Edição diária: 15/06/2019
FlatOut!
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Melhor da Semana

Melhor da semana: avaliação do T-Cross, Mercedes C63 AMG no Brasil, o fim do Taurus e mais!

Passou a semana sem internet? O Windows começou a fazer atualizações automáticas e só terminou sábado à noite e por isso você não conseguiu visitar seu site favorito? Não tem problema. Aqui está nosso resumo semanal com tudo o que rolou de mais importante nos últimos dias.

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Mercedes-AMG C63 2019 no Brasil em três versões

A Mercedes-AMG lançou no Brasil a linha 2019 do C63. Os modelos chegam com o facelift promovido no final do ano passado em três configurações diferentes: C63, C63 S e C63 S Cupê. Os preços são R$ 500.000, R$ 547.000 e R$ 556.000, respectivamente.

Todos eles são equipados com o motor V8 biturbo de quatro litros, que tem 476 cv no C63 e 510 cv nos C63 S, combinado ao câmbio de nove marchas e embreagem dupla AMG Speedshift. Com esse conjunto, o C63 vai de zero a 100 km/h em 4,1 segundos e tem sua velocidade máxima limitada em 250 km/h. O C63 S vai de zero a 100 km/h em 4 segundos na versão sedã e 3,9 segundos na versão cupê. Nos dois, a velocidade máxima é limitada eletronicamente em 290 km/h.

A principal mudança na linha 2019 é um sutil facelift que mudou  o conjunto óptico, que ganhou um novo arranjo interno, e a grade dianteira que passa a adotar o estilo “Panamericana” com aletas verticais como nos outros AMG recentes.

Por dentro, a principal novidade é o par de telas que compõem o chamado Mercedes-Benz User Experience, ou MBUX. Uma das telas substitui o quadro de instrumentos e a outra, posicionada no centro do painel, exibe as informações de áudio, vídeo, navegação, câmeras e ajustes do carro. Além do MBUX, o C63 também ganhou um novo volante, com almofada circular e novos comandos para o sistema MBUX.

 

Jeep Renegade em versão inspirada no Willys CJ

A Jeep iniciou nesta semana a pré-venda do Renegade Willys, série limitada a 250 unidades que homenageia o clássico Willys CJ. O modelo é baseado no Renegade Trailhawk Diesel, com tração 4×4 e câmbio automático de nove marchas.

A edição especial vem com pintura verde Recon, um adesivo “4 Wheel Drive” na traseira imitando os grafismos dos CJ militares, adesivos “Willys” em estilo stencil militar nos para-lamas e o logotipo do exército americano no capô e nas colunas C. Por dentro o Renegade Willys tem a estrela militar bordada nos bancos e uma plaqueta com a numeração da edição. O modelo é oferecido por R$ 146.990 e os compradores do Renegade Willys receberão uma maleta no formato de uma jerry can, que vem com uma jaqueta militar tipo parka feita pela Osklen, uma garrafa térmica Stanley e uma dog tag com o nome do modelo

 

McLaren Senna GTR ganha versão de produção

A McLaren apresentou neste final de semana a versão de produção do Senna GTR. O modelo foi apresentado na forma de conceito em março do ano passado, durante o Salão de Genebra, mas somente agora ganhou a versão de série, que será limitada a 75 unidades. Embora seja equipado com o mesmo V8 biturbo de quatro litros do Senna regular, o GTR  tem 25 cv a mais, chegando aos 825 cv. Além disso, ele é substancialmente diferente do conceito de 2018, ganhando um pacote aerodinâmico ainda mais radical que o do modelo de rua.

O spoiler e o splitter dianteiros são maiores, há dive planes (ou canards), geradores de vórtice, uma asa ativa ainda maior que a do carro de rua e um novo difusor traseiro. De acordo com a McLaren, o Senna GTR produz 1.000 kg de downforce a 250 km/h (200 kg a mais que a versão de rua) enquanto pode gerar 3g de desaceleração (20% a mais que a versão de rua). 

Com a potência extra e uma redução de 10 kg (obtida com a remoção dos airbags, freio de estacionamento, abafadores do escape e substituição do vidro lateral por policarbonato) a McLaren confirmou que ele será mais rápido que o Senna regular, porém não divulgou dados de desempenho. Serão feitos 75 exemplares do Senna GTR, cada um custando US$ 2 milhões. Todos já foram vendidos. 

 

BMW M confirma motorização do novo M3

O chefe de planejamento de produto da divisão M da BMW, Carsten Pries, revelou que o novo M3/M4 usará o S58, que estreou nos novos X3M e X4M, um seis-em-linha de três litros. Tanto o M3 quanto o M4 terão duas versões do motor, uma de  480 cv e 61 kgfm no modelo de entrada e uma de 510 cv e o mesmo torque no M3 Competition.

Assim como os irmãos SUV, o M3 terá tração nas quatro rodas, mas nele terá um modo de tração dianteira como no novo M5. A geração G20 também será a primeira do M3 a usar cambio automático, a conhecida ZF 8HP, na geração anterior o M3 usava transmissão de dupla embreagem. Para os puristas há a possibilidade de um M3 CS, com tração traseira e cambio manual.

 

Yamaha MT-09 2020 lançada por R$ 43.690

A Yamaha lançou nesta semana a linha 2020 da MT-09, que traz novos faróis duplos e uma nova rabeta, que não tem mais o suporte da placa – este agora é fixado no cubo da roda traseira.

A MT-09 agora vem com o sistema quick-shift, que permite trocar marchas sem usar a embreagem com a moto em movimento, e controle eletrônico de tração. A naked também traz freios ABS de série nos freios dianteiro e traseiro – estes, com discos de 298 mm e 245 mm, respectivamente. Outra mudança aconteceu na suspensão dianteira, que adotou amortecedores ajustáveis em carga, compressão e retorno.

Por outro lado, o motor permanece o mesmo: um três-cilindros de 847 cm³ com comando duplo no cabeçote, quatro válvulas por cilindro e 115 cv a 10.000 rpm, além de 8,9 kgfm de torque a 8.500 rpm. Com o câmbio de seis marchas, o conjunto é suficiente para levar a MT-09 de zero a 100 km/h na casa dos três segundos baixos, com velocidade máxima de 210 km/h. Através de um seletor, é possível alternar entre diferentes modos de condução – Standard, A e B – que modificam as respostas do acelerador eletrônico. As novidades aumentaram o preço da MT-09 de R$ 39.990 para R$ 43.690.

 

YouTube do FlatOut

Nesta semana tivemos mais um FlatOut Midnight Extra Stage, a versão “pure sounds” dos nossos episódios, agora com o Civic VTI B16 turbo!

 

Exclusivo para assinantes

Nesta semana, os assinantes e crowdfunders tiveram acesso à nossa avaliação do Volkswagen T-Cross:

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Contamos a história dos lendários volantes Moto-Lita:

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Também conhecemos a história do Boschert B300 Gullwing, o sucessor do 300SL Gullwing que a Mercedes não fez:

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Relembramos a trajetória de Charlie Whiting na F1 — e entendemos por que ele era tão admirado por seus colegas:

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Com o fim do Ford Taurus anunciado nos EUA, aproveitamos para relembrar a trajetória do sedã, que chegou a ser o líder de seu segmento no mercado americano e acabou se tornando um carro de locadora — mas não antes de vir ao Brasil com relativo sucesso:

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Contamos a misteriosa história da morte do inventor do motor diesel, que até hoje nunca foi muito bem esclarecida:

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E contamos a história do Spirit of Ecstasy, o icônico ornamento de capô da Rolls-Royce:

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Especiais do FlatOut

Nesta semana conhecemos o Honda Civic com turbo de F-Indy que é o recordista de tração dianteira em Tsukuba e em outros dois circuitos:

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Contamos a história de Junichi Tanaka, fundador da Jun Auto Mechanic que nos deixou nesta semana passada:

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Vimos os dois primeiros projetos do novo Supra MK5 equipados com o lendário motor 2JZ:

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Conhecemos também o BMW E30 restomod da Redux Leichtbau, com seu motor turbo de 390 cv:

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Conhecemos a versão moderna do DeTomaso Pantera: o Ares Panther, que é baseado no Lamborghini Huracán:

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Também conhecemos em detalhes o novo esportivo da Lynk & Co, feito pela empresa que conhecemos como Polestar, responsável pelos esportivos da Volvo:

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E fechamos a semana com uma pensata sobre a real necessidade de um novo sistema de placas:

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Project Cars

Nesta semana tivemos um novo capítulo do Project Cars #248, o Corrado G60 do Fabiano Silva, que encontrou um exemplar verde pouquíssimo rodado do Corrado no Brasil, e não resistiu à tentação, ainda que estivesse com a dianteira batida.

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