW refrigerado a água bem-sucedido (o primeiro de verdade foi o K70, que por sua vez era um projeto da NSU e foi absorvido pela VW, vendido entre 1970 e 1974) — o Passat, lançado na Europa em 1973 e no ano seguinte, no Brasil.

O caso é que, apesar de vender muito bem nos primeiros anos, o Passat já começava a apresentar sinais da idade do projeto — só ganhou uma sobrevida graças ao lançamento do GTS, em 1983.

Já estava claro que o Passat não tinha como aguentar a concorrência (o recém-chegado Chevrolet Monza estava abocanhando seus potenciais compradores, e logo se tornaria o carro mais vendido do Brasil), e a VW precisava de algo novo de verdade.

Outro Passat

Passat (1980)

Novo para os brasileiros: a segunda geração do Passat já era vendida na Europa desde 1979, em versões hatchback, perua e sedã, com visual que era uma evolução clara da primeira geração.

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O sedã foi o escolhido para inaugurar um segmento inédito para a Volks no Brasil: o dos carros médios. A ideia era brigar com o Ford Del Rey e, principalmente, com o então moderno Monza. O nome Santana foi usado na Europa desde seu lançamento, e reaproveitado no Brasil — ajudava a dar a impressão de que se tratava de um carro totalmente novo.

O carro de luxo do povo

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O carro foi lançado com carrocerias de duas e quatro portas — a primeira foi desenvolvida aqui, pois era inexistente na Europa (embora seu irmão de plataforma, o Audi 80, oferecesse um sedã de duas portas), e atendia a uma preferência nacional que durou até meados da década de 90. De cara, estava disponível em três níveis de acabamento: CS (Comfort Silver, básica), CG (Comfort Gold, intermediária) e CD (Comfort Diamond, topo de linha) — esta última podia receber direção hidráulica, câmbio automático de três marchas, ar-condicionado e toca-fitas Bosch. Um detalhe: o Santana foi o único modelo da Volks a usar esta nomenclatura.

Mesmo na versão básica, o VW parecia ter sido feito na medida para bater de frente com o Monza, recebendo primazias em segurança e tecnologia, como cintos de três pontos, enconstos de cabeça dianteiros e traseiros, LEDs no painel e indicador de troca de marcha. Em 1985 era introduzida a perua Santana Quantum, nas mesmas três versões de acabamento e com os mesmos recursos de conforto, segurança e tecnologia.

Só a mecânica era alvo de críticas: o motor AP de 1,8 litro com carburador de corpo duplo, 92 cv a 5.000 rpm e 14,9 mkgf de torque a baixos 2.600 rpm (álcool) era bom, porém áspero por causa das bielas curtas e, acoplado a um câmbio de quatro (CS e CG) ou cinco marchas (CD) com relações longas, não tinha desempenho muito brilhante. Dois anos depois foram adotadas bielas mais longas e um câmbio mais curto, o que resolveu os dois problemas de uma vez e ainda trouxe 2 cv a mais, passando a 94 cv. O carro tinha tudo para dar certo — só precisava de alguns ajustes.

Ajustes estes que vieram em 1987, com a primeira reestilização — que trouxe para-choques envolventes e a adoção da nomenclatura padrão da VW: C, CL, GL e GLS eram as versões, em ordem crescente de acabamento, equipamentos e preço. Duvidamos que você tenha visto, algum dia, um Santana C na rua — e há uma boa razão para tal: naquela época de inflação, os preços dos carros foram congelados pelo governo e, na verdade, a C era uma espécie de “versão fantasma”: no papel, vinha para ocupar o lugar da CS quando, na verdade, esta havia virado GL e aumentado de preço — mesma situação das outras versões. Para todo efeito, a VW conseguiu reajustar os preços apenas realinhando as versões. Para dar legitimidade à sacada, o Santana C foi oferecido a frotistas e teve algumas poucas unidades vendidas ao público, e a mesma estratégia foi aplicada à Quantum.

O melhor, porém, ficou no ano seguinte: o motor de dois litros, 112 cv a 5.200 rpm e 17,5 mkgf de torque a 3.400 rpm — agora sim um desempenho à altura do carro e da concorrência (leia-se Monza 2.0). Mas isso na versão a álcool — o modelo a gasolina tinha 99 cv declarados, porém a potência real era de cerca de 105 cv, artifício comum na época para pagar menos impostos.

Legais eram seus opcionais: teto solar de aço e bancos Recaro. Em 1990 vieram duas versões interessantes: Sport, para Santana e Quantum, com adereços esportivos, e EX (Executivo), uma alternativa para quem queria um carro mais luxuoso em um mercado onde não existiam carros importados — trazia rodas BBS raiadas, couro nos bancos Recaro, volante de menor diâmetro e aerofólio — e, mais importante, motor 2.0 com injeção eletrônica Bosch e e 114 cv (o mesmo do Gol GTi), fazendo a linha “esporte fino”. Custava 60% mais do que o topo de linha GLS.

Hora de mudar

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Em 1990 aconteceu algo extremamente importante: o mercado foi reaberto e os carros importados voltaram. Em meio à avalanche de novas opções para o consumidor, a Volks precisava manter o Santana competitivo — lançar um novo modelo seria caro e estava fora de questão, e assim foi decidido que uma abrangente reestilização seria realizada, a ponto de o Santana lançado em 1991 ser considerado uma nova geração.

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O estilo veio da Alemanha: dianteira inspirada no Audi 80, que àquela altura já tinha outra plataforma, e traseira que lembrava bastante os VW do Velho Continente, em especial o cupê Corrado. No geral, o apelo do novo desenho era esportivo, com capô em forma de cunha e traseira alta — impressão acentuada pelo fato de que, no começo, só a versão de duas portas era oferecida — o quatro-portas veio meses depois, com uma lateral que deixava claro que o carro ainda era o mesmo e só havia passado por um extreme makeover.

O motor com injeção eletrônica passou a equipar o Santana GLS, que ganhava um “i” no fim do nome, e com a chegada do modelo de quatro portas no fim do ano, vieram também os freios ABS, inovação em um carro nacional. Nesta época, a Ford lançava o Versailles, clone do Santana com apelo mais luxuoso, para substituir o Del Rey.

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Seu acabamento não condizia com o famodo “padrão Ford” e o visual jamais agradou ao público, e dá para dizer que o Versailles foi o responsável pelo fim da Autolatina, parceria entre as duas marcas, em 1996.

Auge e declínio

Paralelamente, o Santana andava em sua melhor fase — a adoção de para-choques na cor da carroceria foi só o começo: diversos recursos de tecnologia e conforto estreavam: teto-solar elétrico, check control, terceira luz de freio, volante ajustável em altura, bancos com ajuste lombar, novas rodas, bancos de couro e até CD-Player. Para a linha 1996 (já lançada em 1995) foi a vez de uma nova grade, parecida com a do Passat alemão — que era vendido aqui em um segmento superior, causando uma curiosa situação em que, efetivamente, duas gerações do mesmo carro conviviam pacíficamente no mercado.

Repetindo a situação do Passat na década anterior com o Passat, o Santana podia já ter idade avançada — 12 anos de mercado —, mas a fartura de equipamentos e o preço relativamente baixo fizeram com que 1996 fosse seu segundo melhor ano em vendas de sua história. Era o auge do Santana — e, a partir dali, o carro só iria ladeira abaixo.

Memória recente

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O Santana não mudou muito depois de 1996 — o ano seguinte viu uma reformulação na linha, com as versões passando a se chamar 1.8 Mi e 2000 Mi (básicas), Evidence (intermediária com apelo esportivo) e Exclusiv (de topo). Novas rodas, spoiler traseiro e lanternas fumê, além do volante do Gol GTI 16v no Exclusiv, eram os destaques.

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O ano seguinte trouxe a última (e controversa) reestilização, que aposentava finalmente os quebra-ventos e adotava novos faróis e (bonitas) lanternas, porém deu ao carro para-choques arredondados que entravam em conflito com o resto das linhas do carro, já antiquadas. O interior ganhou um desenho mais moderno, mas o acabamento ficou mais simples, e entre1999 e 200 só existriam duas versões: 1.8 Evidence e 2.0 Exclusiv. Ficou mais simples ainda a partir de 2001: as versões eram apenas 1.8 e 2.0, e — ambas podiam ser equipadas com o módulos de opcionais Comfortline e Sportline, que ofereciam diferentes pacotes de equipamentos e permanecem em uso pela VW até hoje. A partir de 2005, já difícil encontrar um Santana 2.0 — que não existiu em 2006.

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A Quantum, que acompanhou o sedã em todas as mudanças, já havia saído de linha quatro anos ante. Era o fim dos 22 anos de carreira do Santana — no Brasil.

Carro mundial

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O Santana foi vendido em outras partes do mundo — a primeira geração foi oferecida no México como VW Corsar, na Argentina como VW Carat, e nos EUA como VW Passat e Quantum.

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Em seu país de origem, o Santana recebeu algumas versões bem interessantes, como o Santana Autobahn, com motor de cinco cilindros em linha, 20 válvulas e 140 cv, e a Quantum Syncro, com a mesma mecânica do Audi 80 Quattro, incluindo o motor de cinco cilindros e dois litros.

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No Japão, uma parceria entre a Nissan e a VW resultou no Nissan Santana — fabricado na Alemanha com volante do lado direito e com três opções de motores: 1.8 de 100 cv, 2.0 de cinco cilindros e 110 cv, e 1.6 turbodiesel de 72 cv. Os modelos a gasolina podiam ter câmbio automático. Curiosamente, o Santana da Nissan era 5 mm mais estreito do que no resto do mundo — para evitar que o carro pagasse mais impostos, o que aconteceria se a largura ultrapassasse os 1.690 mm.

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Nissan Santana japonês

Contudo, nenhum mercado gostou tanto do Santana como a China.

30 anos de história (e contando)

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Na verdade, a VW tem na China uma das linhas mais confusas, oferecendo carros com nome e visual diferentes baseados na mesma plataforma ou nomes trocados. Para se ter uma ideia, por lá o Jetta se chama Sagitar,  um carro totalmente diferente se chama Jetta, outro praticamente igual se chama Bora, o Passat europeu se chama Magotan, o Passat americano é Passat mesmo… enfim, é uma loucura.

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No meio desta salada, um sopro de nostalgia: a primeira geração do Santana, com visual praticamente igual, ainda era vendida até 2013 — claro, com algumas mudanças sutis, como para-choques com a parte inferior pintada na cor da carroceria. Fora isso, porém, o visual foi praticamente o mesmo de 1983, quando o carro foi lançado por lá, até sua aposentadoria, 30 anos depois — período em que foi bastante popular entre taxistas e policiais.

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Ao menos ele não tinha quebra-ventos

No mais, sua história é parecida com a do Santana no Brasil — pudera: nós ajudamos os chineses a desenvolver duas reestilizações do Santana, aos moldes das nossas: uma em 1991 (Santana 2000) e outra em 2004 (Santana 3000). Os três Santana conviveram por alguns anos no mercado chinês, mas hoje só é possível comprar o Santana Vista, que traz algumas características mais “modernas”, como projetores nos faróis e elementos circulares nas lanternas (como no nosso Polo sedã), com direito a madeira no painel em algumas versões!

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Um luxo só

Três décadas depois de seu lançamento no Brasil e 7 anos depois de sua descontinuação para nós, a história do Santana continua — e não deverá acabar tão cedo: não há previsão para que o Santana saia de linha na China. Como se não bastasse, em 2012 foi lançado o New Santana — um sedã compacto com espaço extra (pense no Renault Logan, no Chevrolet Cobalt e no Nissan Versa) baseado na plataforma PQ25. Ele até estava previsto para o Brasil, mas a VW mudou de ideia no último instante.

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Talvez tenha sido melhor assim.

Com informações de Thyago Szoke, presidente do Santana Fahrer Club. Valeu, Thyago!

  • João Heli de Oliveira

    Grande carro, o sucesso na “praça”, eu pelo menos só queria andar num táxi se fosse num Santana, lembro-me o quão ágil era este veículo, quando pisava fundo a dianteira suavemente levantava até parecia que tinha tração traseira.

    • Luís G

      Suavemente? Ela levantava como um cavalo indo a loucura… era a marca registrada dele!

    • Elton Ogg

      Cavalo indo à loucura? Desconfortável? Esse pessoal realmente teve Santana? Ou só andavam de Mercedes nessa época??

    • Paulo Freire

      “Suavemente”? Tá certo, e também me diz que ela não mergulhava nas frenagens…

    • Gabriel Oliveira

      suavemente so se for no santana 1.8, porque no 2.0 era uma loucura qdo tu metia o pé direito com força no acelerador, sai da frente que o cavalo ta doido

  • Anderson Rezende

    Adoraria ter um Santana hatchback! É meio esquisito, mas talvez por isso seja legal. Uma pena que eu não vou achar nenhum por aqui.

  • Vitor Matias

    esse new santana parece um rabisco, não tinham mais o que fazer e desenharam ele.

    eu teria um 94 de boas

  • GuzAts

    esse New Santana ficou muito bonito…. Bem que podiam lançar aki pra brigar com as monstruosidades chamadas Versa e Cobalt. (até que o logan melhorou um pouco rs)

    Só falta farol com projetor. Ajuda pacas na hora de dirigir.

  • Darlan Oliveira

    Meu pai tem dois Santanas, o primero e um 00/01 2.0 Mi Verde Perolizado e outro Santana GLS 2000 89 Azul Metálico que pra min e o meu xodo. Adoro andar nele e apreciar os detalhes simples mais pra min muito sofisticado pra sua época e ver que hojem em dia nada dos detalhes dos carros são apreciados…

  • odaiVecoV

    Pena que não teve um misero 5 em linha por aqui, mesmo que fosse 10v.

  • CooperS

    Meu pai teve um Santana 97, que depois trocou por um Vectra CD (emblema de ouro) 98. Não lembro muito do volks, mas com certeza não deu dor de cabeça (o amor pela GM do meu pai (e meu tambem) falou mais alto). Longa vida ao sedan que é muito bonito e bem construido.

  • Diego Souza

    santana quadrado azul com teto solar é um luxo só

  • Mário Rodrigues

    A GM está adorando o buraco que o Santana deixou no universo dos taxistas.

    • Gabriel_R34

      Taxista, pelo menos em BH, só Siena e Idea

      • lightness RS

        Aqui no RS vemos bastante Sienas, mas a GM ta dominando, Cobalt e Spin a rodo

        • Gabriel_R34

          Eh porque a fábrica da Fiat fica aqui em Betim, né. E se não me engano, a da Chevrolet fica aí no RS, isso ajuda bastante

          • lightness RS

            Sim, um pouco de verdade, mas não tudo tmb hehe

            A fábrica da GM aqui no RS só produz Ônix, Prisma e Celta, os Cobalt e Spin q vemos mais são feitos ai no sudeste tmb

  • Julio Cezário

    Que contraste ver display do A/C digital no que seria painel do Santana 93! kkkkk

  • Anderson Zaniboni

    Acho o Santana Sport de 2° geração o mais bonito dos santanas

    • Darlan Oliveira

      Sou louco pra encontrar um a venda em bom estado, quem sabe mexendo um pouco na injeção e mexer no motor consigo uns 150/160 cv aspirado…

      • Vitor Augusto Pança

        Cara… Tinha um preto igual esse aí à venda aqui em Mirassol/SP.
        Só que… Era uma bomba esperando para estourar.

      • lightness RS

        Vai ter q fazer milagre pra tirar 150cv mexendo em pouca coisa, pé no chão..

        • Darlan Oliveira

          Tipo, acredito que se mexer no cabeçote, trocar o comando de valvular, mexer na injeção, troca de filtro e novo coletor de escape de performance acredito que dar esse resultado no meu ponto leigo de vista como entusiasta…

          • Marcos Amorim

            Não chega nessa potência, pelo menos não a gasolina e mantendo boa dirigibilidade. A injeção, apesar da fama de problemática, é boa, mas por ser analógica algumas coisas não são fáceis, como alteração do MAF (algo que hoje em dia mais ninguém faz).

          • Paulo Freire

            Nada disso é “mecher em pouca coisa”.

  • Scarified_8

    Dalmo:
    “Só a mecânica era alvo de críticas: o motor AP de 1,8 litro com carburador de corpo duplo, 92 cv a 5.000 rpm e 5.200 mkgf de torque a baixos 2.600 rpm (álcool) era bom..”

    • Diego Felipe

      Vim correndo comentar isso. Motor forte, hein? Haha!

      • Scarified_8

        Esse era treiskilimei de fábrica! Puxava até prédio! hahahaha

    • Paulo Freire

      AP cara…

  • Bruno PR

    “Um luxo só”

    Eita ironia gostosa de se ler kkkkkkkk

    • FearWRX

      Juro que li “Um lixo só” HAUEHOAHEOIAHEIOAHEUAHEOIHAOUEOA

    • Matheus Zimmermann

      hahahahaha fino!

  • Marco Tulio Bruning

    Tive o meu, Quantum GLSi 96 top, com teto elétrico e ABS! Realmente foi o auge da linha, carro que me deixou saudades…

    • Julio Cezário

      bacana demais com as rodas do passat VR6

      • Lamborghinista

        Linda demais! Amo Santana!

      • Marco Tulio Bruning

        Obrigado!

    • Vitor Augusto Pança

      Save the wagons! kkkkkkk
      E não é que ficou bacana com as rodas do VR6?

      • Marco Tulio Bruning

        Sim, achei que ficou na medida mesmo, inclusive os pneus 205/50-R15…
        Com direito a calotinhas BBS!

    • Davi Reis

      E dá pra imaginar o tamanho da saudade, do tamanho do espaço imenso que a Quantum tem!

      • Marco Tulio Bruning

        :)

        • Marco Tulio Bruning

        • Davi Reis

          Interior maravilhoso, discreto e de bom gosto, sem inventismos. Perfeito.

    • Lucas Lira Oliveira

      Linda demais e nessa versão então, não venderia nunca!!! :)

  • Saulo

    Esse Santana xing ling me deu revestreque no coração, armaria. Tá amarrado!

  • raf1001
    • Vitor Augusto Pança

      É. A casa caiu.

  • Lucas Rodrigues

    Meu pai teve um CD 87, grande carro!

  • FearWRX

    Sinceramente, eu acho que os quebra-ventos podiam ter até hoje, esse acessório nunca me fez falta e quando eu era criança, a primeira coisa que fazia era abrir os quebra-vento, aquilo sim refrescava!

    Achei engraçado semana passada ver uma Quantum da última versão com teto solar… Jamais imaginava que ela tinha essa opção. Fora que é enorme, hoje em dia pra achar uma vaga com um carro daqueles deve ser sofrível.

  • NightRider

    “versões passando a se chamar 1.8 Mi e 2000 Mi (básicas), Evidence (intermediária com apelo esportivo) e Evidence (de topo).” era exclusive a versão top não ?

    Lembro do um GLSi branco pérola com teto que minha tia teve, era lindo.

  • Leonardo

    É bonito esse Santana vendido em 2014 na china hein! (Ironic mode ON)

  • Lamborghinista

    Parabéns pela matéria FlatOut, ficou muito boa, e gostei pra caramba dos comerciais, apesar da péssima qualidade, são de uma nostalgia incrível, mesmo eu não ter vivido aquela época, rsrs.

  • Guest

    O Santana Vista até que é bacana. Não é feio não.

    • Elton Ogg

      Imagina quando chegar o Santana XP (piadinha nerd inevitável)

      • Davi Reis

        Santana 2000, rá!

      • Leiner Vitor

        De nerd não, de nOOb, porque o XP é de 2001, e o vista de 2006! hahaha mas valeu mesmo assim!

        • Elton Ogg

          Considerando a lógica qualitativa e nao cronológica meu caro…

          • Leiner Vitor

            Deu no mesmo, apesar de não ser aprovado pelos usuários, já que o vista era mais complexo, e como usuário de computador quer tudo o mais fácil possível, ele não fez sucesso, tudo bem que também teve problemas com bugs e compatibilidade (que o XP teve muito mais).
            Resumindo, o Vista foi uma evolução natural do XP.

      • Marcelo Henrique

        E quando chegar o Seven?
        Mas o Vista é um carro lindo.

        • Gabrownx

          Quero ver mesmo é o 8.1 (versão Harlequim?)

    • Marcos

      Olha meu ex brinquedo….

  • Rafael GBR

    Meu avô teve uma Quantum GLS em 1990, tinha o teto-solar de aço e cambio manual. Foi o carro que levou meus pais para igreja naquele mesmo ano, meu pai sempre me falou muito bem desse carro.

  • Alexandre Souza

    que mérda de carro, meu tio teve 2, meu pai teve uma quantum e foi se nao o pior foi um dos piores,, gastao, desconfotavel, aquela merda de motor AP que todo mundo gosta,,,,,, relacao de marchas quinta e quarta muito parecidas,,, resumindo MERDA,,,,,,,,,

    • Marcos

      Gostaria de saber do que vc anda hoje para falar que santana e merda… Vc deve ter uma nave espacial então….

    • Marco Tulio Bruning

      Sidious, é você?

  • Hector Balke Nodari

    Agora falta fazer uma matéria sobre o Chevy opala/caravan Diplomata

  • lightness RS

    A explicação da VW na China ser tao confusa é o fato q realmente, existe mais (bem mais) de uma representação da marca no pais, ou seja, tem VW vendendo de tudo quanto é jeito lá, assim como é em varias marcas.

    Por ex:
    Shanghai Volkswagen Automotive Company;

    FAW-Volkswagen Automotive Company;

    SAIC-Volkswagen Sales Company Ltd.

    E por ai vai…

    É meio oq acontece com Hyundai aqui, tendo Hyundai Motor Brasil e a CAOA vendendo os carros.

  • Marcos

    Hahahah eu sempre tive santanas, antes de apaixonar por audi.
    Seque alguns que tive.
    A primeira foi uma gl 87 prata lunar que estava desde zero na família.
    A segunda uma gls marrom antílope que comprei de um senhor único dono com 61mil Km.
    O mais interessante foi um evidence 99 vermelho monterey que transformei em vista.
    Saudade deste carro e se pudesse compraria de novo..
    Segue fotos do Santana e da quantum.

    • Lucas Lira Oliveira

      Cara, belíssimo o Vista! rsrs… Sou apaixonado por Santana, mais ainda por essa última versão… Não venderia nunca, rsrs…

      • Marcos

        entao velho, de vez em quando bate um arrependimento por ter feito a venda, mas eu queria muito um audi 5 cilindros… o cara está vendendo denovo, estou tentando pegar o carro de volta..hehehe

        • Eduardo Oliveira

          como que voce tem um vista aqui no brasil?

          • Marcos

            Eu montei o carro.. Trouxe tudo de fora, farol grade lanterna, moldura de placa, painel de instrumentos, emblemas….
            Da uma olhada na matéria…

            http://www.dkc.com.br/beta/evidence/

        • Lucas Lira Oliveira

          Ôh cara muito bom!! Boa sorte aí nessa batalha! rs… Se conseguir avisa pra gente! 😉

          • Marcos

            Vamos ver no que da..hehehe tomara

  • Luan S. De Paula

    Meu pai tinha um Santana azul 89, eu era pequeno na época, mas até hoje lembro dele brilhando no sol depois do meu pai dar uma encerada nele!!!

  • Lucca

    Valeu Flatout! por essa matéria, tanto o Santana e (mais ainda) a Quantum foram os meu sonhos de infância.

  • Lucca

    Valeu Flatout! por essa matéria, tanto o Santana e (mais ainda) a Quantum foram os meu sonhos de infância.

  • PedroTelles

    Teria facilmente um Santana 95/96, se fosse Quantum então…

  • Armando

    meu avó tinha um Santana 96 azul CL. ótimo carro.
    meu pai teve um Santana Branco 2000Mi que fez nossa alegria em viajens! vendido depois de 7 anos com 150mil km e nenhum problema.
    meu primeiro carro foi o santana 96 do meu avô. dava mto problema de carburador e bebia muito! acabei vendendo ele. me arrependo MUITO … com 15 anos de “uso” ele tinha apenas 110mil km.

    • Pablo Barbizan

      Aramando, o 2000Mi anda bem?

      • Armando

        razoavelmente. era 2.0 com pouca potência e bastante torque. economico até. fazia uns 11/12 na estrada quando era novo e depois uns 10/11 quando tava com uns 100mil km.
        era melhor que os 1.alguma coisa da vida, mas nada de alto desempenho nao.

  • Davi Reis

    Acho que o Santana, junto do Monza, Fusca e Corsa, é um dos verdadeiros carros que redefiniu paradigmas em nosso país. Um projeto moderno, luxuoso e caprichado desde à linha de montagem em pleno anos 80, época de vacas magras em nosso mercado, e que subiu o nível de nossos carros e causou frisson. Pena que nos últimos tempos não tenham aparecido muitos carros assim.

  • XRS250

    Um história de nascimento,glória, apogeu e declínio, mas ao menos o APzaum estavam lá.

  • Leiner Vitor

    Faltou dizer que quem garantiu essa vida longa do santana foi os taxistas, só eles mesmo porque dirigir um santana 2005 e ir direto pra década de 80, basta ligar o carro e fazer um curva.

    Abraço!

    • Marcos

      Mesmo assim ele agüenta mais desaforo que qualquer plastimovel desta década….

    • Guest

      O imbecil se acha piloto de provas!!! hahaha

  • Marcos Amorim

    Já pensei muito em comprar um GL 1987 duas portas ou um dos últimos 2.0 para mexer em algumas coisas. O primeiro seria algo leve, nada que não pudesse ser feito nos anos 80, enquanto que o segundo seria um devorador de estradas moderno, com motor forte, suspensão bem acertada e interior requintado. Mas como não tenho verba nem espaço para isso, talvez seja algo para depois ou apenas em sonho mesmo.

    Sobre a parte de escalonamento de câmbio dos primeiros, acho que era excessivamente curto, sendo que depois alongaram, não lembro se diferencial ou fizeram um 4+E. Ótimo carro, mas com câmbio errado, algo que a Volks sempre foi mestre em fazer – Pointer GTI que o diga.
    Em relação aos primeiros injetados, era a famosa injeção EFi, a tal da analógica. Se não estiver enganado, existiram dois modelos diferentes, em que o coletor de admissão mudava – o plenum era mais afunilado em um deles – e até os bicos passavam da montagem no cabeçote para o coletor. E por mais que falem mal, é senso comum que os modelos com essa injeção andavam mais que os posteriores Mi, equipados com a 1AVB ou 1AVP.

    E algo que sempre achei interessante nos Santana e Quantum, pelo menos os mais novos, é que a calibragem de suspensão não tem nada de Volks. Aquele rodar firme, que inclina pouco em curvas, é substituído por uma maciez que parece ter por inspiração o Landau, e com a carroceria balançando bastante. Não chega a incomodar, mas para quem está acostumado com outros modelos é um pouco estranho.

    Em relação as vendas, é comum associá-lo a taxistas, porém é preciso lembrar que muitos deles compunham frotas policiais. Hoje não se vê tanto nas ruas, mas por muito tempo ele foi uma espécie de Crown Victoria brasileiro, juntamente com a Blazer.

  • mamaral

    A família da minha ex tinha uma paixão por Santana… Entre 1995 e 1998, devo ter dirigido uns 4 modelos diferentes: lembro de um CL 1.8 1988, bem básico, do Evidence (um Executivo carburado), acho que 1990, uma Quantum… Daí comprei meu 1o carro, um Corsa Wind 1.0 básico, e, pasme, era muito melhor de dirigir!
    Voltei a andar bastante de Santana no Rio, onde nos anos 2000 o Santana e seu banco traseiro baixo dominavam a praça.
    O fato é que, se até hoje nunca tive um VW, a culpa parcial foi desses Santanas aí, apesar do motor e do câmbio, o resto do carro era muito ruim. Ah, já me animei em comprar um Polo e neste ano um Golf, mas o péssimo atendimento nas concessionárias impediram que a compra se concretizasse.

  • Gerônimo Alcântara

    Tenho um em estado de zero aqui guardado….. Uma joia. Só sai aos fds, e raramente. Amanha vou postar uma foto do cofre do motor dele…. Preguiça de entrar no finado orkut e pegar. heheheheheheh

    • Lucas Lira Oliveira

      Ôh rapaz, qual o ano?! Sou apaixonado por Santanas! Coloca várias fotos aí, por favor! rsrs…

      • Gerônimo Alcântara

        Coloquei as fotos ai irmão……… Abçs!

        • Lucas Lira Oliveira

          valeu cara! Belíssimo! My Dream!

  • Pablo Barbizan

    Aos “Santaneiros” de plantão, uma pergunta: o Santana com motor 2.0 anda bem?
    Preciso de uma ideia pro meu primeiro carro, e pensei no Santana e no Omega, mas o Omega é muito caro :(

    • Johannes Georg

      Cara, meu amigo teve um santana e anda de omega agora. Diz ele que o santana eh levemente superior em desempenho frente ao omega de mesma motorização. Mas achar um santana em boas condições eh um pouco mais difícil do que o omega.

      • Pablo Barbizan

        Obrigado Johannes

    • Gerônimo Alcântara

      Pode pegar o santana sem medo, quando vc adquirir expericncia em rodar na diaria sem medo, e o financeiro melhorar $$$$$ omega! 2 carroes! Santana tenho 2, omega tive um.

      • Pablo Barbizan

        Obrigado!

    • Caio Resende

      O Santana 2.0 anda bem sim, tem manutenção barata e dificilmente da problemas, eu tinha um GLS 1989 2.0 a Alcool que me roubaram ano passado e atualmente tenho um Omega CD 4.1 1995, e logo de cara já deu pra perceber que a manutenção dele é bem mais cara que a do santana…

    • Nilton Luis Rodrigues

      Anda bem sim, e eu também te aconselharia o Santana, o Omega é um ótimo carro (inclusive mais luxuoso), mas devido a ter permanecido menos tempo no mercado tem manutenção mais cara.

  • Johannes Georg

    Meu pai teve um Santana 1993 GLSi. Aprendi a dirigir nesse carro. Era muito bom. Um dos melhores carros que a família teve na minha opinião. Muito bem acabado, confortável, potente. Era um carro que me empolgava. Gostava muito das trocas de marchas, pois a manopla era pequena e os engates eram muito intuitivos.
    Alias, a época em que mais fui irresponsável no trânsito, foi com esse carro. Sorte nunca ter acontecido nada.
    Me lembro de uma vez ter feito um agrado para o meu pai (dono do carro) e de parar o carro no posto antes de ir pra faculdade e encher o tanque dele. Aos que não sabem, o Santana tinha um tanque simplório com capacidade para apenas 72 litros. Meus amigos que deram uns 10 pila ao todo na época, se sentiram envergonhados quando o cara veio falar o preço total hehehehe!
    O tempo foi passando e em 2007 me pai acabou se desfazendo do carro que já estava precisando de um cuidado maior no seu visual e muitas coisas não estavam funcionando mais.
    Sinto falta do carro até hoje. Fiquei sabendo que um cara comprou ele e recentemente destruiu a frente do carro, mas parece que mandou arrumar a besteira.

    • Darlan Oliveira

      72 litros e o tanque sem reserva pois com a reserva ponhe ai mais 5 litros q no total dão 77 litros.

  • Ney Paiva

    Quantum/GLS 1987, meu primeiro carro (não utilitário) só isso!!!!

  • Paulo Freire

    Que o Bob Sharp não leia essa parte sobre o cambio longo e o curto…

  • Giovane Fortuna

    Tivemos dois santanas…um 2.0 95 e um 2.0 2000….carro muito bom e aguentava estrada de chão melhor que alguns pseudoaventureiros por ae…rs
    A parte contra era o pessimo isolamento contra poeira e a suspensao muito molenga que fazia o carro empinar em arrancadas fortes…kkk
    O 2000 rodavamos com alcool nele (era original a gasolina) nunca deu problema, ficou mais forte e na cidade fazia 7,5km/l e na estrada 9km/l a 130~140km/h direto :)

  • thiagozaiden

    Agora entendi o Santana que vi há uns dias atrás em uma concessionária da Nissan por aqui, não fazia idéia que essa parceria existiu. E o carro estava muito bem conservado e idêntico a esse da foto.

  • Gerônimo Alcântara

    Saudações SANTANEIRAS senhoras e senhores! Esse e o nosso zerado…. Guardadinho. 2002, Ex viatura do TRT arrematado em leilão. Briga de foice no leilão…. HUEHUEHUEHUEHUEHUE

    • Gerônimo Alcântara

      Eita….. Saiu 2 fotos iguais…. Eu e tecnologia não nos damos muito bem! rsrsrsrsrsrsrsrsrs

    • Bruno PR

      Aí sim, tá bonitão, mas como é viatura não tava judiada não?

      • Gerônimo Alcântara

        De maneira alguma…. Ele era de uso exclusivo em eventos em que o Desembargador tinha que comparecer, sempre rodou com o mesmo motorista, um senhor de idade, rigoroso nas manutençoes, ate com o lugar do som lacrado ele veio! Essas fotos foram assim que pegamos ha 4 anos atras… O carro esta exatamente do mesmo jeito. Rodou 3 mil km em 4 anos… E 2 mil destes foram cmg no tempo em que o opala estava no restauro. Levantei o historico deste carro inteiro, de 17 santana’s oficiais que passaram aqui em casa “e 2 quantum”, esse dai nos ficamos para particular. E tem outro tbm… da diaria do meu tio, mas esse ta judiado, mas inteiro. Nessas fotos, ele ainda estava com os pneus de fabrica para vc ter ideia.

    • Lucas Lira Oliveira

      Zero Zero!!! Lindão demais cara! Parabéns! Não venderia jamais! rsrs…

      • Gerônimo Alcântara

        Obrigado, SEM PLANOS DE VENDE-LO! hahahahah mas a fila e grande de compradores….

        • Thyago Szoke

          Lindíssimo! Parabéns! 😀

          • Gerônimo Alcântara

            Obrigado, felicidades amigo!

        • Lucas Lira Oliveira

          Imagino a fila! rsrs…

    • Nilton Luis Rodrigues

      Isso sim é uma “bela viatura”…

      • Gerônimo Alcântara

        Obrigado amigo! Abçs.

  • Rodrigo Alves

    Meu pai teve 3 Santanas, o 1° foi um CD 85′ (com aqueles lavadores de farol…hehe’), o 2° foi um GLSi 93′ 2 portas completo, só não tinha teto-solar, mas tinha os belos Recaros *-*, e o 3° foi um 2.0 Mi 98′ que foi vendido em 2007 com 78 mil km…

  • Lira

    “Em seu país de origem, o Santana recebeu algumas versões bem
    interessantes, como o Santana Autobahn, com motor de cinco cilindros em
    linha, 20 válvulas e 140 cv, e a Quantum Syncro, com a mesma mecânica do
    Audi 80 Quattro, incluindo o motor de cinco cilindros e dois litros.”
    Ah se eu acho um desse dando sopa pra por no cofre do Exclusiv daqui de casa…

    • Nilton Luis Rodrigues

      Acredito que um dos grandes fatores que reduziram o interesse no Santana foi a ausência de alterações mecânicas, vieram várias opções multiválvulas dos concorrentes de mercado e ele “nada”, com um pouco de trabalho (descendo o “topo” de torque sem redução de potência) e o 16V do Gol GTI poderia ter sido usado como uma opção…

      • Lira

        E falta da uma nova geração de fato. O Santana foi exatamente o mesmo esqueleto de 84 a 2006. Se houvesse algo em meados de 2000 baseado no Golf IV (em vez do fracasso de vendas que foi o Bora) talvez ele estivesse entre nós até hoje, mesmo que só em nome.

  • Sidious_Darth

    Os AFK piram com postagens assim

    E a prova de que a VW sempre faz “mais do mesmo” e vende a mesma porqueira por décadas a fio está mais do que comprovada… fusca (2003), Kombi e santana (2013) gol (2147)…

  • sem querer ser chato: entre1999 e 200 só… faltou um espaço após entre e um zero no 2000.
    Ainda lembro dos comerciais do Santana e Quantum hahaha

  • Eduardo Oliveira

    O fato desse carro ter se mantido por tantos anos sendo vendido no Brasil, só me faz lembrar de outros exemplos como a kombi e o fusca, empurrados aos consumidores brasileiros, esses que compravam o santana mesmo apos o ano 2000, um projeto dos anos 80. Ele sendo vendido na china até hoje, para mim é grande prova de carater da marca. a partir de certo momento o santana foi como um colonizador explorando paises pobres e ainda os colonizados ficaram aplaudindo. Ele era um otimo carro, até no maximo a metade da decada de 90, depois disso aposto que se pegar qualquer outro carro de mesmo porte e proposta, vendido fora do mercado brasileiro na epoca, o santana era uma carroça, tanto que sofreu depois da abertura do mercado automotivo. Acho que nós eramos um país de merda (muito mais do que atualmente) e a VW sabe disso, assim como ela conhece a china.
    Respeito quem tem o carro ou gosta, mas na MINHA opinião, é mais um selo de que nosso pais é uma porcaria

    • Andrei Escarabello

      Meu amigo, nunca tive um Santana e não concordo com o seu comentário. Não é porque o projeto é antigo que é ruim. Claro que há tecnologia e que as montadoras não trazem ao nosso país pela elevação do custo, mas a cada dia são inovados os projetos; São feitas melhorias em projetos concluídos, adicionam e removem partes conforme a necessidade de mudança e de concorrência. O Santana vendido em 2000 não era totalmente igual ao de 86.
      Tenho um Audi A6, que do meio da década de 90 até hoje utilizam o mesmo bloco para seus motores, usam praticamente os mesmos motores há 17 anos só fazendo melhorias a cada modelo lançado. É muito mais preciso o sucesso de um produto quando o projeto e baseado em outro que deu certo. Não é necessário começar um projeto do zero, sendo que não se sabe se vai atender as expectativas.

  • Santana foi o primeiro carro que aprendi a dirigir (meu pai) antes mesmo de tirar carteira, depois passei a usar um Golzinho 1.0 =/

  • Jonas Martins

    Legal a matéria. Lembro que meu pai comprou um Santana verde em 1987, semi novo, após vender um Monza Hatch preto. Eu achava aquele carro demais, e certamente minha paixão por carros deve muito ao Santana. Ficava todo orgulhoso na saída da escola. Gostaria de dar uma sugestão ao pessoal do Flatout: fazer um posto explicando todas as siglas dos automóveis brasileiros. Eu nunca tinha ideia do que significava CL, CD e tal, achei muito bacana. Agora só falta saber o que significa CLS, GL, GLS, EL, ELX, HLX, LTZ…

  • Guest

    Eu sou suspeito de falar, hehe

    • Lucas Lira Oliveira

      Cara, muito lindo esse interior bege, muito bem feito! Tem como colocar fotos mais detalhadas?

      • Rodrigo A.S.

        vou postar no comentario acima esse deu erro e as imagens ficaram escuras

  • Rodrigo A.S.

    Deu erro aqui, mas não troco por alguns carros modernos nao ein……..

    • Rodrigo A.S.

      segue mais fotos, eu não vou postar mais porque não terminei falta teto, porta malas e outros upgrades, e eu comentei no project cars quem tiver afim de ver ele, vota em mim lá!

      • Lucas Lira Oliveira

        Muito bom cara! essa parte debaixo do painel foi pintada?? Votei lá no PC pra vc entrar, quero vê o andamento…

        • Rodrigo A.S.

          sim foi preparada uma tinta para fazer ela e outros detalhes procurando seguir o desenho do chines, ainda falta trabalho mas a grana é curta

          • Lucas Lira Oliveira

            Ficou muito bom!

    • Analfabeto

      Troca as rodas, a minha humilde opinião e que não combina com o porte do carro, sempre achei essas rodas parecendo de carroças…mas de resto SEU CARRO ESTÁ PERFEITO !!!

  • Nilton Luis Rodrigues

    Uma dúvida: com relação às versões da Quantum “primeiríssima geração”…, nunca vi uma Quantum CD, e ouvi de muita gente que a CG seria a “topo de linha” desta geração, Uma reclamação: acho que poderia ter sido mencionado o fato da versão GL da primeira geração ter uma “tendência visual esportiva” algo raríssimo em carros desta categoria até então, com seus acabamentos em preto fosco, bancos esportivos, painel com conta-giros e rodas de 14″. Sem dúvida numa época de “mercado fechado” (só quem viveu esta época tem ideia do que era – tal qual a superinflação) para as importações tanto Monza quanto Santana eram as aspirações da maioria (antes que eu seja apedrejado: sou grande fã dos Opalas, mas ele embora mais espaçoso e de melhor desempenho era bem menos moderno e mais caro que esta dupla) e a meu ver (repito: a meu ver…) atendiam bem sim até suas “mortes” (basta ver que ainda hoje são carros “bons de mercado” só que agora de antigos). Nem sempre um modelo “mais moderno” pode ser considerado superior, devido a fatores como durabilidade, custo de manutenção, entre outros (caso contrário o Tempra teria atropelado tanto Santana quanto Monza com sobras, fato que não aconteceu). Ainda aprecio o Santana, e se achasse um velhinho em ótimas condições o teria para “desfiles de fim de semana” fácil!

    • Thyago Szoke

      Tem tanta coisa pra falar de Santana, que cabe num livro! Hahahaha! Mas você tem razão nas suas colocações!

      Sobre a Quantum CD: ela existiu, mas é raríssima. Em geral, foi fabricada para a diretoria da VW, porque era o veículo mais caro em produção. Saiu só em 1986 e por um curto período, já que logo saiu a linha 1987 com as nomenclaturas alteradas.

      • Nilton Luis Rodrigues

        Grande Thyago, ainda mais alguém com “pouco” conhecimento a respeito como você, né? Hahahaha, quanto a Quantum ainda tenho saudades da minha GL 90 – 2.0, ainda mais porque não se acha decentes deste modelo de forma alguma…

        • Thyago Szoke

          Infelizmente, os modelos estão desaparecendo do mercado… a robustez, que sempre foi característica da linha, tornou o carro alvo fácil para quem procura um carro para aguentar o tranco – leia-se: usar até acabar. Uma pena… :(

          • Nilton Luis Rodrigues

            Nisso a Quantum é mais penalizada ainda…, de pedreiro, serralheiro e marceneiro até vendedor de biscoito de polvilho eu já vi “acabando” com elas (e as coitadas ainda teimam em funcionar… hahaha)

  • Lucas Lira Oliveira

    Demorou mais chegou, ele merecia uma matéria exclusiva aqui no melhor site de cultura automotiva… Lembro-me em 2003, sempre pegava carona com um conhecido meu motorista de usineiro de onde meu pai trabalha, era um 2.0 2001, prata, novo novo, sempre íamos no posto logo cedo abastecer antes de pegar a estrada, ah, bons tempos… Além desses a usina tinha vários Santana’s que eram utilizados por diretores e chefes de alto escalão… Só dirigi até hoje um Mi 1.8 97, sou apaixonado por todos, um dia chego no meu, se Deus quiser…

  • Gabriel Oliveira

    só eu que gosto do versailles?

    meu pai tinha um 2.0i ghia, nossa, o carro era um tesão de conforto e tinha um desempenho excelente, aprendi a dirigir nele com 12 anos de idade em 99, depois que aprendi comecei a andar sozinho no bairro, depois criando asinhas pela cidade. Foi a época em que fui mais irresponsável pois gostava de abusar do carro e sempre me metia em disputas de sinais contra kadetts, monzas, tempras, ômegas e afins, pensa, menino de 15~17 anos com um carro 2.0 nas mãos. Cometi infrações que hoje nem sonho em fazer.

    hoje a gente tem um corolla, mas o versailles (trovão azul) deixa saudades até hoje, a suspensão poderia até ser mole, mas a curva ele fazia, a marca registrada dele era acelerar e a dianteira levantar apontando pro céu, cena clássica até hoje…

    • Lucas Lira Oliveira

      também gosto do Versailles e da Royalle, andei algumas vezes numa Ghia com teto solar da Usina, carrão também! saudades…

    • Nilton Luis Rodrigues

      O que eu acho uma judiação no Versailles é o acabamento interno, que mesclava botões iguais aos dos primeiros Escort, comandos com a cara da VW, e uns “nem pra um, nem pra outro”, os clientes Ford (mal)acostumados neste sentido com o Del Rey não o reconheceram como sucessor. Quanto ao carro mecanicamente é idêntico.

    • Davi Voyage

      você n está sozinho cara… heauiheauhaeuae … o curto pra caramba esse carro…

  • es1

    “(…)o modelo a gasolina tinha 99 cv declarados, porém a potência real era de cerca de 105 cv, artifício comum na época para pagar menos impostos.”

    Hoje, o povo informa que tem 105cv, mas só há 99cv no motor…

    • DI ZAZZO

      Isso acontecia também com o GT e GTS 1.8 que nunca deram menos de 110cv em dinamômetro, mas tinha 99cv declarados, Tempra 16v que dava mais de 140cv, com 127cv declarados, Monza 1.8 álcool, etc. Coencidentemente eles tinham a potência coinciedentemente exatamente 1cv abaixo da potência máxima para a alíquota de impostos. kkk

      Espertos…

  • Andress Domeni

    Hahahhaahaha isso é lindo.

  • andrew bergamo

    muito legal a matéria, mas a parte do Versailles está ridicula. o carro tinha um excelente acabamento, estilo puxando mais para o “american car”, dizer que o carro não agradou ninguém é uma heresia, pois ele vendeu quase 90 mil unidades em um periodo curto (5 ANOS), e ao contrário do que diz sobre “ele ser RESPONSÁVEL pelo fim da autolatina” eu diria que foi o Versailles que ajudou em grande parte a manter viva a FORD em periodo de crise no brasil. pois a mecanica Vw manteve o cliente FORD confiando na marca, para que ela pudesse passar pela crise.

  • Washington Lima

    Muito legal a matéria sobre o Santana, foi um caro que fez parte da minha família durante muitos anos, meu pai teve os três modelos do Santana, um modelo 1987, seguido pelo Santana CL 1992/1993 e logo depois o Santana 2000 Mi 1998/1999. Hoje nenhum dos três está mais conosco mas será sempre lembrado. Gostava muito do modelo 1992 que meu pai teve, é bem semelhante ao modelo vermelho da foto.

    • Gabrownx

      Alguém sabe o nome dessas rodas?

  • Reinaldo Maschio De Andrade

    Será que só eu odeio carro sem quebra-ventos? hahahahah

    • Carlos Werle

      Não consigo ficar sem!

  • Adilson Pedro Scheid

    Será que só eu acho que o Santana começou a perder o “glamour” de 2000 pra cima? Um dos primeiros carros que dirigi foi um “CD 1984”, baita carrão!

    • Carlos Werle

      É 2!

  • rodrigo_rg

    Belo carro e história muito legal, mas ai vc vai zapear pelo webmotors e já encontra várias pessoas vendendo Santanas por mais de 20k.
    Esse aqui então, Santana 2001, talvez pq esteja com 30mil km, por 28.500.
    Pessoal perdeu a noção mesmo.

  • Dalmo, se não gosta de Ford, não precisa escrever BESTEIRA:

    “Versailles: Seu acabamento não condizia com o famoSo “padrão Ford” e o visual jamais agradou ao público, e dá para dizer que o Versailles foi o responsável
    pelo fim da Autolatina.”

    Tive Santana e Versailles, posso dizer com certeza que o acabamento do Ford era melhor sim, botões do painel não soltavam e usava melhores tecidos nos bancos.
    O visual não era problema, devia ser a política de preços praticados na época.
    Quanto a ser responsável pelo fim da AL é jogar muita coisa nas costas do modelo.

    • André Bortolotti Oliveira

      Né???

    • Ajvision

      Pra mim a AL definhou com o apollo e verona

    • Felipe Bitu

      Também tive Santana e Versailles: o acabamento dos Santana top (GLS e Exclusiv) era o mesmo do Versailles Ghia, tanto na padronagem dos tecidos quanto na péssima qualidade dos plásticos ABS. E nenhum dos dois tinha um acabamento melhor que o Corcel II LDO 1983 da minha esposa (invoquei o Corcel para nem citar o Del Rey, supra-sumo do “padrão Ford”).

      O Versailles é um excelente carro: nem mais nem menos que o Santana.

      • Falou tudo. Pena que os Corcel tinham desempenho sofrivel com o CHT, só melhoraram com as AP 1.8. Mas o Landau não era o bambambam do padrão Ford???

  • andreLFF

    Meu pai tinha um CL 1988 a álcool, motor 2000. Saudades daquele carro.

  • Diego Fernandes

    Um tio meu tinha um quase igual a esse, só que tinha rodas de liga. E, por uns tempos ele me levou à escola nele; e eu me sentia o máximo quando eu chagava nele e via os meus amigos admirando o VW. E eu fazia questão que o meu tio me deixasse bem na porta da escola só pra ver a cara deles…

  • Thalis Nobre

    Uma versão personalizada que gostaria de ver por aquí é a GX5 da Oettinger com seu 5 cilindros.
    http://i55.photobucket.com/albums/g155/bodhiguru/VW%20Santana/Tun_oettinger_3.jpg

    http://www.volkspage.net/artigos/26/pics/oettingersantana01_800.jpg

    • Eduardo Santos

      Santana mais bonito que já vi
      Sonho de consumo

  • Thiago Alexandre

    Meu pai tinha um CL 1.8 90/91, aprendi a dirigir nele

  • Antonio Buquera Arantes Neto

    Tenho este CD 85/85 100% original com 223.000 km só esperando Janeiro de 2016 para ganhar placa preta – Alguém interessado? Whatsapp (41) 9708-9642